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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Propofol aplicado pelo Murray não deveria ter matado MJ

Dr. Paul White, especialista em propofol escalado pelos advogados de Dr. Conrad Murray, disse que a dose do anestésico dado pelo médico a Michael Jackson não deveria ter matado o cantor. Ele foi o segundo a depor nesta quinta-feira (27) na Corte de Los Angeles.



O médico, que é a última testemunha da defesa, também contou que ele nunca concluiu que o astro pop morreu ingerindo propofol. Isso foi apenas uma sugestão.

Explicando sobre seus estudos sobre o anestésico, Dr. White disse que descobriu vantagens em medicar pacientes com Midazolam momentos antes de aplicar Propofol. Ele também contou que achou interessante o artigo sobre o uso da droga para tratar da insônia.

Dr. White também disse que a quantidade de Propofol aplicada pelo Dr. Murray não deveria ter matado o cantor.

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