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domingo, 30 de outubro de 2011

"É difícil saber os efeitos do Propofol em Michael "

O especialista em propofol disse aos jurados nesta segunda-feira, 24/10/11, que é difícil saber os efeitos precisos que o anestésico fez em Michael Jackson, porque ele já tinha utilizado o anestésico nos meses antes de morrer.



Dr. Steven Shafer disse esta declaração ao ser interrogado pelo advogado de defesa Ed Chernoff, que observou o risco de que Michael Jackson poderia ter parado de respirar logo nos primeiros minutos que o anestésico foi administrado no dia em que ele morreu.

Chernoff se baseou no modelo que a conclusão e a pesquisa foram feitas pelo Shafer.

“No caso de Michael Jackson, é mais difícil ter a certeza”, respondeu Shafer. “Há muito pouco, quase sem precedentes para este nível de exposição propofol.”

Shafer, um pesquisador da Universidade de Columbia e professor, disse que Michael Jackson vinha recebendo propofol quase todas as noites durante mais de dois meses, de acordo com o depoimento do Dr. Conrad Murray para a polícia.

Shafer anteriormente testemunhou que ele acha que uma overdose de propofol matou Michael Jackson. Mas ele disse que Murray não mantinha registros sobre a quantidade que ele dava ao cantor.

Shafer comentou que a única teoria que se encaixa é que Murray começou a aplicar 100 miligramas de Propofol em torno das 9h, o que ocasionou em uma parada respiratória ao meio-dia. Se Murray tivesse acompanhado de perto o estado do cantor, teria percebido que sua respiração ficou mais fraca por volta das 11h45 e interrompido a aplicação.

Shafer é a testemunha de acusação final, e advogados de defesa deverão começar a apresentar seu caso no final do dia.

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