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domingo, 30 de outubro de 2011

Presidente da AEG Live depõe no julgamento do médico de MJ

Randy Phillips, presidente que financiou os shows “This Is It Tour” de Michael Jackson depôs no dia de hoje, 25/10/11 e disse ao júri que quando a AEG Live anunciou os 10 primeiros shows de MJ, as vendas se esgotaram em minutos.



Phillips disse que Michael Jackson concordou em adicionar mais shows com duas condições:

# 1 – ele queria uma propriedade rural de 16 hectáres fora de Londres com rios e cavalos para as crianças…

# 2 – e que fazia questão de estar no ” The Guinness Book of World Records”, como maior o artista que fez o maior número de shows na famosa O2 Arena (Prince atualmente detém o recorde com 21 shows).




Testemunho de Randy poderá provar que Michael Jackson estava sob extrema pressão para se apresentar no momento de sua morte e que eventualmente levou o cantor ao longo a morte.

Phillips disse que ouviu que MJ queria um médico pessoal para acompanhá-lo na turnê, ele tentou convencer MJ de procurar alguém em Londres, mas MJ insistiu em trazer seu próprio médico com ele.

Phillips disse ao júri que ele conheceu o Dr. Murray em uma reunião na casa de MJ, mas tudo o que foi discutido o Dr. Murray estava planejando em dar para o MJ.

Quando chegou em junho, Phillips disse, que ele recebeu um e-mail do Kenny Ortega, diretor da turnê dizendo MJ não estava focado e estava faltava aos ensaios.

Phillips, em seguida, recebeu um telefonema do gerente de MJ, o falecido Frank DiLeo, pedindo uma reunião para discutir a saúde do MJ.

Esta foi a reunião de emergência que aconteceu em 20/06/2009 na casa do MJ, onde Ortega leu o contrato para o MJ.

Phillips participou da reunião onde ele disse que o Dr. Murray atacou o Kenny Ortega pedindo para ele mandar o MJ para casa na noite anterior, dizendo-lhe “Eu sou o médico.”

Phillips perguntou ao Dr. Murray após a reunião, se ele estava ciente de que MJ estava visitando o Dr. Arnold Klein. E ele disse que o Dr. Murray disse que ele tinha “olhado para ele.”

Phillips disse aos promotores que pensou que MJ tinha grande confiança no Dr. Murray.

Ele disse que nunca sentiu em nenhum momento que MJ não estava pronto para os shows.

MJ_Speechless

Defesa do médico de Michael Jackson chama mais testemunhas


A equipe de defesa do Dr. Conrad Murray iniciou no dia de hoje, 25/10/11 a primeira sequência de testemunhas, incluindo dois detetives polícia de Los Angeles, um médico que tratou MJ por mais de 15 anos, e uma das enfermeiras do MJ.



Os detetives são Dan Myers e Orlando Martinez disseram ao júri que o segurança de MJ, Alberto Alvarez nunca mencionou nada sobre Propofol até dois meses depois que Michael Jackson havia morrido, portanto sua história não pode ser considerada.

Alvarez depôs na semana passada no julgamento e contou que o Dr. Murray lhe ordenou a guardar os frascos de Propofol em um saco antes de lhe pedir para ligar para o 911.

Advogados do Dr. Murray, em seguida, questionaram o Dr. Allan Metzger que alegou que a cantor havia sofrido com problemas de sono por mais de 15 anos, e suplicou-lhe de drogas IV, já em abril de 2009.

A enfermeira que tratou Michael Jackson em 2009, Cherrylin Lee começou a chorar quando ela disse ao júri que ela implorou para MJ não tomar Propofol.

Cherylin Lee contou que alertou Michael Jackson mais de uma vez que este medicamento poderia matá-lo.

Em um momento dramático do depoimento, o promotor David Walgren leu os prontuários de Lee, onde ela conversa com MJ, “Eu entendo que você quer uma boa noite de sono, que você quer ser nocauteado, mas e se você não acordar?”

Lee disse ao júri que não tinha idéia do que era o Propofol, mas depois de fazer algumas pesquisas, ela percebeu que não estava confortável para fazer a administração. Ela disse MJ “ninguém que se importasse ou tivesse o melhor interesse no coração vai lhe dar isso.”

Lee afirma MJ lhe assegurou que era seguro, desde que ele foi monitorado.

De acordo com Lee, MJ ficou frustados com os remédios que incluia os chás e infusões de vitamina e com isto parou de chamá-la.

A última vez que ela ouviu da cantor foi em 21 de junho, quando seu segurança a ligou freneticamente para lhe dizer que Michael Jackson não estava se sentindo bem.

Ela disse que podia ouvir MJ gritando no fundo, “Diga a ela o que está acontecendo comigo … metade do meu corpo está quente e a outra metade está frio.”

Ela disse que pediu para o segurança levar MJ imediatamente para o hospital.


MJ_Speechless

Juiz proíbe perguntas sobre contrato de Michael Jackson

O juiz encarregado do processo relacionado à morte do cantor Michael Jackson impediu os advogados que defendem o cardiologista Conrad Murray de fazerem perguntas sobre o contrato multimilionário do cantor em sua última temporada de shows.



Os advogados de defesa de Murray, que é julgado por homicídio culposo, queriam apresentar o contrato de Michael Jackson com a empresa AEG Live para mostrar que ele ficaria muito endividado com a promotora dos shows no caso de cancelamento das apresentações. Os defensores do médico alegam que o cantor estaria desesperado para assegurar que os shows fossem realizados.

No entanto, o juiz Michael Pastor, do Tribunal Superior, disse que permitir questionamentos sobre o contrato poderia confundir os jurados, que devem decidir se as ações de Murray causaram a morte do rei do pop em junho de 2009. “Esta não é uma disputa contratual. É um caso de homicídio”, disse Pastor.

O advogado de defesa Ed Chernoff declarou que Michael Jackson ficaria com uma dívida com a AEG Live de quase US$ 40 milhões se os shows fossem cancelados. Chernoff afirmou que isso teria levado Michael Jackson a injetar em si mesmo uma dose do anestésico propofol numa tentativa desesperada de dormir.

A promotoria afirma que Murray, que se declarou inocente, foi o responsável pela aplicação da dose do medicamento que matou o cantor.

Embora Pastor tenha impedido depoimentos sobre o contrato com a AEG, ele vai permitir o testemunho de Randy Phillips, presidente e executivo-chefe da empresa. O juiz disse que Chernoff poderá perguntar a Phillips sobre a organização do show, intitulado “This is It”, a conduta do cantor durante a coletiva de imprensa realizada em março de 2009 e coisas que possam ter acontecido durante os ensaios para as apresentações.

Phillips deve testemunhar ainda nesta terça-feira, depois de os jurados ouvirem Cherilyn Lee, uma enfermeira que afirmou que Jackson pediu a ela propofol várias vezes para conseguir dormir, mas afirmou ter recusado o medicamento.



O testemunho de Cherilyn Lee foi iniciado na segunda-feira. Ela é a sexta testemunha que os advogados de Murray convocaram para tentar responsabilizar o próprio cantor por sua morte. As declarações da enfermeira foram brevemente adiadas nesta terça-feira, depois de ela parecer nervosa nobanco das testemunhas e afirmar que estava sentindo tontura.

Os advogados de defesa pretendem chamar outras testemunhas nesta terça-feira para fazer declarações que, acreditam, possam dar suporte à sua teoria. Dentre eles está Phillips e a cabeleireira e maquiadora de Michael Jackson, Karen Faye. Eles também vão chamar várias testemunhas que vão tentar refutar o testemunho de especialistas convocados pela promotoria, que afirmam que Murray foi imprudente e culpado pela morte inesperada do rei do pop em 25 de junho de 2009.

A expectativa é de que os trabalhos da defesa estendam-se até a quinta-feira. Se a previsão se confirmar, as deliberações dos jurados não deverão começar antes da próxima semana. Os advogados teriam o fim de semana para a elaboração dos argumentos finais e a orientação do júri. As informações são da Associated Press.

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Dr. Conrad Murray não conseguiu as filmagens da casa de MJ

Os advogados de defesa do Dr. Conrad Murray insunuaram que a Polícia fez um trabalho desleixado ao recuperar as imagens das câmeras de segurança da casa de Michael Jackson no dia em que ele morreu, falhando ao fazerem cópias das imagens cruciais antes que elas fossem apagadas.



VEJA AQUI O VIDEO

A segunda testemunha, um especialista em vigilância da LAPD, chamado Alex Supall depôs no dia de hoje, ele só mostrou alguns minutos das imagens das câmeras de segurança para os investigadores, mostrando MJ chegando em casa pela última vez por volta das 00:45 em 25 de junho, 2009.

Como divulgado anteriormente pelo TMZ, os advogados do Dr. Murray tiveram um grande problema com a forma que os investigadores registraram as filmagens, sendo apenas uma pequena parte das imagens de segurança daquele dia, então eles exigiram ver as 24 horas que haviam sido gravadas.

Especificamente, os advogados do Dr. Murray queriam ver quem entrou na casa de MJ durante todo aquele período, cenas estas que poderiam provar sua teoria de que as evidências da casa de Michael Jackson foram alduteradas.

Problema é … as câmeras filmaram por 24 horas e por isso Supall testemunhou, só que, as filmagens não foram copiadas na íntegra e foram substituídas por novas imagens e não podem mais serem recuperadas.

"É difícil saber os efeitos do Propofol em Michael "

O especialista em propofol disse aos jurados nesta segunda-feira, 24/10/11, que é difícil saber os efeitos precisos que o anestésico fez em Michael Jackson, porque ele já tinha utilizado o anestésico nos meses antes de morrer.



Dr. Steven Shafer disse esta declaração ao ser interrogado pelo advogado de defesa Ed Chernoff, que observou o risco de que Michael Jackson poderia ter parado de respirar logo nos primeiros minutos que o anestésico foi administrado no dia em que ele morreu.

Chernoff se baseou no modelo que a conclusão e a pesquisa foram feitas pelo Shafer.

“No caso de Michael Jackson, é mais difícil ter a certeza”, respondeu Shafer. “Há muito pouco, quase sem precedentes para este nível de exposição propofol.”

Shafer, um pesquisador da Universidade de Columbia e professor, disse que Michael Jackson vinha recebendo propofol quase todas as noites durante mais de dois meses, de acordo com o depoimento do Dr. Conrad Murray para a polícia.

Shafer anteriormente testemunhou que ele acha que uma overdose de propofol matou Michael Jackson. Mas ele disse que Murray não mantinha registros sobre a quantidade que ele dava ao cantor.

Shafer comentou que a única teoria que se encaixa é que Murray começou a aplicar 100 miligramas de Propofol em torno das 9h, o que ocasionou em uma parada respiratória ao meio-dia. Se Murray tivesse acompanhado de perto o estado do cantor, teria percebido que sua respiração ficou mais fraca por volta das 11h45 e interrompido a aplicação.

Shafer é a testemunha de acusação final, e advogados de defesa deverão começar a apresentar seu caso no final do dia.

Janet Jackson interrompe shows na Austrália

Janet Jackson está colocando sua turnê australiana na espera e retornando para os Estados Unidos para ficar com sua família no meio do julgamento de médico de seu irmão Michael Jackson.



Um comunicado publicado no site de Janet Jackson, diz que “depois de discussões privadas com sua família em relação ao falecido de seu irmão Michael Jackson, tornou-se necessário” que Janet Jackson deixe a Austrália, por onde ela tinha programado várias paradas para sua turnê Number Ones.

“Quando eu planejei esses shows, a programação na Califórnia era completamente diferente. Depois de falar com minha família na noite passada, eu decidi que devemos ficar juntos agora”, disse Janet Jackson em comunicado divulgado no domingo.

“Eu estou ansiosa para estar com você no Gold Coast, Sydney e Melbourne para fazer os shows”, acrescentou ela em uma mensagem aos fãs na Austrália.

Shows agendados para quarta, quinta e sábado, em Melbourne foram remarcados para a Rod Laver Arena a noite de 03 de novembro.

Gold Coast e Sydney concertos não serão afetados pela sua viagem.

Em declaração enviada pelo seu empresário, Paul Dainty, ele disse: “É importante que Janet esteja com sua família neste momento crítico na audiência.”

“Pedimos desculpas em nome da nossa empresa e em nome da Janet por qualquer inconveniente ao reagendamento dos shows em Melbourne, agradecemos a Janet pelos seus shows e bem sucedidos em Perth e Adelaide e aguardamos ansiosamente pelo seu retorno.”

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Advogados de Dr. Murray entram em conflito para defender o médico

A defesa do Dr. Conrad Murray está prestes a apresentar suas testemunhas ao júri no julgamento da morte de Michael Jackson, mas, segundo o site Radar Online, os advogados do médico estão entrando em conflitos uns com os outros.



Uma fonte próxima a Conrad Murray disse que Ed Chernoff, o líder dos advogados de Defesa, não gostava do jeito com que Michael Flanagan, um dos componentes do grupo estava agindo no caso.

“Ed não gostava do jeito que Michael estava lidando com as testemunhas de acusação. Ed sentiu que Michael era muito abrasivo e irritante em seus questionamentos, e que Michael permitiu que as testemunhas esclarecem pontos que só ajudaram a promotoria. As coisas estavam ficando muito tensas”.

Alguns espectadores do tribunal ainda ficaram surpresos quando Chernoff decidiu que ele ia lidar com Dr. Steven Shafer, última testemunha da acusação e especialista em Propofol.

“Flanagan tinha se preparado por cerca de quatro meses para interrogar Dr. Shafer. Michael estava completamente preparado e pronto para tentar achar falhas no depoimento que Shafer já havia feito”, disse a fonte do site Radar Online.

Nesta segunda-feira (24), o julgamento continua na Corte de Los Angeles, onde as testemunhas dos advogados de Defesa devem começar a ser ouvidas.

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sábado, 22 de outubro de 2011

Cirque du Soleil Michael Jackson The Immortal World Tour























Dr. Conrad Murray diz que está orando por todos no julgamento

O Dr. Conrad Murray fez uma declaração muito chocante na noite passada, ao deixar um restaurante em Santa Monica. Ele disse: “Eu estou orando para o Ministério Público, seus associados, e o testemunho de seus especialistas.”



Infelizmente, o fotógrafo não perguntou por que o Dr. Murray estava orando por eles… Se é porque ele reza para todos, sejam eles amigos ou inimigos – ou se ele está orando, porque ele acredita que eles estão retratando-o injustamente, com antiética perante o júri.

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MJ continuou recebendo propofol mesmo após parada cardíaca

Para o médico Dr. Steven Shafer, especialista em propofol e última testemunha da promotoria no julgamento de Conrad Murray, Michael Jackson morreu porque continuou recebendo propofol mesmo após seu coração ter parado. Em seu depoimento desta quinta-feira (20), ele mostrou simulações das possíveis quantidades de propofol que o cantor recebeu antes de sua morte.



Ele rejeitou que tenham sido dadas doses de 25 mg, 50 mg, 100 mg ou mesmo seis injeções de 50 mg ou 100 mg em intervalos de tempo diversos. Shafer explicou que o propofol é expelido rapidamente do organismo, portanto Michael recebeu propofol continuamente. Ele também refuta a possibilidade de o cantor injetar doses extras, porque isso exigiria a agilidade que alguém que acordou da sedação com propofol não teria. Além disso, o cantor tinha veias de difícil acesso –o que dificulta a autoaplicação.
O médico apontou como mais provável a hipótese de Murray ter dado 1.000 mg de propofol por volta das 9h da manhã. Isso causaria uma parada respiratória por volta do meio-dia, e o cantor continuou recebendo a medicação mesmo após ter morrido. O especialista também demonstrou o funcionamento do equipamento usado para dar propofol.

Última testemunha apresentada pela promotoria, Shafer também mostrou hoje (20) que Michael Jackson tinha uma maior dose do sedativo lorazepam no organismo do que Conrad Murray admitiu ter administrado no dia em que ele morreu. A autópsia no corpo do cantor, morto em junho de 2009, mostrou que ele foi vítima de uma overdose de propofol em combinação com outros medicamentos, inclusive o lorazepam.

A promotoria diz que Murray foi negligente com seu paciente, mas o médico se diz inocente, e sua defesa alega que o próprio Michael Jackson causou a morte ao ingerir doses adicionais quando ele se ausentou do quarto do artista. Após o fim do testemunho de Shafer, os advogados de defesa de Conrad Murray irão trazer suas testemunhas, para tentar provar a inocência do médico.

Se for condenado, Murray pode pegar até quatro anos de prisão e ter sua licença de médico cassada.

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Um pedido de desculpas...

Vimos por este meio pedir as nossas mais sinceras desculpas pela agressividade das noticias postadas relativamente ao julgamento. Acho que nenhum de nós fãs de Michael Jackson estavamos à espera de algumas fotos/noticias que têm sido levadas a julgamento, e nomeadamente postadas aqui. Mas a verdade é que estas noticias fazem parte do que acontece em julgamento e do nosso artigo, e para informaçao dos fãs publicamos, pois nao queremos que as noticias sejam escondidas. Algumas noticias são agressivas, e que não afectam só a nossa sensibilidade, mas antes de estas noticias serem agressivas em nós, foram agressivas para com Michael... Se há algo que temos reparado nos ultimos tempos de julgamento é que muita verdade foi escondida após a morte de Michael... (e não queremos que essa verdade seja ocultada aos fãs...)

Acusação encerra depoimentos contra o médico de Michael

Dr. Steven Shafer afirmou que Dr. Conrad Murray não agiu como médico e não teve julgamento profissional ao supostamente atender as vontades do cantor, sem cogitar se elas seriam prejudiciais ou não para seu paciente. “Ele agiu como um empregado, e não exerceu o julgamento médico”, afirmou, comparando a atitude a de um “faxineiro”.



O médico criticou principalmente a aplicação das injeções e a falta de equipamentos para ressuscitação. Dr. Shafer fez diversas demonstrações sobre o uso de anestesias, e como o Propofol deve ser injetado – por ter uma embalagem mais resistente, fica claro que é mais difícil errar a dosagem.

Em seguida, a acusação exibiu um vídeo sobre segurança em injenções, sobre os equipamentos de segurança que são necessários para emergências, como um laringoscópio. O vídeo mostrou diversos procedimentos médicos, o que deve ser feito para ressuscitar um paciente e, mais uma vez, como o Propofol deve ser injetado.

“A falta de aparelhos de sucção é preocupante”, apontou o médico. Ele disse que, com as injeções de Propofol, era necessário ter equipamentos que auxiliam em situações como sufocamento por vômito. A falta de uma bomba de infusão foi vista por Dr. Shafer como crucial para a morte de Michael Jackson.

Sem relatórios
A falta de anotações e um fichamento médico que registrassem o que Dr. Murray fez e medicou nas últimas horas de vida do cantor foi também atacada. “Michael tem o direito de ver o que o médico lhe deu. E, sem relatório médico do que aconteceu, esse direito foi negado. E, mesmo com a morte de Michael, a família tinha esse direito também – e também foi negado”, afirmou a testemunha. “Eu sei como me sentiria se meu pai, irmão ou filho morresse e os médicos dissessem, ‘não sabemos, não temos relatório’”.

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Steven Shafer depõe no julgamento do médico de Michael

O julgamento do médico acusado da morte de Michael Jackson foi retomado nesta quarta-feira. Os jurados ouviram um dos maiores especialistas em propofol, poderoso anestésico de uso controlado que as autoridades dizem ter matado o rei do pop.



O depoimento de Steven Shafer ressaltou as advertências que estão incluídas em cada garrafa de propofol.
Os promotores afirmam que Conrad Murray ignorou os avisos ao dar o anestésico para combater a insônia de Michael Jackson. Shafer disse aos jurados que quer restaurar a confiança pública no medicamento e nos médicos.

“Eu sou perguntado todos os dias na sala de cirurgia: ‘Você vai me dar o remédio que matou Michael Jackson?’”, disse Shafer. “Este é um medo que os pacientes não precisam ter.”

Shafer é a última testemunha de acusação contra Murray, que alega ser inocente de homicídio culposo.

Testemunhas de acusação têm repetidamente criticado Murray pelo tratamento dado a Michael Jackson, observando que o uso do propofol como remédio para insônia estava fora da finalidade da droga.

Eles também criticaram Murray por não pedir ajuda mais cedo, pelo trabalho mal feito nos esforços para ressuscitação e por mentir a paramédicos e médicos de emergência sobre as drogas que ele tinha dado a Michael Jackson.

Michael Pastor , juiz da Corte Superior cancelou o depoimento na última terça-feira para dar aos advogados de defesa tempo para pesquisar os resultados dos novos testes conduzidos sobre o nível do sedativo lorazepam no corpo de Michael Jackson.

A defesa de Murray afirma que os níveis de lorazepam no estômago do cantor sugerem que ele pode ter tomado várias pílulas sem o conhecimento do médico nas horas antes de sua morte.

O procurador David Walgren disse que os novos resultados mostram que os níveis de lorazepam no corpo de Michael Jackson eram menores do que a defesa alegava.

Ed Chernoff, um dos advogados de defesa, disse que estava buscando testes adicionais de um laboratório independente para confirmar ou refutar os resultados.

Murray reconheceu ter dado doses de propofol a Michael Jackson como um auxílio para dormir. No entanto, seus advogados disseram que a quantidade de propofol dada a Michael Jackson no dia em que morreu era muito pequena para causar sua morte repentina.

Os advogados de Murray vão começar a chamar suas testemunhas na sexta-feira, incluindo Randy Phillips, promotor da turnê “This Is It”, que Jackson ensaiava na época de sua morte, em 2009.

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David Adams poderá prejudicar médico de Michael

Segundo o site TMZ, a defesa de Dr. Conrad Murray vai se dar mal com o depoimento de uma de suas próprias testemunhas, o anestesista David Adams.



Dr. Murray é acusado do homicídio culposo – quando não há intenção de matar – de Michael Jackson. Ele está em julgamento desde 27 de setembro em um tribunal em Los Angeles.

Dois dias após a morte do cantor, Conrad Murray disse para os policiais, em conversa gravada, que investigaram o caso que David Adams também administrou Propofol em Michael para tratar da alegada insônia do artista. O procedimento teria sido presenciado pelo próprio médico pessoal do pop star. A intenção da defesa de Murray é provar que Michael Jackson era viciado em Propofol.

Murray também declarou na gravação que Adams foi convidado a fazer parte da equipe que acompanharia o artista na turnê “This is It”.

De acordo com fontes do TMZ, Adams vai afirmar que nunca usou Propofol em Michael para que ele dormisse e sim para que fosse submetido a procedimentos dentários. Além disso, deve alegar que foi a ganância de Conrad Murray que matou Jackson em 25 de junho de 2009.

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Katherine irritada com convite da Lingerie Football League

Katherine Jackson está furiosa após o convite que a Lingerie Football League fez para sua neta Paris Jackson para que ela fosse a porta-voz do time.



O time que joga com suas mulheres usando apenas roupas íntimas, se aproximou de Paris de 13 anos , filha de Michael Jackson, para convidá-la e logo sua guardiã, a avó Katherine ficou com muita raiva.

Um membro da família disse ao RadarOnline: “Katherine viu isto como um ataque repugnante sobre um menor. Um adolescente ser porta-voz de liga de lingerie? Isso é muito assustador e francamente ofensivo. “Há uma tempestade infernal na dentro da família neste momento.”

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Filha de Michael Jackson tieta Chris Brown em show

O cantor Chris Brown se apresentou nessa quinta-feira (20) em Los Angeles, Estados Unidos. Paris Jackson, filha do astro pop Michael Jackson, esteve na apresentação e aproveitou para tietar o artista. Ela postou em seu perfil no Twitter uma foto com o cantor antes do show.



“Apresentação do CB (Chris Brown). Quem está animado?”, escreveu. Depois que a apresentação acabou, Paris mandou uma mensagem para Chris Brown através do site de microblogs. “Show incrível. Você é demais”, elogiou. O show faz parte da turnê The F.A.M.E, o álbum mais recente do cantor, lançado neste ano.

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Prince, Paris e Blanket Jackson no Phantasialand

Prince, Paris e Blanket Jackson no Phantasialand em 06/10/11

Paris é convidada para participar na Lingerie Football League

Segundo o site TMZ, Paris Jackson, filha de Michael Jackson, foi convidada a ser porta-voz da Lingerie Football League, cujas praticantes do esporte jogam usando underwear. A proposta aconteceu depois que foi noticiado que Paris tornou-se a primeira integrante feminina do time da modalidade de seu colégio, em Los Angeles, no início deste mês.



Paris joga no time masculino porque a escola não tem equipe feminina.

De acordo com o TMZ, a entidade quer que Paris ajude a difundir seus programas para jovens e formalizou o convite em uma carta assinada por Mitchell S. Mortaza. O texto diz que a liga “vai criar escolas pelo país para apresentar o futebol americano para as meninas”.

Mortaza ainda formaliza um convite para que Paris, após completar 18 anos, jogue pela Liga Lingerie de Futebol Americano. A menina tem 13 anos atualmente.

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Promotor poderá chamar Prince Jackson para depor

O promotor David Walgren se reuniu recentemente com o filho mais velho de Michael Jackson, Prince Jackson e com sua avó, Katherine Jackson para discutir a possibilidade do filho do Rei do Pop depor no julgamento de homicídio involuntário do Dr. Conrad Murray. A reunião secreta foi realizada na residência de Katherine em Calabasas.



“Walgren reuniu-se com o Prince e Katherine Jackson para discutir se o Prince irá depor. Katherine quer garantir que o Prince seja protegido na medida do possível”, um membro da família Jackson disse para RadarOnline.com.

“Mesmo que ela esteja firmemente contra o Prince testemunhar, ela reconhece que isso é algo que ele quer fazer muito. Lembrando que, a partir dos depoimentos ouvidos até agora, quando o médico descobriu que Michael Jackson não estava mais respirando, o médico pediu para chamar Prince e levá-lo até o quarto. O Dr. Murray quer o Prince para isso. Prince tem a informação que é claramente relevante para o processo. Mas não se engane, se o Prince já fosse adulto ja teria sido chamado para testemunhar. “

Prince seria chamado como testemunha de refutação pela acusação, e essa decisão será feita pelo Ministério Público depois que a defesa apresentar o seu caso. “Prince tem as informações que serão úteis para o júri ouvir. No entanto, é uma faca de dois gumes de colocar uma criança neste caso no tribunal. Isto poderia ser muito traumático e Prince, apesar de todas as garantias de que ele pode lidar com isso, bem, você nunca sabe o que pode acontecer realmente”, diz a fonte.

“Como ele vai fazer sob o interrogatório dos advogados do Dr. Murray? Como ele vai reagir ao ver o Dr. Murray no tribunal? A última vez que o Prince iu o Dr. Murray foi no dia em que seu pai morreu, e muita coisa mudou em seu mundo desde então. “

Prince e Katherine foram informados pelo promotor,“há uma possibilidade de 50% de ele assumir o posto. Prince estará preparado se for chamado para depor. Katherine e Prince confiam no promotor, e Katherine sabe que isso é muito, muito importante para o seu neto, então, no final, ela não vai ficar no caminho dele para ele fazer isso”, disse a fonte.

Depoimento será retomado na quarta-feira, dia 19 de outubro com o depoimento da última testemunha de acusação, o Dr. Steven Shafer.

Advogado do Dr. Murray, Ed Chernoff, disse que a defesa do médico terá 15 testemunhas.

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Paris Jackson diz: “As garotas podem jogar futebol também”

Única filha de Michael Jackson quer ser uma estrela do futebol.

Ela se juntou a equipe de futebol de sua escola para comprovar que as meninas podem dominar o campo de futebol.



Paris Jackson se tornou a primeira menina a integrar a equipe de futebol americano de sua escola particular em Los Angeles

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Membros da Família Jackson já estão nos EUA

A família Jackson voltou oficialmente para EUA. Considerando que, seu agente de viagem CANCELOU as passagens de retorno do Reino Unido na última hora porque não tinha sido pago.



Os filhos de Tito Jackson, TJ e Taryll, que participaram do show de Tributo a MJ com o seu conjunto 3T. Consiguiram voltar no dia de ontem, 16/10/11, após amargar pelo cancelamento realizado pela agência de viagem.

A Entertainment Travel afirma que advertiu a empresa por trás do show Tributo a MJ, a Global Live sobre uma dívida de US $ 200.000, mas infelizmente eles cancelaram os vôos alegando que eles ainda não tinham recebido o valor.

Fontes próximas aos Jacksons disseram ao TMZ que a família buscou outra agência que concordou em emitir e reservar as passagens para eles retornarem para casa. É claro que este acordo foi pagar por passagens novas.

Entertainment Travel prometeu processar a empresa Global Live se eles não pagarem o que devem dentro em breve.

Um representante da Global Live tinha contado que a empresa pretende pagar, acrescentando que “todas as contas estão sendo reconciliadas.”

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Paris Jackson quer Justin Bieber na festa de seu aniversário

Ainda faltam vários meses para o aniversário de Paris Jackson, mas a filha de Michael Jackson, já vem planejando uma superfesta, com a avó Katherine Jackson. Segundo a revista Star, a menina completa 14 anos em abril de 2012, e quer Justin Bieber amenizando sua festa.



“Suas amigas do colégio estão entusiasmadíssimas com a presença de Bieber na festa. Estão ajudando Paris com os preparativos, e a avó quer que ela tenha a festa que sempre sonhou”.

Mas antes vem o aniversário de Prince Michael, o primogênito do cantor, que faz 15 anos em fevereiro. A mesma fonte disse à publicação que Prince é mais tímido, mas também quer convidar os amigos para uma festa na mansão onde moram.

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Julgamento do médico de Michael Jackson entra em nova fase

O julgamento de Conrad Murray, médico de Michael Jackson acusado de homicídio culposo, entra em nova fase nesta semana. Após terem sido ouvidas mais de 30 testemunhas da promotoria, os advogados de defesa do médico deverão apresentar argumentos para provar a inocência de Murray. Segundo a agência Reuters, a defesa deve chamar 22 testemunhas, incluindo ex-pacientes do cardiologista, especialistas médicos e talvez o ex-cabeleireiro de Jackson.



Provavelmente, eles deverão descrever Murray como um médico gentil e consciencioso e alegar que Michael Jackson era viciado em propofol e outros medicamentos, sendo um paciente difícil.
Nesta segunda-feira (17), ainda termina de depor a última testemunha da promotoria – o especialista em propofol Dr. Steven Shafer. Ele deve falar à Justiça sobre os efeitos do medicamento. Fica também a expectativa quanto à possibilidade de Conrad Murray depor – ele pode ser chamado, mas por enquanto não se sabe se ele irá falar.

Após três semanas de depoimentos – muitos dos quais prejudiciais ao médico – especialistas dizem que a versão dos fatos apresentada por Murray é repleta de incoerências, e que pode ser arriscado ele contar sua versão dos fatos na Justiça. Depor pode ser arriscado, se o médico não explicar com clareza por que não tinha equipamentos adequados para reanimar Jackson quando ele morreu e por que não revelou que de propofol ao astro pop.

Quase ficou sem acusação

O julgamento de Murray começou no dia 27 de setembro, e deve durar pelo menos mais duas semanas. Ele pode ser condenado a até quatro anos de prisão, com perda do registro médico. Caso seja condenado, segundo o site TMZ, o médico poderá ganhar prisão domiciliar. Por conta de uma nova lei que entrou em vigor na Califórnia em outubro, criminosos não violentos não podem ser enviados para a prisão do Estado.

Também de acordo com o TMZ, o Murray poderia não ter sido acusado de homicídio se não tivesse falado com policiais após a morte do cantor. Ele contou voluntariamente aos oficiais que deu propofol à Michael Jackson por dois meses – fato que poderia nunca ser comprovado, se ele não fornecesse a informação. Após seu depoimento, porém, os policiais não se convenceram de que ele estivesse contando totalmente a verdade, e isso levou à abertura do processo.

Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009 de uma intoxicação de remédios, principalmente de Propofol. A promotoria acusa o médico do cantor de homicídio involuntário por negligência ao socorrer o cantor. A defesa do médico, no entanto, alegava que Michael Jackson havia tomado remédios por conta própria enquanto o Murray estava fora do quarto – tese que foi, posteriormente, retirada. Um júri com 12 integrantes irá decidir se médico é inocente ou culpado da acusação de homicídio involuntário.

Para especialistas legais, de acordo com reportagem da Reuters, a defesa terá que esclarecer: por que Murray não informou os médicos da ambulância ou do hospital de que tinha dado propofol ao cantor; por que tentou esconder frascos do anestésico quando os paramédicos chegaram para ajudar Michael Jackson; por quanto tempo ficou fora do quarto de Michael Jackson na manhã da morte; e por que estava usando propofol, medicamento normalmente restrito a pacientes que serão submetidos a cirurgias.

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Katherine diz que o Dr. Conrad Murray é um mentiroso

A mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson está irritada com o Dr. Conrad Murray porque ele disse aos policiais que depois que seu filho amado morreu, ele confortou ela e os filhos do cantor.



Ela disse que o Cardiologista, que agora está em apuros, é um mentiroso.

Katherine Jackson conversou com o promotor David Walgren no início da semana passada e disse estar indignada com a declaração do Dr. Conrad Murray.

“Katherine estava quase fora de si com tanta raiva depois que ela ouviu o Dr. Murray dizendo aos policiais que ele a confortou juntamente com seus netos depois que seu filho foi declarado morto”, revelou o sobrinho da Katherine, Trent Jackson.

Isso nunca aconteceu, o Dr. Murray inventou a coisa toda. “Ela está revoltada e indignada com o Dr. Murray ao dizer que ele estava lá por ela”, acrescentou Trent.

Filho mais velho de Michael Jackson, Prince Jackson também disse que o Dr. Murray nunca nem falou com eles, disse Trent.

Trent contou que as crianças foram mantidas em uma sala fora do UCLA Ronald Reagan Medical Centre e foi o falecido empresário Frank DiLeo que acompanhou as crianças e a Katherine quando eles chegaram na emergência.

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Filhos de MJestão proibidos de verem o julgamento.

O julgamento do Dr. Conrad Murray tem sido no mínimo um gráfico para não dizer outra coisa. Estamos ouvindo todos os detalhes dolorosos sobre os problemas de sono e do dia em que Michael Jackson morreu.

A promotoria mostrou para o mundo inteiro a horrível foto da autópsia no tribunal. Mas você deve estar se perguntando como a família Jackson deve estar se segurando diante disto tudo.



Em entrevista com a uma amiga da família Jackson, Flo Anthony, ela disse que toda a família está unida e fazendo o bem durante este tempo difícil.

Anthony disse que a família está tomando todas as medidas para se certificar de que as crianças, Prince, Paris e Blanket estão protegidos contra as informações que saem sobre o julgamento. “As crianças não estão autorizados a assistirem o julgamento. “

Anthony disse. “Então você sabe, graças a Deus eles não viram a horrível foto da autópsia. Eles não viram a foto de seu pai, antes disso, você sabe deitado na maca após a sua morte… Eles estão muito bem blindados sobre isso. “

Anthony disse que Katherine Jackson tem dado uma vida normal aos filhos de Michael Jackson.

“Eu acho que a Sra. Katherine, com a ajuda de seus filhos, estão fazendo um bom trabalho, muito bom mesmo com os filhos do Michael… Eles estão fazendo o bem na escola. Eles estão no teatro. Eles estão no esporte. Sabe , eles estão realmente curtindo suas vidas. E eu acho isso uma coisa tão bonita “, disse Anthony.

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Família Jackson volta para casa por conta própria

Vários membros da família Jackson terão que voltar para casa por conta própria porque a empresa que deveria fornecer as passagens do País de Gales para EUA cancelou os bilhetes tudo porque a Global Live não fez os devidos pagamentos.



A Entertainment Travel Company afirma que a Global Live (empresa organizadora do Tributo a Michael Jackson) deve para eles o montante de U$ 200.000 em passagens aéreas para a família Jackson, Christina Aguilera e sua equipe, Jamie Foxx, Heavy D e mais 50 funcionários da Global Live e outros mais.

O representante da Entertainment Travel Co disse que não teve escolha a não ser cancelar as passagens que foram reservadas para a banda 3T (composta pelos filhos de Tito Jackson).

O mesmo representante ainda disse que deram o tempo necessário para o pagamento, mas que o próximo passo é entrar em contato com um advogado.

Nenhum representante da Global Live foi encontrado para comentar o assunto.

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Julgamento do médico de Michael Jackson poderá atrasar

O julgamento do ex-médico de Michael Jackson, Dr. Conrad Murray, poderá sofrer um atraso devido a morte de um familiar da última testemunha da acusação.



O especialista em anestesias, Dr. Steven Shafer iria depor ainda nesta semana que finalizou, mas infelizmente seu pai veio a falecer.

O procurador David Walgren disse que irão esperar pelo depoimento do Dr. Steven Shafer quando ele retornar do funeral do pai.

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Defesa do médico de Michael Jackson tem tarefa difícil

A defesa no julgamento do médico de Michael Jackson vai dominar as atenções na próxima semana, e uma pergunta importante ainda não foi respondida: o Dr. Conrad Murray será chamado para depor?



Após três semanas de depoimentos em vários casos prejudiciais ao médico acusado de homicídio involuntário no caso da morte de Michael Jackson, especialistas dizem que a versão dos fatos apresentada por Murray é repleta de incoerências.

Depor pode ser arriscado, se Murray não explicar com clareza aos jurados por que não tinha equipamentos adequados à mão quando Jackson morreu e por que não revelou o uso feito da droga que acabou levando o cantor à morte.

“Se eu estivesse defendendo Murray, não o colocaria no banco das testemunhas. Acho que ele só iria apanhar”, disse o advogado de defesa de Beverly Hills, Mark McBride.

Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos de idade, de uma overdose do poderoso anestésico propofol e um coquetel de sedativos.

Os promotores precisam convencer os jurados de que Murray foi tão negligente no atendimento a Jackson que isso levou à morte do cantor, justamente quando ele se preparava para uma série de concertos em Londres. Se for condenado, o médico pode ser sentenciado a até quatro anos de prisão.

Murray admite ter dado a Jackson uma dose pequena de propofol depois de o cantor lhe ter suplicado o anestésico durante uma longa noite insone. Sua defesa diz que subsequentemente Michael Jackson se injetou uma dose extra, fatal, sem que Murray tivesse conhecimento disso. “O problema é que não há prova nenhuma de que Michael Jackson tenha feito isso. Não há impressões digitais. A não ser que a defesa tenha elementos que desconheço, isso não passa de teoria”, diz o advogado de defesa criminal de Los Angeles Steve Kron.

Perguntas difíceis

A expectativa é que a defesa de Murray convoque cerca de 22 testemunhas assim que a promotoria encerrar seus argumentos, o que pode acontecer já na segunda-feira.

As testemunhas da defesa devem incluir ex-pacientes do cardiologista, especialistas médicos e talvez o ex-cabeleireiro de Michael Jackson. Provavelmente vão descrever Murray como médico gentil e consciencioso e alegar que Michael Jackson era viciado em propofol e outros medicamentos, sendo um paciente difícil.

Mas Murray enfrenta perguntas difíceis levantadas nas três semanas de ataques impiedosos da promotoria. Para especialistas legais, a defesa terá que esclarecer: por que Murray aparentemente não informou os médicos da ambulância ou do hospital que tinha dado propofol ao cantor; por que, como foi alegado, tentou esconder frascos do anestésico quando os paramédicos chegaram para ajudar Michael Jackson; por quanto tempo Murray ficou fora do quarto de Michael Jackson naquela manhã, e por que estava usando propofol, medicamento normalmente restrito a pacientes que serão submetidos a cirurgias.

Segundo McBride, os depoimentos dados à promotoria, especialmente por dois especialistas médicos que criticaram o atendimento dado por Murray, foram “muito, muito prejudiciais”.

“Por mais que eu seja um advogado de defesa renitente, não estou otimista quanto às chances do doutor”, disse o advogado.

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Organizador do Michael Jackson Tribute é acusado de não pagar

As contas do Tributo a Michael Jackson que aconteceu no País de Gales estão começando a serem divulgadas.

Os organizadores do evento foram acusados de gastarem somente em passagens aéreas Vip’s o valor de $ 200.000…



Um representante da Entertainment Travel Company contou ao TMZ, que a Global Live, empresa organizadora do evento, comprou passagens aéreas para a família Jackson, Christina Aguilera e sua tripulação, Jamie Foxx, Heavy D, e para mais de 15 funcionários da Global e outros.

Global Live supostamente acumulou um gasto de $ 200.000, só que até o momento a Entertainment Travel Co alega que não recebeu nenhum centavo para pagar a fatura, e a Global Live não retorna as ligações da agência.

Vários membros da família Jackson estão programados para embarcarem no domingo de volta para os EUA, mas Entertainment Travel está se preparando para pegar pesado.

Eles vão cancelar os vôos da família Jackson se Global Live não pagar. O próximo passo será uma ação judicial.

TMZ conversou com o CEO da Global Live, Chris Hunt que disse: “Todas as contas estão sendo conciliadas e como já lhe foram ditos, eles serão completamente pagos na íntegra.”

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Médico de Michael Jackson escapa a prisão estatal

Dr. Conrad Murray beneficiará já da implementação de uma lei que é aplicada na Califórnia, desde o dia 1 de Outubro, que impede os condenados por homicídios não violentos de irem para a prisão, devido à sobrelotação das cadeias do Estado.



Segundo o TMZ, o crime pelo qual Conrad Murray está a ser julgado, o homicídio por negligência, insere-se nesta categoria, pelo que se for condenado o clínico ficará quanto muito numa cadeia do condado de Los Angeles, ou seja com criminosos que cumprem penas mais ligeiras e onde as medidas de segurança são mais baixas.

Dr. Conrad Murray arrisca-se a uma pena de quatro anos pela morte do autor de ‘Thriller’.

No entanto, mesmo se for condenado ao período máximo, Dr. Murray pode ficar retido apenas dois anos na cadeia do condado de Los Angeles, dado que a sobrelotação é de tal forma um problema, que está a levar as autoridades a encaminharem casos deste género para a conclusão de penas em prisão domiciliária, com pulseira electrônica, baseando-se no historial do arguido e no risco do mesmo para a comunidade.

Dada a ausência de antecedentes criminais de Dr. Murray, esta é a tese que mais vigora no pior dos cenários.

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Dr. Conrad Murray usou Michael Jackson como cobaia

Um especialista em sono testemunhou no julgamento do Dr. Conrad Murray nesta quinta-feira (13). Dr. Nadar Kamanger afirmou que o médico usou Michael Jackson como cobaia para perigosas experiências médicas.



O médico ainda chamou o tratamento feito pelo Dr. Murray no cantor de inconcebível e afirmou que o Propofol nunca foi aprovado como remédio para ajudar pacientes com insônia, alegando que o tratamento feito era praticamente um experimento.

A defesa do Dr. Murray, representada pelo advogado Michael Flanagan citou um estudo feito em 2010 em Taiwan onde 64 pacientes foram tratados de insônia com Propofol e obtiveram bons resultados. Mas Kamangar afirma que o estudo não pode ser levado em consideração pois foi realizado após a morte de Michael.

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Julgamento do médico de Michael Jackson foca uso de Demerol

Um especialista em soníferos depôs nesta quinta-feira, 13/10/2011, dizendo que a dependência de Michael Jackson do analgésico Demerol poderia tê-lo levado a sofrer de insônia, mas disse que, mesmo assim, o médico do cantor errou ao lhe dar propofol para dormir.



O doutor Conrad Murray está sendo acusado de homicídio involuntário devido à morte do cantor de “Thriller”, em 2009, de uma overdose de sedativos e do anestésico propofol.

Os promotores dizem que Murray foi negligente no atendimento que deu a Michael Jackson, mas os advogados de defesa do médico esperam transferir parte da culpa a outro médico que deu Demerol a Michael Jackson. Para eles, foi o Demerol que acabou provocando a insônia que Murray tratava.

Murray disse à polícia que deu propofol a Michael Jackson para ajudá-lo a dormir na noite em que o cantor morreu em sua mansão em Los Angeles. Seus advogados dizem que Jackson se deu sozinho uma dose extra e fatal da droga, que ele chamava de seu “leite.”

Inquirido pelo advogado de defesa J. Michael Flanagan, o especialista em medicina do sono Dr. Nadar Kamanger disse que a revisão que fez dos dados médicos de Michael Jackson mostra que o cantor recebeu Demerol do dermatologista doutor Arnold Klein, de Beverly Hills.

“Geralmente evito usar Demerol” com pacientes, disse Kamangar no banco das testemunhas. “O medicamento pode ativar uma pessoa, torná-la mais hiper ou excitada, gerar mais estímulo.”

Flanagan perguntou: “Isso pode provocar insônia?”

“Com certeza”, disse Kamangar.

Nos argumentos iniciais, três semanas atrás, o advogado principal da defesa, Ed Chernoff, disse aos jurados que, nos meses que antecederam sua morte, Michael Jackson foi ao consultório de Klein até duas ou três vezes por semana.

“O doutor Arnold Klein viciou Michael Jackson em Demerol”, disse Chernoff na época.

O juiz da Corte Superior de Los Angeles Michael Pastor negou um pedido da defesa para convocar Klein para depor, dizendo que o depoimento dele não seria suficientemente relevante ao caso.

Não foi possível alcançar Klein nesta quinta-feira para ouvi-lo.

No banco das testemunhas, Kamangar disse não dispor de informações suficientes para determinar se Michael Jackson tinha dependência de Demerol.

Flanagan perguntou a Kamangar sobre um estudo chinês feito em 2010 sobre o uso de propofol para induzir o sono em pacientes com insônia grave, que mostrou que a droga ajudava essas pessoas.

Kamangar disse que o estudo é extremamente experimental e não justifica usar o propofol como sonífero em um ambiente hospitalar, muito menos em casa.

“Mesmo os autores do estudo explicam no final que é um experimento muito preliminar e que são necessários muito mais estudos para sequer se cogitar em usar essa droga para tratar a insônia”, disse Kamangar.

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Depoimento do Dr. Conrad Murray o levou para o julgamento



Fontes ligadas diretamente na decisão de processar o Dr. Murray contaram ao TMZ que o depoimento feito dois dias depois da morte do cantor com duração de 2 horas no Carlton Hotel Rtiz em Marina del Rey deu aos promotores a munição necessária para processá-lo.

Nossas fontes disseram que todos os promotores quase declinaram para a arquivar o caso, mas o depoimento policial fez toda a diferença.

A polícia e os promotores acreditavam que eles nunca seriam capazes de provar que o Dr. Murray havia administrado propofol em Michael Jackson quase todos os dias durante 2 meses, se não fosse pela própria informação involutária do Dr. Murray.

O tratamento médico irresponsável do Dr. Murray, fez com que os promotores acreditassem que administrar o anestésico em um ambiente doméstico por todo este tempo comprova a imprudência.

As fontes afirmam que os policiais nunca poderiam provar que o Dr. Murray aplicou um total de 5 litros de propofol em Michael Jackson, se não fosse o seu depoimento.

Mas ainda há algo mais fundamental. Informaram-nos que ficou evidente para os detetives que logo após o depoimento o Dr. Murray não disse toda a verdade, e as fontes policiais disseram: “Ele disse durante todo o tempo 70% da verdade e mentiu 30% do restante do tempo. E as mentiras criaram a suspeita que o levou a uma investigação que o levou as acusações.”

A dúvida que fica é o motivo que levou o Dr. Murray a dar, de “presente”, essas informações aos policiais.

Como uma fonte disse, “Dr. Murray e seu advogado nunca pensaram que ele seria acusado de um crime. Ele estava mais preocupado com sua imagem e acho que pudesse encerrar o assunto desta forma.”

Já outra fonte acrescentou: “pessoas inteligentes que são arrogantes eles pensam que podem falar com os policiais e fazer um problema ir embora, mas o trabalho não funciona dessa maneira.”

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Blanket Jackson herda do pai o talento para a dança

Apesar de ser o mais novo dos três filhos de Michael Jackson, parece que Blanket Jackson, de 9 anos, foi quem mais puxou a veia artística do pai. De acordo com o site da revista “People”, o menino não parou de dançar nos bastidores do Tributo a Michael Jackson, que aconteceu no Cardiff’s Millennium Stadium no último sábado, 8.


“Blanket estava dançando e girando exatamente como alguns passos de dança de Michael Jackson”, disse uma fonte que estava no backstage do show e ainda viu os outros dois filhos cinculando pelo local, Prince de 14 e Paris de 13 anos.

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sábado, 15 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Especialista em sono depõe no julgamento de médico de MJ

Dr. Nadar Kamangar, médico pneumologista e especialista distúrbios do sono, disse ao júri que o Dr. Conrad Murray ter administrado Propofol fora das instalações hospitalares sem monitoramento é “inconcebível”.



Dr. Nadar Kamangar, segunda pessoa a depor nesta quarta-feira, 12, tem uma opinião muito parecida com a do Cardio logista Alon Steinberg, primeira testemunha do 11º dia de julgamento do médico Conrad Murray – acusado de homicídio culposo pela morte de Michael Jackson.

Dr. Kamangar, que é membro do CA Medical Board disse que encontrou “vários desvios extremos” nos padrões de atendimento no que se refere à insônia feito pelo Dr. Murray.

Dr. Kamangar disse ao tribunal que a insônia é um problema comum na UTI e que ele usa Propofol como forma de tratamento diariamente, mas com muita cautela.

Dr. Kamangar disse que se deve ter muito cuidado ao usar o sedativo, pois ele pode ter uma reação extremamente imprevisível, especialmente quando usado com outros sedativos.

Dr. Kamangar disse ao júri que os pacientes que utilizam Propofol precisam ser monitorados de perto porque o seu estado pode mudar a qualquer minuto.

Dr. Kamangar disse que o Dr. Murray cometeu “negligência grosseira” ao cuidar de Michael Jackson.

Dr. Kamanger disse aos promotores que é necessária uma bomba automática para administrar Propofol em pacientes, porque a medicação é muito forte, fato que não aconteceu no caso de Michael Jackson.

Dr. Kamanger disse ao júri que o Dr. Murray nunca poderia ter dado para MJ qualquer tipo de sedativos porque ele estava desidratado, o que significa que sua pressão arterial já estava baixa.

Dr. Kamanger disse que o Dr. Murray cometeu uma grave violação no padrão de atendimento ao executar a CPR.

Dr. Kamanger criticou a demora do Dr. Murray em ligar para o serviço de emergência, dizendo que foi uma “falta de cuidado irracional”. Ele disse que o cérebro começa a morrer se não recebe oxigenação necessária depois de quatro ou cinco minutos. Ao esconder informações dos médicos do pronto-socorro, Dr. Kamangar disse que o Dr. Murray violou a primeira norma da medicina : colocar a vida do paciente em primeiro lugar.

Dr. Kamanger disse que o Dr. Murray fracassou em não chamar o 911 e ao invés disto chamou o assistente de MJ isto monstra um “desvio inconcebível de cuidados”.

Dr. Kamanger disse que o Dr. Murray foi totalmente antiético ao ignorar os “sinais claros” de dependência de medicamentos de MJ.

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Advogados de Murray diz que MJ não se matou sozinho

A defesa do médico Conrad Murray mudou de discurso nesta quarta-feira, 12, durante seu julgamento e abandonou a ideia de tentar provar que Michael Jackson teria provocado a própria morte ao ingerir o anestésico propofol.



Segundo o site TMZ, o advogado de defesa do médico, Michael Flanagan, disse que um estudo independente foi feito e ficou comprovado que a ingestão de propofol não resultaria em morte.

Durante o primeiro dia de julgamento, Ed Chernoff, outro advogado de defesa do médico, declarou em seu discurso de abertura que eles provariam que Michael Jackson administrou uma dose de propofol sozinho e assim provocou a própria morte.

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Streinberg diz que Murray fez tudo errado

Dr. Alon Steinberg, um dos principais cardiologistas da Califórnia Medical Board depôs no dia de hoje, 12/10/11 dizendo que o Dr. Conrad Murray demonstrou “um desvio extremo” das práticas padrões em seus cuidados com Michael Jackson.




Dr. Steinberg deixou bem claro que ele é um cardiologista não um anestesista.

Dr. Steinberg disse que ele apenas reviu o caso do Dr. Murray através do depoimento feito pelo médico dois dias depois da morte de MJ e Dr. Murray é o “juiz de suas próprias palavras.”

Dr. Steinberg encontrou 06(seis) desvios separados e distintos do padrão de atendimento, todos qualificados como negligência grosseira. Propofol só deve ser utilizado para procedimentos em um hospital e nunca deve ser usado para dormir.

Dr. Steinberg disse que nunca ouviu falar de alguém usando Propofol para dormir.

Dr. Murray não tinha os equipamentos básicos em caso de uma emergência.

Dr. Steinberg disse que o Dr. Murray não tinha ideia do que ele estava fazendo. O que ele deveria ter feito é ter usado Flumazenil, um antídoto para o Propofol, ligado para o 911 e utilizado um equipamento de oxigênio, poderia ter salvo o Michael Jackson, mas ao invés disto ele começou a dar-lhe compressões torácicas sem necessidade, pois o coração de MJ ainda estava batendo.

Outro erro enorme, o Dr. Murray não chamou o 911. Dr. Steinberg disse aos jurados que a primeira coisa que o Dr. Murray deveria ter feito era ter chamado o 911.

Quando o Dr. Murray finalmente pediu ajuda, ele chamou o Assistente de MJ.

Dr. Steinberg disse que para cada minuto perdido, é menos chance do paciente sobreviver. E se o paciente viesse a sobreviver poderia ter danos cerebrais após os 05 minutos de atraso.

Dr. Steinberg classificou o comportamento do Dr. Murray de “bizarro”.

Outro grande desvio, o Dr. Murray não tomou nota de nada que aconteceu. Isto é importante não só para fins de seguro e legal, mas também para se certificar que tudo está documentado, para que não sejam cometidos erros. Nem um único sinal foi escrito o que causou confusão na sala de emergência.

Dr. Steinberg disse que a falta de cuidado do Dr. Murray “contribuiu diretamente para a morte prematura de Michael Jackson.”

Dr. Steinberg disse que mesmo que o MJ tivesse tomado a dose fatal, o Dr. Murray ainda estaria em falta com o paciente por tê-lo deixado sozinho naquele quarto, que seria a mesma coisa de deixar um bebê em uma bancada.

Dr. Steinberg disse aos advogados de defesa que o Dr. Murray não está treinado para aplicar Propofol.

Dr. Steinberg disse que não sabia muito sobre o Dr. Murray até ler as transcrições do depoimento do médico para a polícia.

Dr. Steinberg disse que, de acordo com as transcrições do depoimento do Dr. Murray, o médico deu gotas de Propofol para MJ na noite em que o cantor morreu, além das 25 mg iniciais.

Dr. Steinberg disse que no depoimento é mencionado claramente a palavra “gotejamento”. Isso pode ser importante porque a defesa está sugerindo que a quantidade que o Dr. Murray deu ao MJ era muito pequena para matar ninguém.

Dr. Steinberg disse que o Dr. Murray teria que manter o gotejamento por mais tempo para manter o MJ dormindo por mais alguns minutos.

Os Advogados do Dr. Murray perguntaram para o Dr. Steinberg se ele realmente acreditava que o Dr. Murray deixou o quarto por dois minutos … sugerindo que poderia ter sido mais.

Dr. Steinberg disse que ele não tem dúvida de que MJ estaria vivo hoje se o Dr. Murray tivesse simplesmente ligado para o 911.

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Mãe de Michael Jackson voltou a chorar no tribunal

A mãe de Michael Jackson desabou em lágrimas quando lhe foi dito que seu filho morrera, e a filha do cantor, Paris, falou que não queria ser órfã, ouviu um tribunal de Los Angeles nesta terça-feira.



Katherine Jackson voltou a chorar no tribunal quando o julgamento por homicídio culposo do médico de Michael Jackson, Dr. Conrad Murray, entrou em sua terceira semana.

Os jurados ouviram Murray contar à polícia, em interrogatório gravado, sobre as horas dramáticas passadas no hospital em 25 de junho de 2009, quando Michael Jackson foi oficialmente pronunciado morto.

Murray, que se declarou inocente de homicídio culposo (não intencional) no caso da morte de Jackson, disse que naquele dia foi, juntamente com um médico da sala de emergência, contar a Katherine Jackson que seu filho morrera. “Ela desabou e começou a chorar. Ficamos lá, seguramos a mão dela”, disse Murray à polícia no interrogatório, gravado dois dias após a morte repentina de Jackson aos 50 anos de idade.

Rebbie, uma irmã de Michael Jackson, abraçou sua mãe enquanto Murray dizia na fita que recomendara que fosse feita uma autópsia do corpo de Michael Jackson para determinar a causa da morte. As autoridades determinaram mais tarde que Michael Jackson morreu de uma overdose do poderoso anestésico propofol, em conjunto com sedativos.

Murray admitiu à polícia que deu propofol a Michael Jackson para ajudá-lo a dormir, mas seus advogados alegam que Michael Jackson tomou por conta própria uma dose extra de propofol que provocou sua morte. O médico disse à polícia que entrou em uma sala do hospital com o empresário de Michael Jackson, seu assistente pessoal e uma assistente social e encontrou os três filhos do cantor comendo alguma coisa.

O médico disse que não lembrava exatamente quem informou as crianças da morte do pai delas, mas que elas começaram a chorar. Ele lembrou que Paris Jackson, então com 11 anos, disse “que não queria ser órfã”. Se for condenado, o médico pode ser sentenciado a até quatro anos de prisão.

Em outro depoimento nesta terça-feira, o detetive da polícia de Los Angeles Scott Smith admitiu, ao ser inquirido pela defesa, que suas anotações indicavam que um frasco do sedativo lorazepam foi encontrado em uma bolsa de soro dentro de um guarda-roupa na mansão de Michael Jackson.

Um investigador do instituto médico legal havia testemunhado anteriormente que era um frasco de propofol que tinha sido encontrado dentro da bolsa de soro. Os promotores dizem que as provas apresentadas no julgamento vão mostrar que, depois de injetar propofol em Michael Jackson, Murray lhe administrou soro com propofol.

Mas os advogados da defesa argumentam que Murray deu a Michael Jackson apenas 25 miligramas de propofol, uma dose relativamente pequena, e não lhe administrou a droga com soro depois disso.

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Legista duvida que Michael tenha causado a própria morte

Michael Jackson não pode ter se administrado a dose de anestésico propofol que causou a sua morte, em 2009, disse na terça-feira em depoimento o médico legista responsável pela autópsia.



CLIQUE AQUI PARA VER O VIDEO


Christopher Rogers afirmou a jurados que ele qualificou a morte do cantor como homicídio. Conrad Murray, médico particular de Michael Jackson, está sendo processado por homicídio culposo, algo que ele nega, embora tenha admitido que administrou propofol a Jackson como sonífero.

Sua defesa alega que o cantor causou a própria morte ao reforçar a dose de propofol quando Murray havia saído do quarto dele, na manhã de 25 de junho de 2009.

“As circunstâncias, sob o meu ponto de vista, não apoiam (a tese da) autoadministração de propofol”, declarou Rogers.

Murray disse à polícia que passou dois minutos fora do quarto, e Rogers disse que isso não seria suficiente para que Michael Jackson se administrasse uma dose adicional do medicamento.

O médico do IML de Los Angeles afirmou que, como não havia equipamentos de dosagem adequados no quarto de Michael Jackson, Murray poderia ter facilmente submestimado a quantidade de medicamento dada ao cantor.

“O problema que o sr. Jackson tinha era não conseguir dormir, e não é apropriado administrar propofol nessa situação. O risco supera o benefício”, disse Rogers.

Testemunhas e registros telefônicos revelaram que Murray passou mais de 45 minutos ao telefone ou escrevendo emails antes de supostamente encontrar o cantor desacordado e chamar uma ambulância.

Num dia dramático, no começo da terceira semana de julgamento, os jurados viram uma foto do corpo de Jackson, esquálido e nu, na mesa de autópsia.

Alguns fãs no plenário soluçaram discretamente, e uma pessoa saiu da sala, muito emocionada. A família de Jackson pediu para não ver as imagens da autopsia.

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Foto da autópsia de Michael Jackson

Dr. Christopher Rogers, legista que fez a autópsia no corpo de Michael Jackson, disse que o cantor morreu por homicídio. O médico depôs nesta terça-feira (11), na terceira semana de julgamento de Dr. Conrad Murray.~


Perguntado pela promotoria como teria sido a morte do cantor, o legista disse que o cantor morreu por homicídio, já que ele não teria condições de acordar e se automedicar em apenas dois minutos. Dr. Murray alega deixou seu paciente sozinho no quarto por esse período para ir ao banheiro.

Dr. Rogers também contou que a causa da morte foi uma intoxicação de propofol agravada por diazepam e lorazepam. Em seguida, o promotor David Walgren mostrou uma foto do corpo de Michael Jackson após a autópsia.



Dr. Rogers também contou em sua perícia descobriu que Michael Jackson tinha a próstata inchada, o que lhe causava problemas para urinar, e que seu coração era saudável.

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Michael Jackson nunca mencionava outros médicos

Dr. Conrad Murray disse à polícia que ele não tinha ideia dos medicamentos que eram prescritos por outros médicos a Michael Jackson embora ele soubesse o que estava acontecendo.

clique aqui para ver o video



Murray disse que MJ nunca lhe dizia que estava visitando outros médicos.

Murray cita que o Dr. Arnold Klein receitava regularmente medicamentos para MJ pelas costas dele.

De acordo com Murray, a equipe de produção do MJ, muitas vezes se queixou das visitas que o cantor fazia ao Dr. Klein, insistindo que o MJ voltava muito pior do consultório do Dr. Klein. Estas visitas aconteciam cerca três vezes por semana.

Murray contou à polícia que “Quando (Michael) voltou (do consultório do Klein), ele ficava basicamente desorientado e era necessáro 24 horas para sua recuperação.”

Murray afirma que a única evidência que ele viu foi um punhado de frascos de comprimidos prescritos pelo leito do cantor, com nomes de outros médicos.

Mas Murray insiste… Michael nunca falou sobre isso.

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Divulgação do depoimento de duas horas feito pelo Dr. Conrad

A divulgação do depoimento de duas horas feito pelo Dr. Conrad Murray para os policiais dois dias depois da morte de Michael Jackson continuam.



Na gravação, Murray conta que Paris, a filha de Michael Jackson, ficou muito desesperada ao receber a notícia da morte do pai no hospital e disse que não queria ser uma órfã. “Ela disse para mim: ‘Você salvou muitas vidas. Por que não salvou meu papai?’. Respondi que tinha feito o meu melhor”, afirmou Conrad na gravação.

Murray contou aos detetives como ele consolou as crianças, Prince, Paris e Blanket no hospital depois de MJ morreu. Ele disse para as crianças “chorem e chorem…”Paris disse que não queria ser “uma órfã.”

No áudio, ele também contou aos policiais que a menina e os outros filhos do artista, Prince e Blanket, viram o corpo do pai morto, o que foi permitido pelos assistentes sociais do hospital.

Enquanto o corpo de MJ estava sendo preparado para ser visto, Conrad disse que o restante da família começou chegar.

Ele estava em uma sala de conferências grande com Katherine e La Toya, quando a Katherine lhe perguntou: “Você sabe por que ele morreu.” Murray disse que não.

De acordo com Murray, Joe Jackson nunca apareceu no hospital.

Murray disse que, em seguida, foi para outra parte da UCLA para ajudar os advogados da família redigir um comunicado para a imprensa. Isto poderia explicar porque as câmeras de vigilância do hospital gravaram o Murray saindo da sala de emergência naquela tarde.

Murray disse aos detetives que MJ visitava outros médicos. Ele disse que o Dr. Klein via MJ três vezes por semana e ele deixa o consultório completamente perdido.

Ainda na gravação, os policiais contaram a Murray que haviam encontrado maconha no quarto de Michael e perguntaram se ele sabia se o popstar fumava a erva. O médico respondeu que não. Ele também afirmou para os policiais que o cantor enxergava tão mal que ele podia ser considerado “legalmente cego”.

“O senhor Jackson tinha problemas para urinar… No transcurso dos últimos meses, ele me explicou que quando ia ao banheiro, levava horas para urinar’, contou Murray à polícia.

“Na verdade, ele se molhava. As pessoas o deixavam lá (no toalete), voltavam e ele ainda não conseguia ir ao banheiro’, emendou.

Murray descreveu que tratou Jackson por desidratação e fadiga em momentos diferentes, explicando que o cantor não se alimentava muito bem.

“Ele não bebia, nem comia. Dizia que durante toda a sua vida a sua mãe teve que obrigá-lo a comer quando era menino. Ele não gostava de ingerir alimentos. E os alimentos que comia, quando comia, eram, na maior parte das vezes, frango e arroz’, explicou Murray.

Murray disse aos detetives que sua maleta que continha propofol ainda estavam no armário de MJ.

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Jermaine Jackson avisa que não participará de tributo no Japão

Hoje a família Jackson está nas manchetes por causa de um possivel show beneficinete que acontecerá no Japão.



Um dos membros da família que não irá participar no evento é Jermaine Jackson.

A estrela escreveu em seu Twitter para seus fãs: “Em resposta a matéria divulgada pelo TMZ, eu gostaria de esclarecer que eu não vou participar de qualquer show em homenagem que esteja planejado em Tóquio. Boa noite a todos.”

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Tributo a Michael Jackson no País de Gales






Jennifer Hudson não participou do Tributo

Jennifer Hudson não participou do Tributo em homenagem a Michael Jackson no dia de ontem, 08/10/11pegando a todos completamente desprevenidos. Especialmente porque ela já tinha sido paga para fazer o show, de acordo com fontes próximas ao show.



Jennifer Hudson twittou tarde de sábado, ela não estaria fazendo o show – “…Questões de grande produção”.

De acordo com nossas fontes, Jennifer alegou que os produtores não lhe deram tempo suficiente para ela ensaiar a música que ela deveria cantar.

Já outras fontes dizem que Jennifer recebeu as músicas no mesmo dia que os outros artistas também receberam.

Jennifer assinou um contrato e recebeu o valor integral pela sua participação.

Um representante de Jennifer Hudson confirmou a razão dela cancelar o show e nos disseram que os produtores a “compreenderam totalmente”, nas as fotnes disseram que não foi bem assim.

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Júri ouviu apenas metade do depoimento de Murray

O júri só ouviu no dia de hoje, 07/10/11, metade da entrevista dramática do Dr. Conrad Murray, na qual o médico admitiu ter bombardeado Michael Jackson com vários sedativos antes dele morrer, e agora, a outra metade vocês terão que ler para crer.



Entre os destaques…

No encontro emocionado entre o Dr. Conrad Murray e a Katherine Jackson momentos depois da morte de Michael Jackson, ela ouviu a seguinte notícia:

Ela pergunta se ele sabe como Michael morreu. Dr. Murray diz que não.

Dr. Murray afirma que Joe Jackson não apareceu no hospital no dia da morte do MJ.

Dr. Murray explica porque as câmeras de segurança o pegou saindo do hospital às 4:30 PM.

O júri irá ouvir o restante da gravação na terça-feira, 11/10/11 quando recomeçarão os trabalhos.

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Dr. Conrad Murray tem versão diferente do que aconteceu

Na entrevista com os detetives da polícia de Los Angeles, Dr. Conrad Murray revelou uma incoerência enorme que pode pesar muito com o júri.




Na gravação, o Dr. Murray disse que ele saiu do quarto de Michael Jackson por apenas 2 minutos para ir ao banheiro e quando voltou Michael Jackson não estava mais respirando. Dr. Murray disse que imediatamente começou a executar CPR.

Mas de acordo com o depoimento da Sade Anding, a namorada de Murray de Houston, ela disse que estava falando com ele ao telefone já por algum tempo, quando de repente ela percebeu que o Dr. Murray largou o telefone e começou a emergência.

Então, existem duas versões – Ou o Dr. Murray foi ao banheiro como ele contou aos policiais, ou ele estava ao telefone possivelmente distraído.

Se os jurados acreditarem em Sade Anding e nos registros telefônicos, eles podem facilmente concluir que o Dr. Murray mentiu para os policiais.

MJ_Speechless

sábado, 8 de outubro de 2011

Havia maconha no kit de barbear de Michael Jackson

Detetive Scott Smith, que conduziu as investigações na casa de Michael Jackson, disse nesta sexta-feira (07/10/11), que recebeu da família um kit de barbear do cantor no qual continha maconha estragada e frascos vazios de temazepam. O policial foi o segundo a ser interrogado no nono dia de julgamento de Dr. Conrad Murray.



Smith também contou a promotoria que encontrou frascos de diazepam e lorazepam no banheiro do cantor. Ele também foi responsável pela gravação do depoimento do médico, que aconteceu na presença de seus advogados no Hotel Ritz Carlton del Ray, no dia 27 de junho de 2009.

Na gravação, Dr. Murray diz como conheceu o cantor e que foi convidado para fazer parte da equipe da turnê This Is It, como médico pessoal. A conversa, apresentada pela promotoria, foi interrompida logo em seu começo para o recesso do almoço.

A primeira testemunha a depor no dia, foi novamente a funcionária do IML, Elisa Fleak. Ela respondeu as mesmas perguntas sobre como conduziu seu trabalho de coleta de evidências na mansão do cantor.



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