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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Michael Jackson também influenciou personagem

Teddy Wayne se inspirou em diferentes textos para criar a mente de um astro pré-adolescente e o universo da música pop. Além de tabloides, ele leu as reportagens de John Seabrook sobre a indústria musical publicadas pela “The New Yorker”. “Ao trabalhar como jornalista em Nova York, tive acesso aos bastidores da mídia e das celebridades”, diz. Os livros “Alta Fidelidade” (Rocco), de Nick Hornby, e “A Visita Cruel do Tempo” (Intrínseca), de Jennifer Egan, complementaram o retrato da cultura pop. Wayne mergulhou nas autobiografias de Justin Bieber (“Primeiro Passo para a Eternidade”) e Miley Cyrus (“Hannah Montana e Eu”). Mas Michael Jackson é quem rouba a cena, pois Jonny Valentine o vê como modelo. Quando investigou o fascínio dos Estados Unidos pelas jovens estrelas, o romancista consultou “Para Entender Michael Jackson” (Rocco), de Margo Jefferson. Esse tema foi aprofundado por Jane O’Connor em “The Cultural Significance of The Child Star”, a referência mais importante de Wayne. O’Connor explora o amor e o ódio da sociedade americana por celebridades infantis. Enquanto escrevia “The Love Song of Jonny Valentine”, ele descobriu “Quarto” (Verus), romance de Emma Donoghue. A narração feita por uma criança de cinco anos em “Quarto” ajudou Wayne a encontrar o discurso do astro pré-adolescente. Donoghue criou uma relação claustrofóbica entre progenitora e filho. No romance de Wayne, Jane, a mãe e empresária de Valentine, exerce um domínio opressor sobre a própria cria.

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