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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Morte de Michael Jackson voltará a ser analisada em novo julgamento

Após quase quatro anos da morte de Michael Jackson, as circunstâncias de sua morte voltarão a debate em um novo julgamento por causa de um processo movido por seus familiares contra a promotora AEG, acusada de negligência ao dar assistência médica inadequada ao artista. Segundo o site da CNN, a seleção do júri começa nesta terça-feira (2) em um tribunal de Los Angeles. O processo pode se alongar por vários meses. A AEG Live é a produtora dos shows que Michael faria na Arena O2 de Londres, pouco antes de sua morte. O processo, apresentado em setembro de 2010 na Suprema Corte de Los Angeles, se concentra no fato de que a AEG Live atuou supostamente de forma negligente na hora de contratar Conrad Murray como médico pessoal de Michael Jackson. Murray foi condenado a quatro anos de prisão, a pena máxima possível para um caso de homicídio involuntário, segundo decretou o juiz Michael Pastor, da Suprema Corte de Los Angeles. Michael Jackson faleceu aos 50 anos em junho de 2009, vítima de uma intoxicação de remédios, principalmente do anestésico de uso hospitalar Propofol, segundo determinou a necrópsia. O cardiologista, responsável por administrar a medicação a Michael Jackson, cumpre pena na prisão do condado de Los Angeles. A mãe do músico, Katherine, que figura no processo junto com os filhos do artista (Prince, Paris e Blanket), reivindica que o contrato assinado entre Michael Jackson e a AEG obrigava esta empresa a “atuar razoavelmente” em relação ao bem-estar físico do rei do pop. Além disso, reprova a entidade pela contratação de Murray como médico pessoal de Jackson sem ter investigado a fundo o histórico do especialista. “A AEG não ofereceu um médico que realmente se preocupasse com Michael e também não contava com o equipamento adequado para salvar sua vida”, afirmou a mãe do artista no processo. É esperado o testemunho de Katherine, Prince e Paris durante o julgamento. O site da CNN garantiu que os advogados da AEG Live usarão argumentos como os supostos abusos de menores cometidos por Michael Jackson e evidências de sua dependência química para defender o papel da empresa na morte do artista. “Não sei como se pode evitar a responsabilidade do senhor Michael Jackson neste caso”, disse o advogado da AEG Live, Marvin Putnam, em um trecho de um documentário que a CNN exibirá nesta sexta-feira. Putnam afirma que o julgamento sobre os abusos é relevante “porque resultou em um aumento incrível de seu consumo de medicamentos”. A juíza da Suprema Corte do condado de Los Angeles, Yvette Palazuelos, disse em fevereiro que os advogados da família Jackson tinham reunido material suficiente para denunciar judicialmente o caso e demonstrar que a AEG Live poderia ter advertido que Murray utilizaria medicamentos de risco na hora de tratar do artista. Os parentes de Jackson esperam receber uma quantia similar a que o músico receberia durante o curso de sua carreira se não tivesse morrido. Segundo especialistas, essa quantia é estimada em vários bilhões de dólares.

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