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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Médico ligou desesperado para o assistente pessoal do cantor

Assistente pessoal de Michael Jackson, Amir Williams deu seu depoimento, pois de acordo com os promotores o Dr. Conrad Murray teria deixado uma mensagem de voz em desespero no telefone de Williams no dia m que MJ morreu.



Williams disse que MJ estava de bom humor na noite do dia 24 de junho de 2009 que foi o dia de seu último ensaio. Ele disse que o ensaio foi “incrível”.



No dia seguinte, Williams recebeu uma mensagem desesperada do Dr. Murray às 12:13pm dizendo: “Me ligue imediatamente”. Quando ele ligou de volta, Dr. Murray disse que MJ tinha tido uma “reação negativa” e para “trazer alguém aqui imediatamente”.

Quando ele chegou lá, a primeira coisa que ele viu foi MJ sendo levado para fora da casa em uma maca. Ele disse que o Dr. Murray parecia “desvairado”.

Williams disse que depois que ele soube da morte de Michael, o Dr. Murray chegou até ele e disse que havia “existia alguns creme que Michael usava e não queria que o mundo soubesse.” Então, o Dr. Murray pediu para ele levar os cremes para a casa e que depois iria buscá-los.



Depois de verificar com o chefe da segurança de MJ, Faheem Muhammad, eles decidiram não deixar o Dr. Murray entrar mais na casa…

Williams disse que era “normal” ter tanques de oxigênio na casa de MJ.

Williams disse para o Ed Chernoff, que ele nunca contou à polícia sobre o estranho pedido de Murray até dois meses após a morte de Michael.

Williams disse para Chernoff que o Dr. Murray nunca lhe pediu para chamar o 911.

Williams testemunhou que ele tinha visto Michael falar “mais lento”, depois que sai do consultório do Dr. Arnold Klein – onde a defesa diz que Michael ficou viciado em Demerol.

MJ_Speechless

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