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sábado, 5 de novembro de 2011

Chega ao fim depoimentos no caso de Murray

Com o encerramento das considerações por parte da defesa e da acusação, chegou ao fim nesta quinta-feira (3) os depoimentos do julgamento de Dr. Conrad Murray. Agora os jurados irão se reunir para decidir se o médico de Michael Jackson é culpado ou inocente na morte de Michael Jackson.



Composto por 12 pessoas, o banco de jurado só irá proferir o parecer quando a decisão sobre o caso for unânime, o que pode levar dias. Se considerado culpado, o cardiologista pode pegar até quatro anos de prisão.

Em um dia envolvido pela emoção, promotor David Walgren disse que o astro pop acreditou em Dr. Murray com a vida. “Ele mentiu, inventou coisas e agiu com negligência. Isso não é o que um médico faz, ele tem a obrigação legal de salvar vidas. Ele levou Michael Jackson à morte”, explicou.

O promotor também rebateu os argumentos da defesa e reiterou que o cantor morreu por intoxicação de Propofol. “A promotoria não consegue provar o que aconteceu naquele quarto, mas vocês sabem o que estava acontecendo lá dentro todas as noites, a quantidade da droga que foi comprada, o que foi encontrado no quarto e que Michael Jackson morreu por intoxicação de Propofol”.

Muito efusivo, Walgren também disse: “Todos dizem pobre Conrad, mas quando Katherine Jackson (mãe do cantor) perguntou o que aconteceu e ele disse que não sabia”.

Em suas palavras finais,Ed Chernoff, advogado de defesa, contou que as pessoas procuram o vilão perfeito para a vítima perfeita e que a promotoria usou de mentiras para provar o crime. Entre as testemunhas de acusação mais atacadas estavam Elissa Fleak, investigadora do IML de Los Angeles que em seus primeiros relatos não mencionou o frasco do anestésico em uma bolsa de soro, e Dr. Steven Shafer, especialista em Propofol. “Dr. Shafer quis apresentar opiniões e não fatos”, disse.

Chernoff também tentou apelar para emoção ao falar que Dr. Murray tentava melhorar a vida de Michael Jackson e que o cantor era totalmente responsável pelos seus atos. “Dr. Murray era parte de uma estrutura que tentava melhorar as condições da vida Michael Jackson. Ele não deu nenhuma droga para preencher o vício de Sr. Jackson”.

Por fim, a defesa ainda deu dois cenários para o júri escolher. A primeira é a que Dr. Murray medicou Michael Jackson com altas doses de Propofol. A segunda é que ele ingeriu pílulas de Lorazepam sem o consentimento do médico. “Qual dos dois é mais provável?”, perguntou o advogado antes de encerrar seu depoimento.

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