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sábado, 8 de outubro de 2011

Ex-namorada de médico de Michael Jackson, depôs.

Após descrever Dr. Conrad Murray como um mulherengo perante o júri, a camareira Sade Anding, ex-namorada de Conrad Murray, participou nesta terça-feira (04/10/11) do julgamento da morte de Michael Jackson, já que o médico, acusado de homicídio involuntário, falou com ela pelo telefone nos últimos momentos de vida do cantor.



Sade declarou que Murray ligou no dia 25 de junho de 2009 e, após uma troca de saudações, ela começou a contar como estava sendo seu dia, porém, o médico já tinha deixado de escutá-la.

“Ouvi ruídos, barulhos e tosse”, disse Sade, que após alguns minutos tentando falar com Murray, desistiu por não obter resposta.

A testemunha, que conheceu o médico quando trabalhava como camareira no Texas, informou que foi incapaz de identificar a origem dos sons do outro lado da linha, e se a tosse era do doutor ou de outra pessoa.

Michael Jackson morreu no mesmo dia da ligação, apesar de não ser conhecido precisamente o momento em que o astro sofreu a parada cardiorrespiratória.

Segundo os analistas, o testemunho de Sade mostrou o momento em que Murray –que passava as noites na casa de Michael Jackson, onde administrava seus medicamentos para dormir– percebeu pela primeira vez que seu paciente tinha problemas.

Entre a conversa de Murray com Sade e a ligação para os serviços de emergências efetuadas pelo guarda-costas do artista, Alberto Álvarez, passaram apenas 30 minutos.

A promotoria espera mostrar ao júri que o médico pessoal de Jackson cometeu uma “negligência flagrante” ao cuidar do artista, já que as próprias ações de Murray o transformaram no responsável direto da morte do cantor.

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