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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Divulgação do depoimento de duas horas feito pelo Dr. Conrad

A divulgação do depoimento de duas horas feito pelo Dr. Conrad Murray para os policiais dois dias depois da morte de Michael Jackson continuam.



Na gravação, Murray conta que Paris, a filha de Michael Jackson, ficou muito desesperada ao receber a notícia da morte do pai no hospital e disse que não queria ser uma órfã. “Ela disse para mim: ‘Você salvou muitas vidas. Por que não salvou meu papai?’. Respondi que tinha feito o meu melhor”, afirmou Conrad na gravação.

Murray contou aos detetives como ele consolou as crianças, Prince, Paris e Blanket no hospital depois de MJ morreu. Ele disse para as crianças “chorem e chorem…”Paris disse que não queria ser “uma órfã.”

No áudio, ele também contou aos policiais que a menina e os outros filhos do artista, Prince e Blanket, viram o corpo do pai morto, o que foi permitido pelos assistentes sociais do hospital.

Enquanto o corpo de MJ estava sendo preparado para ser visto, Conrad disse que o restante da família começou chegar.

Ele estava em uma sala de conferências grande com Katherine e La Toya, quando a Katherine lhe perguntou: “Você sabe por que ele morreu.” Murray disse que não.

De acordo com Murray, Joe Jackson nunca apareceu no hospital.

Murray disse que, em seguida, foi para outra parte da UCLA para ajudar os advogados da família redigir um comunicado para a imprensa. Isto poderia explicar porque as câmeras de vigilância do hospital gravaram o Murray saindo da sala de emergência naquela tarde.

Murray disse aos detetives que MJ visitava outros médicos. Ele disse que o Dr. Klein via MJ três vezes por semana e ele deixa o consultório completamente perdido.

Ainda na gravação, os policiais contaram a Murray que haviam encontrado maconha no quarto de Michael e perguntaram se ele sabia se o popstar fumava a erva. O médico respondeu que não. Ele também afirmou para os policiais que o cantor enxergava tão mal que ele podia ser considerado “legalmente cego”.

“O senhor Jackson tinha problemas para urinar… No transcurso dos últimos meses, ele me explicou que quando ia ao banheiro, levava horas para urinar’, contou Murray à polícia.

“Na verdade, ele se molhava. As pessoas o deixavam lá (no toalete), voltavam e ele ainda não conseguia ir ao banheiro’, emendou.

Murray descreveu que tratou Jackson por desidratação e fadiga em momentos diferentes, explicando que o cantor não se alimentava muito bem.

“Ele não bebia, nem comia. Dizia que durante toda a sua vida a sua mãe teve que obrigá-lo a comer quando era menino. Ele não gostava de ingerir alimentos. E os alimentos que comia, quando comia, eram, na maior parte das vezes, frango e arroz’, explicou Murray.

Murray disse aos detetives que sua maleta que continha propofol ainda estavam no armário de MJ.

MJ_Speechless

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