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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Médica que atendeu MJ diz que morte foi inexplicável

A médica de emergências que atendeu Michael Jackson em sua chegada ao Hospital da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) no dia de sua morte afirmou nesta segunda-feira,03/10/11, em seu depoimento no tribunal que “não havia uma explicação”que justificasse o repentino falecimento do rei do pop.



Dra. Richelle Cooper
Dra. Richelle Cooper explicou que Michael Jackson chegou ao centro médico “clinicamente morto”, mas que continuou tentando reanimá-lo por quase uma hora e meia para ter certeza de que tinha feito tudo o que estava em seu alcance, e que os paramédicos que o atenderam em sua mansão haviam procedido corretamente.

A médica afirmou que naqueles dramáticos momentos de 25 de junho de 2009 não havia nenhuma possibilidade de salvar a vida de Michael Jackson.

“Pessoalmente nunca senti que tivesse pulso”, explicou Richelle, que, no entanto, alegou que um dos membros de sua equipe disse ter encontrado sinais de vida no artista, embora isso não tenha sido comprovado pelos monitores que registravam o ritmo cardíaco. Ao contrário do que ela disse nesta entrevista.

Michael Jackson sofreu uma parada cardiorrespiratória por volta do meio-dia (pelo horário local) de 25 de junho em sua casa em Los Angeles, onde foi atendido por uma equipe emergências que chegou de ambulância antes das 12h30.

Após meia hora de tentativas para reanimá-lo, eles decidiram em conversa por telefone com Richelle que era necessário declarar a morte do cantor às 12h57.

O então médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, que é acusado de homicídio involuntário neste caso, pediu no entanto que seu paciente fosse transferido ao hospital. A morte do cantor não foi certificada definitivamente até as 14h26 locais daquele dia.

A médica de emergências questionou Murray sobre a situação de Michael Jackson e sua medicação, para saber qual seria o tratamento mais adequado.

Segundo o testemunho de Richelle, Murray indicou que Jackson era um homem sem problemas sérios de saúde que estava “esgotado” pelas jornadas de ensaios para seus próximos shows, razão pela qual lhe havia receitado duas dose do tranquilizante Lorazepam. Para Richelle, a resposta foi insuficiente para determinar as razões pelas quais Jackson se encontrava naquela situação.

“Não tinha uma explicação do por que Michael Jackson estava morto”, afirmou a médica, que disse que Murray não lhe contou que também havia aplicado o anestésico propofol ao “rei do pop” para ajudá-lo a dormir.

A necrópsia determinou que o artista morreu vítima de uma overdose de fármacos, especialmente de propofol, apesar de Cooper alegar que era “improvável que tivesse feito algo diferente que mudasse o resultado”.

Conrad Murray declarou-se inocente das acusações, e poderá ser condenado a até 4 anos de prisão. Depois de Richelle, a acusação chamou para depôr Edward Dixon, um engenheiro da companhia de telecomunicações AT&T, para revisar a lista de ligações registradas pelo telefone celular de Murray em 25 de junho.

A jornada continuou com o testemunho de Thao Nguyen, cardiologista do hospital UCLA que fez parte do grupo de médicos que atendeu o cantor.

Nguyen confirmou que Murray, que parecia “devastado”, não contou que havia administrado propofol a Michael Jackson, e que temeu que já era “tarde demais” para salvar o cantor quando este chegou ao centro médico.

A promotoria do caso considera que Murray, de 58 anos, administrou ao artista uma dose de remédios que teria provocado sua morte, em uma situação de “flagrante negligência”.

A defesa sustenta que foi o próprio Michael Jackson quem, devido à sua suposta dependência da substância, teria tomado os fármacos quando Murray estava ausente.

MJ_Speechless

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