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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Depoimento do Dr. Conrad Murray o levou para o julgamento



Fontes ligadas diretamente na decisão de processar o Dr. Murray contaram ao TMZ que o depoimento feito dois dias depois da morte do cantor com duração de 2 horas no Carlton Hotel Rtiz em Marina del Rey deu aos promotores a munição necessária para processá-lo.

Nossas fontes disseram que todos os promotores quase declinaram para a arquivar o caso, mas o depoimento policial fez toda a diferença.

A polícia e os promotores acreditavam que eles nunca seriam capazes de provar que o Dr. Murray havia administrado propofol em Michael Jackson quase todos os dias durante 2 meses, se não fosse pela própria informação involutária do Dr. Murray.

O tratamento médico irresponsável do Dr. Murray, fez com que os promotores acreditassem que administrar o anestésico em um ambiente doméstico por todo este tempo comprova a imprudência.

As fontes afirmam que os policiais nunca poderiam provar que o Dr. Murray aplicou um total de 5 litros de propofol em Michael Jackson, se não fosse o seu depoimento.

Mas ainda há algo mais fundamental. Informaram-nos que ficou evidente para os detetives que logo após o depoimento o Dr. Murray não disse toda a verdade, e as fontes policiais disseram: “Ele disse durante todo o tempo 70% da verdade e mentiu 30% do restante do tempo. E as mentiras criaram a suspeita que o levou a uma investigação que o levou as acusações.”

A dúvida que fica é o motivo que levou o Dr. Murray a dar, de “presente”, essas informações aos policiais.

Como uma fonte disse, “Dr. Murray e seu advogado nunca pensaram que ele seria acusado de um crime. Ele estava mais preocupado com sua imagem e acho que pudesse encerrar o assunto desta forma.”

Já outra fonte acrescentou: “pessoas inteligentes que são arrogantes eles pensam que podem falar com os policiais e fazer um problema ir embora, mas o trabalho não funciona dessa maneira.”

MJ_Speechless

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