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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Michael Jackson tinha medo de morrer baleado, diz amigo do cantor

Um amigo de Michael Jackson contou ao tabloide The Sun que o cantor tinha medo de ser baleado e que Jackson parecia que tinha consciência de que iria morrer uma semana antes do fato. Jason Pfeiffer, ex-dermatologista e amigo do cantor, contou ao tabloide que o Rei do Pop estava paranoico e com medo de ser assassinado. Por isso, resolveu retornar aos palcos no Reino Unido, pois as leis sobre porte de armas na região são mais rigorosas que nos Estados Unidos. Pfeiffer ainda falou sobre os últimos dias de Michael e que acredita que o cantor previu sua própria morte: “A última vez que o vi ele estava dizendo adeus a todos no escritório, era como se soubesse que nunca iria voltar. Ele costumava dizer ia ser baleado no palco”. “É por isso que ele abandonou a ideia de um retorno nos EUA: achava que as pessoas tinham acesso a armas e iriam matá-lo. Ele pensava que a América era muito perigosa”. Michael sofreu uma overdose fatal em 25 de junho de 2009, duas semanas de seu retorno ao palcos em Londres, que aconteceria em julho. Jason insistiu que o vício do cantor em medicamentos foi a causa de sua morte e recorda que Jackson lhe pedia analgésicos e “exigia o suficiente para derrubar um elefante”. “Michael tinha um desejo de morte com seu vício em drogas. Ele falsificou ordens médicas para que pudesse receber analgésicos pesados como Demerol. Ele sentia que era imune a volumes normais e implorava por quantidades extras”, finalizou.

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