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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ed Chernoff defende médico de Michael Jackson

Advogado do Dr. Murray, Chernoff disse que a prova irá mostrar que MJ havia engolido 8,2 mg de comprimidos de Lorazepam.



Chernoff disse MJ injetou sem si próprio uma dose de Propofol, que criou uma “tempestade perfeita” que o matou. E não houve nenhuma maneira de salvá-lo. Ele morreu na hora.

Chernoff disse aos jurados que o TMZ divulgou ano passado que a grande peça central do caso de defesa na morte de MJ é o próprio MJ e não o o Dr. Conrad Murray.

Chernoff também disse que MJ “tinha um problema” que nenhuma quantidade determinada poderia vencê-lo, mesmo com seu talento, e sem ajuda, ele não poderia fazer a turnê “This Is It” – uma turnê que lhe daria mais dinheiro do que ele já tinha feito antes.

Assim, Chernoff disse que Michael foi a busca para compara um médico.

Dr. Murray não é um “médico das celebridades”, ele é um cardiologista que salva vidas.

A defesa vai colocar alguns dos pacientes do Dr. Murray diante do júri para mostrar o seu nível de cuidados. Ele poderia comprar medicamentos para as pessoas que não podiam pagá-lo e, em geral, vãos bem acima do padrão de atendimento esperado de um médico – o que contradiz o que os promotores disseram dele ser ganancioso e irresponsável. Murray parecia chorar enquanto ouvia Chernoff.



Murray tratava MJ por diversos problemas, incluindo fungos e um pé quebrado.

Chernoff disse que Murray não tinha idéia que MJ tinha um problema muito mais profundo.

MJ não tinha insônia, ele tinha “uma incapacidade absoluta, total e completa para dormir.”

Quando Murray se encontrou com os detetives dois dias depois da morte de MJ, ele respondeu bem a todas as perguntas. Foi sem rodeios e não escondeu nada. Chernoff disse que Murray disse aos policiais: “Eu não sei o que matou Michael Jackson. Quero saber também.”

Michael Jackson disse para Murray que a única maneira de fazê-lo dormir era usar o Propofol e que sempre teve Propofol.

MJ disse para Murray como era exatamente para ser administrado o Propofol. Ele até tinha um apelido para a droga – chamava de leite.

MJ sabia que a lidocaína era essencial para a administração de Propofol para evitar a sensação de queimação.

MJ disse Murray que ele iria usar Propofol com ou sem Murray, então Murray concordou em providenciar o Propofol.

Dr. Murray cuidou de MJ por 2 meses com Propofol e durante este período o cantor dormiu, acordou, e viveu sua vida – sugerindo que não houve negligência na administração do anestésico.

A prova vai mostrar é que Michael Jackson morreu quando Dr. Murray parou de administrar o medicamento, pois Murray disse aos policiais que ele acreditava que seu papel era o de encontrar uma maneira para ajudar MJ a dormir normalmente sem utilizar o Propofol.

Em outras palavras, Murray estava tentando desviciar MJ do Propofol e dar-lhe outros sedativos mais tradicionais. E, em 22 de junho, três dias antes MJ morreu, Michael concordou com Murray em deixá-lo tirar do Propofol. E nesse dia Murray deu apenas meia dose de Propofol. E funcionou. MJ dormiu.

Em 23 de junho, Murray disse Não para MJ sobre o Propofol, dando-lhe outros sedativos em seu lugar. E, no dia em que MJ morreu o plano era não dar-lhe o Propofol. Sempre indo para outros sedativos.

É por isso que na gravação, MJ implora pelo Propofol. É por isso que Murray deu-lhe outros medicamentos mais de uma vez durante a noite.

Chernoff disse que MJ tinha certos “traços de personalidade.” Ele manteve várias pessoas separadas uma das outras em sua vida.

Chernoff apresentará um especialista em dependência, que irá testemunhar que o DR. ARNOLD KLEIN VICIOU Michael Jackson em DEMEROL.

Outras coisas graves aconteceram cinco dias antes do MJ morrer, onde os representatnes da AEG e outros participantes da reunião se reuniram na casa de MJ e falar em “puxar a ficha” sobre a turnê. E, posteriormente, MJ deixou claro para Murray – que ele precisava dormir ou a turnê iria por água abaixo.

Chernoff insiste que Murray só deu para MJ 25 miligramas de Propofol pouco antes de ele morrer – e isso não é suficiente para matá-lo.

Chernoff disse que MJ foi dormir, e Murray checou seu pulso – que era bom.

Murray, em seguida, sentou e observou e o deixou no quarto “somente quando ele se sentiu confortável.” Esta pode ser a chave para o caso – Murray abandonou MJ, deixando o quarto?

Chernoff disse que quando Murray saiu da sala “MJ não estava zerado de Propofol em seu sistema”. Naturalmente, o que Chernoff está argumentando é que Michael se matou em seguida, com a dose fatal.

Chernoff voltou a quebrar a defesa alegando que o Dr. Murray não poderia causar a morte de MJ.

A ciência vai provar que havia mais Propofol no sistema de MJ, depois Dr. Murray saiu do quarto.

A defesa disse que o conteúdo encontrado no estômago MJ era quatro vezes a quantidade de Lorazepam que em seu sangue, o que significa que Michael teria engolido a droga mesmo, depois de Dr. Murray saiu da sala.

MJ_Speechless

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