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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ex-paciente do Dr. Murray diz ter sido abandonado por ele

Um ex-paciente de Dr. Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, disse nesta sexta-feira diante da Suprema Corte de Los Angeles que se sentiu “abandonado” pelo médico quando este se despediu de seus pacientes para atender exclusivamente o cantor.



Robert Russell descreveu o atendimento que recebeu de Murray, cardiologista em Las Vegas, depois de sofrer um ataque do coração em março de 2009.

Disse que estava contente com o médico Murray entre essa data e meados de junho de 2009. “Senti que ele salvou sua vida?”, perguntou a promotora Deborah Brasil. “Sim”, respondeu Russell.

Mas declarou que tudo mudou quando Murray disse a ele que teria de deixar seu consultório para “se ocupar de um paciente no Reino Unido”. Uma consulta com Russell foi cancelada em 15 de junho de 2009 e outra em 22 de junho.

“Eu me senti um pouco frustrado. Era minha vida que estava em jogo, e eu queria saber exatamente como estava. Senti que ele me devia uma resposta”, disse Russell diante do tribunal.

Em 25 de junho, dia da morte de Michael Jackson, Russell ligou para o consultório do médico Murray e ameaçou processá-lo caso o médico não respondesse. O paciente recebeu depois disso uma mensagem de Murray – que ligou para ele enquanto estava na casa do cantor na manhã de sua morte – para dizer que seu coração estava “consertado”.

“Me pareceu estranho porque ele tinha me dito que depois de um ataque cardíaco, o coração não se recupera”. Russell também afirmou que no consultório de Murray, que tinha seu histórico clínico, não lhe deram o contato de nenhum outro cardiologista que pudesse substituir Murray.

“Eu me senti abandonado”, disse.

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Médico de Michael Jackson usou equipamento errado

O fabricante do dispositivo de monitoramento de pulso pelo dedo, alega que o Dr. Conrad Murray utilizava o dispositivo de forma errada no dedo de Michael Jackson, depois que Alberto Alvarez ligou para o 911.



O dispositivo é chamado de oxímetro de pulso, e Bob Johnson da empresa Nonin Medical Equipment contou em seu depoimento no dia de hoje que o Dr. Murray estava usando o modelo errado para o trabalho.

Bob afirma que o modelo usado para monitorar MJ não tinha alarme e por isso, se alguma coisa desse errado, o Dr. Murray nunca saberia, pois não tocaria nenhum alarme.

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Paramédico diz que Michael Jackson poderia ter sido salvo

Um dos paramédicos que correu para salvar a vida de Michael Jackson em sua casa na Rua 100 N. Carolwood fez seu depoimento no dia de hoje, dizendo que, se o Dr. Conrad Murray tivesse chamado imediatamente o serviço emergencial 911, a vida de Michael Jackson poderia ter sido salva.



Richard Senneff contou que o Dr. Murray disse que ele ligou para o 911 assim que pecebeu que MJ estava em perigo, quando na verdade houve um atraso de 20 minutos.

Senneff disse que se o Dr. Murray tivesse o chamado mais cedo havia uma boa chance da equipe do EMT’s pudesse ter resuscitado o coração de Michael.

Senneff disse que o chamado para o 911 ocorreu às 12:22. Ele chegou à casa de MJ quarto minutos mais tarde.

Quando ele entrou no quarto, ele viu Murray, MJ e os seguranças.

Senneff disse que Michael estava vestindo pijamas e parecia magro.

MJ estava sendo colocado no chão quando Senneff entrou, e disse que Dr. Murray estava “desesperado”.

Ele notou uma bolsa de soro dependurada no quarto.

Ele perguntou ao Dr. Murray por três vezes quais eram as condições de saúde do paciente e o médico respondeu que não havia nada.

Ele disse que não tinha nenhum sentido, um suporte de soro e outros equipamentos no quarto.

Quando ele perguntou se o paciente estava tomando algum medicamento, o Dr. Murray mentiu para ele, dizendo que ele não tinha tomado nada e em seguida, disse que ele lhe deu um pouco de Lorazepam.

Ele e o paramedico, Martin Blount, realizaram com sucesso a intubação em MJ.

Senneff disse que havia também muitas inconsistências com o relato do Dr. Murray… MJ estava muito frio, a pupilas de seus olhos estavam dilatados e o eletrocardiograma mostrou uma flatline.

Após a administração de vários medicamentos, MJ continuava na mesma condição sem mudança.

Senneff e sua equipe estavam prestes a desistir, quando o Dr. Murray disse que sentiu um pulso do lado direito da virilha de MJ. Mas quando Senneff olhou para o monitor tudo o que ele viu foi o movimento consistente da CPR.

Senneff ordenou que todos parassem com a CPR para ver se houve de fato um pulso e o monitor, mais uma vez, mostrou uma flatline.

Então ele verificou novamente se havia pulso. Não havia nenhum.

Os níveis de açúcar no sangue também mostraram nenhuma mudança na condição de MJ.

Os jurados ouviram a chamadas telefônicas de Senneff feitas para o hospital em 12:57 descrevendo todos os esforços infrutíferos para resuscitar. O operador dá a hora da morte, mas Senneff diz ao operador, que o Dr. Murray queria continuar os esforços para resuscitar MJ.

Os paramédicos então desceram com Michael pelas escadas e o colocaram na ambulância. Quando Senneff voltou para o quarto para pegar seus equipamentos, ele viu o Dr. Murray pegando alguns itens do chão.

Senneff disse que não havia nenhum sinal de vida em qualquer ponto durante os 47 minutos que ele cuidou de MJ.

Ele também testemunhou que em nenhum momento o Dr. Murray mencionou a palavra Propofol.

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Julgamento do caso Michael Jackson encerra hoje 1ª semana

O julgamento pela morte de Michael Jackson conclui nesta sexta-feira sua primeira semana de testemunhos em uma jornada na qual devem depor os médicos que acudiram à casa do cantor no dia de seu falecimento.



Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos de idade, vítima de uma overdose de remédios, especialmente do potente anestésico propofol, que, segundo a Promotoria, foi administrado por seu médico pessoal, Conrad Murray. O médico, de 58 anos e que se declarou inocente das acusações, é acusado de homicídio culposo e pode pegar até quatro anos de prisão se condenado.

As primeiras pessoas a depor nesta primeira semana de julgamento detalharam a dramática situação vivida na mansão do “Rei do Pop”, em Los Angeles, no fatídico dia de sua morte.

Segundo o diretor de logística de Michael Jackson, Alberto Álvarez, testemunha-chave do caso por ser um dos primeiros a entrar no dormitório do cantor em 25 de junho de 2009, o criador de Thrillerparecia morto sobre sua cama antes da chegada da equipe de emergência.

Álvarez entrou no aposento às 12h20 locais, e o cantor foi declarado oficialmente morto duas horas mais tarde no hospital UCLA de Los Angeles. A testemunha viu Jackson deitado sobre o colchão com a cabeça voltada para a porta, com os olhos e a boca abertos.

A cena foi presenciada pelos filhos mais velhos do cantor, Prince Michael, 14 anos, e Paris, 13, que se mostraram visivelmente abalados. Álvarez relatou que Murray realizava uma massagem cardíaca em Jackson de forma pouco ortodoxa, usando uma só mão, e que interrompeu a reanimação para recolher frascos de remédios e uma bolsa que continha propofol, supostamente com a ideia de ocultar provas.

Foi esse membro da equipe de Michael Jackson quem chamou os serviços de emergências por indicação de Murray. Durante esta semana a defesa tentou diminuir a credibilidade das testemunhas apresentadas até agora exclusivamente pela acusação e sustenta que foi o próprio Jackson quem, por supostamente ser viciado em medicamentos, tomou a dose letal de propofol.

Dr. Conrad Murray deixou o quarto de Michael Jackson durante a manhã do dia 25 para atender uma série de ligações telefônicas quando achava que o cantor dormia. Os advogados de Murray insistem que o “Rei do Pop” pedia que lhe administrassem propofol para combater sua insônia, uma substância de cor branca que ele chamava de seu “leite”.

O julgamento deve durar até a quarta semana de outubro.

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Médico de Michael Jackson chora em tribunal

Primeiro foi o queixo que lhe tremeu, depois vieram as lágrimas. Conrad Murray não se conteve quando o seu advogado falou sobre a amizade que o unia a Michael Jackson e chorou no julgamento em que está acusado de homicídio por negligência do cantor, falecido a 25 de Julho de 2009, de overdose.



Mas Conrad Murray tem mais razões para chorar: a testemunha chave da acusação – o farmacêutico Tim Lopez, que diz ter vendido 15 litros de propofol ao médico nos três meses que antecederam a morte do artista – regressou da Tailândia e vai depor, em sessão ainda não anunciada.

Entretanto, a família Jackson, não recuperada do choque de ter visto o cadáver do seu familiar na maca – imagem que correu o Mundo e indignou muitos fãs – ouviu, em tribunal, uma gravação feita por Conrad Murray no seu iPhone, seis semanas antes da morte de Michael Jackson. No telefonema mal se percebe o que o cantor diz, de tal forma a sua voz está fraca e arrastada. Jermaine Jackson apressou-se a vir a público comentar.

Jermaine Jackson disse: “A voz não demonstra que o meu irmão era drogado – como já li algures”, diz. “Prova apenas que, naquele dia, estava sob a influência de alguma substância que não conhecemos e que o médico devia tê-lo ajudado”.

Mas a defesa, que nas suas primeiras alegações quis também tocar no coração dos jurados e sublinhou o facto de Conrad Murray e Michael Jackson terem sido amigos entre 2006 e 2008 – antes do cardiologista ter sido convidado para ser o seu médico pessoal na tournée ‘This Is It’ – pretendeu sugerir isso mesmo.

Que Michael Jackson já não conseguia dormir sem o auxílio de drogas. “Conrad Murray é um homem imperfeito. Concedo. Mas não é culpado. Michael Jackson automedicou-se, ingeriu oito comprimidos [de lorazepan] e depois tomou uma dose de propofol que criou uma tempestade perfeita no seu corpo. Morreu logo. Não havia como salvá-lo”, disse Ed Chernoff.

Numa sessão marcada pelo nervosismo – até o advogado de defesa, num texto projectado em tribunal, escreveu mal o nome ‘Michael’ – foram ouvidas várias testemunhas, entre as quais Kenny Ortega, colaborador regular do cantor, e Michael Williams, seu assistente pessoal. Ortega confessou que, nos últimos tempos, Jackson lhe parecia “uma criança perdida” mas que, quando interpelou o médico, este lhe respondeu: “Deixe de se armar em médico ou psicólogo amador. Ele está em perfeitas condições físicas e mentais para assumir as suas responsabilidades.”

O julgamento terminará a 28 de Outubro e se for condenado Murray incorre numa pena de quatro anos e perderá a sua licença como médico.

TESTEMUNHAS FALAM POR ORDEM CRONOLÓGICA

Se o julgamento seguir a mesma linha das audiências preliminares, as testemunhas deverão responder por ordem cronológica, desde os seguranças ao médicos até se chegar à noite fatídica. Defesa e acusação convocaram dezenas de testemunhas.

MAIS MEDIÁTICO DO QUE O.J. SIMPSON

Com transmissão em direto em canais online e acompanhamento televisivo exaustivo, este julgamento arrisca-se a ser mais mediático do que o de O.J. Simpson, julgado em 1995 pela morte da namorada e do seu amante.

ADVOGADOS ESTÃO PROIBIDOS DE MENCIONAR OS PECADILHOS

Para grande alívio do clã Jackson, principalmente da mãe de Michael, Katherine Jackson, o juiz que preside a este julgamento, Michael Pastor, proibiu os advogados de ambas as partes de evocarem os pecadilhos dos seus clientes, para que as sessões se concentrem na questão da morte do cantor, aos 50 anos, de overdose do anestésico propofol.

Assim, não só as queixas de abuso de menores que penderam sobre Jackson são tabu, como o é também o facto de nos últimos anos ter atravessado dificuldades financeiras. Pelo lado do médico, a acusação não poderá falar das dívidas de Murray, que são consideráveis, nem do facto de ser um conhecido ‘don juan’, com vários casos com amantes.

SAIBA MAIS

13 Miligramas: A autópsia revelou que Michael Jakcson tinha ingerido propofol. No seu estômago tinha 13 miligramas da droga que deve ser administrada por via intravenosa.

22 Milhões: Desde que morreu, a fortuna de Michael Jackson cresceu em 228 milhões de euros. Desse dinheiro, 22 milhões foi para os herdeiros directos: a mãe, Katherine, e os três filhos do cantor.

110 Mil Euros: Era o ordenado mensal de Conrad Murray para acompanhar Michael Jackson no projecto ‘This Is It’. Inicialmente, tinha pedido três milhões e meio mas acabou por não receber o dinheiro.

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Kai Chase diz que médico de Michael Jackson lhe pediu ajuda

A chefe de cozinha pessoal de Michael Jackson, Kai Chase deu seu depoimento e contou que o Dr. Conrad Murray estava desesperado e lhe pediu para ajudar dez minutos antes de chamar o 911 no dia em que MJ morreu.



De acordo com Chase, ela estava na cozinha preparando o almoço para Michael e seus filhos entre 12:05 e 12:10pm, quando o Dr. Murray correu escada abaixo, gritando para ela “preciso do Prince, preciso de ajuda, preciso do segurança”.

Chase afirmou que ela pediu para o Prince ir até o Dr. Murray e voltou ao trabalho.

Chase admitiu que não fez nenhum contato com os segurança, detalhe este destacado pelo advogado de defesa J. Michael Flanagan.

Ontem, o assistente pessoal de MJ, Michael Amir Williams disse que o Dr. Murray o chamou por volta das 12:13pm e Williams imediatamente ligou para a segurança.

Para assistir ao vídeo, clique aqui



Enquanto Chase estava deixando tribunal hoje, perguntamos se ela achava que seu depoimento foi útil – ela respondeu, “Absolutamente”.

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Tom Mesereau diz que médico de Michael Jackson é culpado

Tom Mesereau, o advogado que defendeu com sucesso Michael Jackson no julgamento do cantor em 20005 po abuso sexual infantil, afirma que o Dr. Conrad Murray “violou todas as obrigações éticas que tinha como um médico”, quando ele deu Propofol a MJ e merece ir para a prisão.

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Mesereau disse que quer deixar claro que: “Eu estou do lado da acusação.”

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Alberto Alvarez diz que Michael estava feliz

O segurança de Michael Jackson, Alberto Alvarez, que foi quem ligou para o 911 na manhã em que MJ morreu, depôs no dia de hoje, 29/09/11.



Alvarez, disse que na noite o dia 24 de junho/2009, uma noite antes de morte do cantor, Michael estava de ótimo humor.

Após o ensaio, Alvarez voltou para a casa de MJ para preparar a chegada de Michael, e viu a BMW do Dr. Conrad Murray estacionado na garagem.

No dia seguinte, por volta das 12:18pm, quando ele estava sentado na cabine de segurança, Alvarez recebeu um telefonema do assistente pessoal de MJ pedindo-lhe para correr para a casa sem criar uma “comoção”.

Quando ele chegou ao segundo andar, viu Conrad Murray na cabeceira da cama de MJ.

Quando Murray me viu, ele me disse: “vem, vem rápido.” Foi quando ele disse, o médico entendeu a gravidade da situação e desligou o telefone com o assistente de MJ, Michael Amir Williams.



Quando Alvarez entrou no quarto de MJ no dia que ele morreu, a primeira coisa que ele viu foi o Dr. Murry fazendo compressões torácicas em MJ com uma mão.

Alvarez disse que MJ estava do outro lado da cama, deitado de costas, suas mãos foram estendidas para os lados, as palmas das mãos para cima, e sua boca e os olhos estavam abertos. Ele disse que MJ parecia morto.

Alvarez, disse que de repente percebeu a Paris pé atrás dele, chorando e gritando “Papai!”

Murray gritou com ele, “Não deixe que eles vejam o pai dessa maneira!”

Alvarez rapidamente retirou a Paris e o Prince do quarto.

Quando ele voltou, Murray pegou um “punhado” de frascos e pedindo-lhe para colocá-los em um saco plástico.

Ele então pediu para Alvarez colocar o saco plástico em um saco de papel marrom e depois colocar dentro de outro saco azul.

Murray também pediu para remover um dos sacos de soro fisiológico IV do suporte e colocá-lo no saco azul também.

Havia dois sacos de soro fisiológico dependurados, mas Alvarez disse que Murray só se preocupava com um deles, o que tinha uma “substância branca leitosa” no fundo do saco.

Murray, então, pediu para Alvarez ligar para o 911 exatamente 12:20 pm.

Na chamada 911, foi colocado o audio gravado da ligação que Alvarez fez pedindo ambulância ao operador dizendo “ele parou de respirar.”

Ele também disse ao operador que o homem não está respondendo e que havia um médico que está fazendo CPR sobre ele.

O operador disse para Alvarez para mover Michael da cama para o chão.

Alvarez, então, ajudou o Dr. Murray realizar a CPR. Ele contou que o Dr. Murray disse a ele que era a primeira vez que ele fazia respiração boca-a-boca. Então Dr. Murray disse: “Eu tenho que fazer isto, ele é meu amigo!” Isto foi até quando os paramédicos chegam e assumiram a CPR e o levou para a sala de emergência no hospital.

Alvarez chegou ao hospital e estava lá quando MJ foi declarado morto.

Alvarez disse aos promotores que ele não tem animosidade com o Dr. Murray e não tinha razão na hora de pensar que o Dr. Murray tinha feito nada de errado.

Alvarez disse que recebeu uma proposta de 500.000 dólares da National Enquirer para falar sobre os acontecimentos daquele dia, mas ele disse que não iria fazer. Ele disse que está financeiramente “dizimado”.

O advogado de defesa Ed Chernoff perguntou se Alvarez não estava “confuso” quanto ao momento dos acontecimentos, mas Alvarez insistiu dizendo que o Dr. Murray pediu para ele colocar os frascos no saco ANTES dos paramédicos chegarem e levarem MJ para o hospital.

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La Toya Jackson participará do tributo a Michael Jackson

La Toya Jackson irá subir ao palco após 20 anos para se apresentar no show de Tributo ao seu irmão falecido Michael Jackson no Pais de Gales, Alemanha.



La Toya não tem cantado em público desde a década de 1990, mas ela está se preparando para o show no País de Gales que incluirá as estrelas, como Black Eyed Peas, Christina Aguilera, Ne-Yo e outros no dia 08 de outubro.

La Toya quer comemorar o legado de seu irmão, e ela admite que está ansiosa ao assistir o julgamento Dr. Conrad Murray por homicídio culposo que começou em Los Angeles no dia 27/09/11.

Ela diz: “Nunca haverá outro momento mágico como este para celebrar Michael com seus fãs.

Perguntamos a La Toya onde ela achava que Michael gostaria que nós estivessemos, no julgamento que está cheio de carga negativa e mentiras ou em um palco celebrando sua música, seu legado e sua vida.

Após pensar por um segundo, La Toya respondeu: “Celebrando a vida com a família e os fãs. Estou ansiosa para fazer um grande show e fazer com que meu irmão tenha orgulho.”

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Katherine Jackson desiste de vender a casa em Encino

Katherine Jackson teve uma mudança em seu coração, decidindo que ela não quer mais vender a casa da família Jackson depois de tudo.



Durante uma audiência hoje, 29/09/11, o advogado da propriedade de Michael Jackson, Howard Weitzman anunciou que estava retirando sua petição para obter a aprovação do juiz para vender a propriedade Hayvenhurst em Encino.

Weitzman, disse que apresentou a petição porque Katherine expressou o desejo de vender o imóvel, mas, desde então, mudaram de idéia.

O tribunal, no entanto, aprovou outro pedido de Katherine para comprar outra casa.

Fontes contaram ao TMZ que ela quer comprar a casa que ela alugou e está atualmente morando em Calabasas, onde ela poderá viver com três filhos de Michael.

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Liza Minnelli fala sobre a vida amorosa de Michael Jackson

Liza Minnelli deu uma entrevista ao Daily Mail e fez questão de falar sobre o seu amigo, o falecido Michael Jackson.



A lendária cantora começou por falar da acusação de pedofilia de que Michael foi vítima (e anos depois, absolvido):“Ele criou este sespaço maravilhoso, Neverland, para as crianças e apoiava imensas as famílias. Até que um dia, o pai de uma dessas crianças telefonou para o Michael e disse-lhe ‘Senão me deres 30 mil dólares vou dizer todo mundo que você abusou do meu filho’ E foi então que o Michael me ligou.” Liza disse depois que Michael não queria contratar um advogado porque achava a história “louca”.

Liza revelou então uma história inédita de uma namorada do Rei da Pop:

“Lembro-me que ele andava a sair com uma rapariga e estava tão apaixonado por ela. Veio-me mostrar-me o anel que tinha comprado para ela. Perguntei-lhe o que é que ele ia dizer e ela e ele não sabia. Então disse-lhe ‘vamos ensaiar’. Mas a rapariga rejeitou-o. Disse-lhe que não estava preparada para se comprometer. Para ele voltar a perguntar daí a 6 meses. E isso matou-o, ele estava destroçado. Conheci todas as suas namoradas, incluíndo a Lisa Marie [Presley], que viria a casar com ele.

A cantora e atriz acabou por dar a sua opinião sobre aquilo que realmente “matou” Michael Jackson, realçando a ingenuidade do cantor:

“No final foi a maldade e a crueldade que o matou. Ele era um dos melhores que o mundo já conheceu. Mudou tudo. Mas só era Rei quando estava no palco. (…) O Michael era um ser humano extremamente dotado, mas não sobreviveu porque nunca ninguém lhe ensinou as regras do jogo.”

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Vídeo mostra médico de Michael Jackson andando pelo hospital

Dr. Conrad Murray foi filmado ansioso passeando em volta da sala de espera da UCLA Medical Center depois que Michael Jackson morreu em 25 de junho, 2009 e as filmagens foram apresentados apenas no tribunal.



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Os promotores afirmam que a fita mostra o Dr. Murray deixando o hospital por volta das 16:36 naquele dia, ou seja, duas horas depois que MJ foi declarado morto.

A defesa contrariou a alegação dos promotores e mostrou outras imagens adicionais onde aparece o Dr. Murray no hospital por volta das 17:00.



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Segurança de Michael disse que Prince e Paris viram tudo

O chefe da segurança de Michael Jackson, Faheem Muhammad, afirma que Prince e a Paris testemunharam o Dr. Conrad Murray tentando desesperadamente resuscitar o pai deles pela manhã quando ele morreu, e foram tirados do quarto.



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Muhammad testemunhou que Paris estava “no chão, enrolada e chorando”, e Prince “ficou chocado e, chorava lentamente.”

Muhammad disse que Michael Jackson parecia estar morto quando ele chegou ao local – e quando ele percebeu que Prince e a Paris estavam na porta, logo os levou para baixo.

Muhammad contou que quando ouviu o Dr. Murray perguntando se alguém sabia fazer CPR, logo seus companheiros ouviram e o segurança Alberto Alvarez correu para ajudar.

Uma vez que MJ foi declarado morto, o assistente de MJ, Michael Amir Williams comentou com ele o pedido do Dr. Murray em esconder os “cremes” e é aí os dois concordaram em não deixar mais o Dr. Murray voltar a casa.

Muhammad também contou que MJ visitava o consultório do Dr. Arnold Klein várias vezes por semana e muitas vezes saiu “um pouco tonto”, mas nunca explicou o porquê. De acordo com Muhammad, MJ, uma vez lhe disse: “Você deve pensar que estou louco para ir todos os dias no Dr. Klein.”

Médico ligou desesperado para o assistente pessoal do cantor

Assistente pessoal de Michael Jackson, Amir Williams deu seu depoimento, pois de acordo com os promotores o Dr. Conrad Murray teria deixado uma mensagem de voz em desespero no telefone de Williams no dia m que MJ morreu.



Williams disse que MJ estava de bom humor na noite do dia 24 de junho de 2009 que foi o dia de seu último ensaio. Ele disse que o ensaio foi “incrível”.



No dia seguinte, Williams recebeu uma mensagem desesperada do Dr. Murray às 12:13pm dizendo: “Me ligue imediatamente”. Quando ele ligou de volta, Dr. Murray disse que MJ tinha tido uma “reação negativa” e para “trazer alguém aqui imediatamente”.

Quando ele chegou lá, a primeira coisa que ele viu foi MJ sendo levado para fora da casa em uma maca. Ele disse que o Dr. Murray parecia “desvairado”.

Williams disse que depois que ele soube da morte de Michael, o Dr. Murray chegou até ele e disse que havia “existia alguns creme que Michael usava e não queria que o mundo soubesse.” Então, o Dr. Murray pediu para ele levar os cremes para a casa e que depois iria buscá-los.



Depois de verificar com o chefe da segurança de MJ, Faheem Muhammad, eles decidiram não deixar o Dr. Murray entrar mais na casa…

Williams disse que era “normal” ter tanques de oxigênio na casa de MJ.

Williams disse para o Ed Chernoff, que ele nunca contou à polícia sobre o estranho pedido de Murray até dois meses após a morte de Michael.

Williams disse para Chernoff que o Dr. Murray nunca lhe pediu para chamar o 911.

Williams testemunhou que ele tinha visto Michael falar “mais lento”, depois que sai do consultório do Dr. Arnold Klein – onde a defesa diz que Michael ficou viciado em Demerol.

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Médico de Michael Jackson exigiu máquina de CPR

A advogada da AEG Live, Kathy Jorrie apenas deu seu depoimento, pois foi Jorrie quem redigiu o contrato entre a AEG, Dr. Murray e Michael Jackson.



Jorrie disse aos promotores que o Dr. Murray teve problemas com uma parte do contrato, dizendo que queria receber o pagamento mensal de $ 150.000 somente durante o período que não começasse a turnê ”This Is It”.

Dr. Murray também pediu uma máquina de CPR no contrato. Quando Jorrie perguntou-lhe por que ele precisa de uma máquina CPR, o Dr. Murray disse que, dada a idade MJ e a natureza árdua dos shows que ele não queria correr nenhum risco.

Jorrie disse que conversou com o Dr. Murry em 24 de junho e o médico lhe disse que tinha visto Michael ensaiando e que ele estava com a “saúde perfeita.” Este foi um dia antes de morrer.

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Médico de Michael Jackson queria muito dinheiro para trabalhar

Paul Gongaware retornou ao tribunal no dia de hoje, 28/09/11 afirmando que o Dr. Conrad Murray pediu um salário astronômico para trabalhar com Michael Jackson.



Gongaware disse que foi Michael que lhe pediu para contratar Dr. Murray… Mas o Dr. Murray estava pedindo US $ 5 milhões.

Mas Michael insistiu que ele queria contratar o Dr. Murray e mais uma vez ele chamou o Dr. Murray e lhe ofereceu 150 mil dólares por mês, a pedido de MJ.

Gongaware também disse ao advogado de defesa do Dr. Murray que ele estava à procura de qualquer medicamento para o MJ, dizendo que ele percebeu uma “calúnia ligeira” no discurso de Michael durante suas interações.

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Lou Ferrigno disse que Michael Jackson parecia muito bem

O amigo e personal fitness de longa data de Michael Jackson, Lou Ferrigno disse ao TMZ que o MJ não mostrou sinais de sofrimento durantes os exercícios fisicos duas semanas antes de o cantor morrer.



Lou contou que algumas declarações feitas no tribunal que Michael estava se deteriorando nas últimas semanas antes de sua morte, não condiz com a realidade.

Lou disse que duas semanas antes de Michael Jackson morrer, ele foi à casa de MJ e o treinou por uma hora. Michael fez esteira controlando os batimentos cardiacos, fez exercícios com bola, fez levantamento de pesos leves, completou toda a carga dos exercísos e ainda fez um monte de alongamento.

Lou contou que Michael estava com um pique de energia muito bom, mas ele se queixou de que ele estava chateado porque estava tendo problemas para dormir.

Lou disse que vinha treinando Michael de duas a três vezes por semana para a turnê… e MJ parecia “muito estressado”, mas pareceia com boa saúde.

“E isso foi assustador”, pois Lou disse que ele deixou a casa pela última vez duas semanas antes de Michael morrer e MJ disse a ele “Cuide de si mesmo”.

Lou respondeu para MJ: “Eu vou te ver na próxima semana.” Michael apenas repetiu: “Cuide de si mesmo.” Lou sente Michael sabia que algo ruim estava para acontecer.

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Depoimento de Paul Gongaware

Co-CEO da AEG Live, Paul Gongaware apenas tomou uma posição dizendo que promotores exigiram 21 apresentações extras de Michael Jackson.



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Gongaware contou que os 10 primeiros shows foram esgotados quase que instantaneamente e Michael queria acrescentar mais 21 elevando o total para 31.

Gongaware disse que Michael estava obcecado para bater o recorder do cantor Prince com 21 shoes na O2.

Ele disse que mesmo depois de vender 50 shows, ainda havia 250 mil pessoas à espera de bilhetes.

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Kenny Ortrega diz que havia algo de errado com Michael

O amigo e coreógrafo de Michael Jackson , Kenny Ortega, só reforçou a acusação alegando que Michael estava doente nos dias que antecederam a sua morte e Dr. Conrad Murray o repreendeu quando ele manifestou a sua preocupação.



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Kenny Ortega, diretor e criador da turnê “This Is It” disse que Michael estava “muito animado” com os shows.

Kenny Ortega disse que em meados do final de junho de 2009 Michael faltou a vários ensaios.

Na sexta-feira, 19 de junho de 2009, Ortega observou que Michael “não estava bem” e que algo estava acontecendo.

Ortega perguntou a MJ o que “o atormentava”. E Ortega disse que Michael parecia perdido e foi “incoerente”.

Ortega disse que ele se sentou ao lado do Michael, e enquanto Michael observava os ensaios, então ele esfregou os pés de Michael, porque o cantor estava com muito frio. Michael deixou os ensaios naquele dia mais cedo.

Ortega disse que ele estava tão preocupado com Michael, que ele enviou um e-mail a AEG Live aos cuidados do CEO Randy Phillips (abaixo) – dizendo que Michael precisava de ajuda psicológica.



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Ortega disse que ele foi confrontado pelo Dr.Murray durante uma reunião na casa de Michael no dia 20 de junho de 2009. Dr. Murray disse que ele estava chateado Ortega por não deixá-lo clinicar, repreendendo-o por agir como um médico (vídeo abaixo).

Ortega diz que no dia 23 de junho, quase 4 dias depois que Michael estava doente, ele apareceu nos ensaios cheio de energia. E Ortega disse que “Michael estava diferente.”

Em 25 de junho, Ortega recebeu um telefonema da AEG Live Co-CEO Paul Gongaware dizendo que uma ambulância tinha levado Michael para o hospital. Paul ligou depois e disse Ortega, “perdemos ele.”

Durante o interrogatório cruzado, Ortega disse ao advogado de defesa Ed Chernoff, que o Dr. Murray foi responsável pela programação de Michael dos dias que antecederam a sua morte.

Quando Ortega foi perguntado se achava que Michael estava abusando dos medicamentos, Ortega disse que sim.

Ortega disse que logo antes do dia 19 de junho, Michael “desapareceu por cerca de uma semana.”



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Ed Chernoff defende médico de Michael Jackson

Advogado do Dr. Murray, Chernoff disse que a prova irá mostrar que MJ havia engolido 8,2 mg de comprimidos de Lorazepam.



Chernoff disse MJ injetou sem si próprio uma dose de Propofol, que criou uma “tempestade perfeita” que o matou. E não houve nenhuma maneira de salvá-lo. Ele morreu na hora.

Chernoff disse aos jurados que o TMZ divulgou ano passado que a grande peça central do caso de defesa na morte de MJ é o próprio MJ e não o o Dr. Conrad Murray.

Chernoff também disse que MJ “tinha um problema” que nenhuma quantidade determinada poderia vencê-lo, mesmo com seu talento, e sem ajuda, ele não poderia fazer a turnê “This Is It” – uma turnê que lhe daria mais dinheiro do que ele já tinha feito antes.

Assim, Chernoff disse que Michael foi a busca para compara um médico.

Dr. Murray não é um “médico das celebridades”, ele é um cardiologista que salva vidas.

A defesa vai colocar alguns dos pacientes do Dr. Murray diante do júri para mostrar o seu nível de cuidados. Ele poderia comprar medicamentos para as pessoas que não podiam pagá-lo e, em geral, vãos bem acima do padrão de atendimento esperado de um médico – o que contradiz o que os promotores disseram dele ser ganancioso e irresponsável. Murray parecia chorar enquanto ouvia Chernoff.



Murray tratava MJ por diversos problemas, incluindo fungos e um pé quebrado.

Chernoff disse que Murray não tinha idéia que MJ tinha um problema muito mais profundo.

MJ não tinha insônia, ele tinha “uma incapacidade absoluta, total e completa para dormir.”

Quando Murray se encontrou com os detetives dois dias depois da morte de MJ, ele respondeu bem a todas as perguntas. Foi sem rodeios e não escondeu nada. Chernoff disse que Murray disse aos policiais: “Eu não sei o que matou Michael Jackson. Quero saber também.”

Michael Jackson disse para Murray que a única maneira de fazê-lo dormir era usar o Propofol e que sempre teve Propofol.

MJ disse para Murray como era exatamente para ser administrado o Propofol. Ele até tinha um apelido para a droga – chamava de leite.

MJ sabia que a lidocaína era essencial para a administração de Propofol para evitar a sensação de queimação.

MJ disse Murray que ele iria usar Propofol com ou sem Murray, então Murray concordou em providenciar o Propofol.

Dr. Murray cuidou de MJ por 2 meses com Propofol e durante este período o cantor dormiu, acordou, e viveu sua vida – sugerindo que não houve negligência na administração do anestésico.

A prova vai mostrar é que Michael Jackson morreu quando Dr. Murray parou de administrar o medicamento, pois Murray disse aos policiais que ele acreditava que seu papel era o de encontrar uma maneira para ajudar MJ a dormir normalmente sem utilizar o Propofol.

Em outras palavras, Murray estava tentando desviciar MJ do Propofol e dar-lhe outros sedativos mais tradicionais. E, em 22 de junho, três dias antes MJ morreu, Michael concordou com Murray em deixá-lo tirar do Propofol. E nesse dia Murray deu apenas meia dose de Propofol. E funcionou. MJ dormiu.

Em 23 de junho, Murray disse Não para MJ sobre o Propofol, dando-lhe outros sedativos em seu lugar. E, no dia em que MJ morreu o plano era não dar-lhe o Propofol. Sempre indo para outros sedativos.

É por isso que na gravação, MJ implora pelo Propofol. É por isso que Murray deu-lhe outros medicamentos mais de uma vez durante a noite.

Chernoff disse que MJ tinha certos “traços de personalidade.” Ele manteve várias pessoas separadas uma das outras em sua vida.

Chernoff apresentará um especialista em dependência, que irá testemunhar que o DR. ARNOLD KLEIN VICIOU Michael Jackson em DEMEROL.

Outras coisas graves aconteceram cinco dias antes do MJ morrer, onde os representatnes da AEG e outros participantes da reunião se reuniram na casa de MJ e falar em “puxar a ficha” sobre a turnê. E, posteriormente, MJ deixou claro para Murray – que ele precisava dormir ou a turnê iria por água abaixo.

Chernoff insiste que Murray só deu para MJ 25 miligramas de Propofol pouco antes de ele morrer – e isso não é suficiente para matá-lo.

Chernoff disse que MJ foi dormir, e Murray checou seu pulso – que era bom.

Murray, em seguida, sentou e observou e o deixou no quarto “somente quando ele se sentiu confortável.” Esta pode ser a chave para o caso – Murray abandonou MJ, deixando o quarto?

Chernoff disse que quando Murray saiu da sala “MJ não estava zerado de Propofol em seu sistema”. Naturalmente, o que Chernoff está argumentando é que Michael se matou em seguida, com a dose fatal.

Chernoff voltou a quebrar a defesa alegando que o Dr. Murray não poderia causar a morte de MJ.

A ciência vai provar que havia mais Propofol no sistema de MJ, depois Dr. Murray saiu do quarto.

A defesa disse que o conteúdo encontrado no estômago MJ era quatro vezes a quantidade de Lorazepam que em seu sangue, o que significa que Michael teria engolido a droga mesmo, depois de Dr. Murray saiu da sala.

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Promotor David Walfren inicia o julgamento da morte

O promotor David Walfren, logo na abertura, entregou uma declaração usando um gráfico para detalhar um corpo que parece ser o de Michael Jackson em uma maca.



Michael Jackson confiou sua vida nas mãos do médico Dr. Conrad Murray, o que foi uma “equivocada confiança”. A causa da morte foi uma overdose de Propofol administrado pelo Dr. Murray.

Vamos provar que o Dr. Conrad Murray repetiu por várias vezes com negligência grosseira e incompetência.

Walgren, explicou que Dr. Murray ganhava mensalmente US$ 150.000, ou seja, exigiu US$ 5 milhões para o tempo de duração da turnê “This Is It”.

Dr. Murray negociou com uma farmácia para comprar grandes quantidades de Propofol de forma regular.

Dr. Murray mentiu para o farmacêutico dizendo que ele tinha uma clínica em Santa Mônica, sendo que ele não tinha.

Em 10 de maio de 2009, Dr. Murray fez uma gravação da voz de Michael Jackson em seu iPhone… Este vídeo documenta fala de Micahel Jackson sobre a influência de “agentes desconhecidos” . Isto mostra que o Dr. Murray sabia do estado de Michael Jackson e sabia o que ele estava fazendo para o cantor.



Nas semanas que antecederam a morte de MJ, ele estava frio, com tremores, devagar, mas DR. Murray manteve dando-lhe Propofol, e Kenny Ortega irá testemunhar que Michael Jackson estava claramente mal.

Uma reunião foi realizada na casa em que Michael morreu em 20 de maio de 2009, com Kenny Ortega, Dr. Murray, MJ e outros. Dr. Murray repreendeu Ortega quando ele expressou suas preocupações sobre sua saúde de MJ, e Dr. Dr. Murray disse-lhe: “Michael está fisicamente e emocionalmente bem. Eu sou o médico”.

No dia em que MJ morreu, era 01:00 da madrugada quando MJ chegou em casa depois de ensaiar e Dr. Murray passou a noite na casa, como fazia todas as noites anteriores (02 meses e meio) com a finalidade de colocá-lo para dormir com Propofol.

Walgren reconheceu que o TMZ divulgou quase tudo que aconteceu desde o começo, quando Michael morreu em seu leito, que ele estava clinicamente morto quando os paramédicos chegaram a sua casa.

Dr. Murray escreveu mensagens de texto e fazer chamadas telefônicas, enquanto ele se sentou ao lado de MJ. Ele fez oito telefonemas, o último às 11:51 para uma namorada, e foi quando Dr. Murray percebeu que havia uma emergência. Então Dr. Murray chamou o segurança Alberto Alvarez e disse que Michael Jackson tinha tido uma “reação negativa”.

Dr. Murray instrui Alvarez a esconder todas as provas dentro de um saco azul entre outras coisas, a garrafa de Propofol que estava pendurada no suporte IV.

Walgren implica que a garrafa continha à dose fatal. O 911 foi chamado às 12h20.E, Walgren diz que, quando os paramédicos chegaram, MJ estava morto.

Dr. Murray nunca disse aos paramédicos que deu Propofol para MJ, mesmo quando foi perguntado sobre administração de outros medicamentos pelos paramédicos.

MJ foi pronunciado morto no local, mas o Dr. Murray insistiu que ele deveria ser levado ao para o UCLA.

No UCLA perguntaram ao Dr. Murray que tipo de medicamento ele havia dado ao MJ, mas Murray nunca mencionou o Propofol.

Dois dias depois da morte de MJ, Dr. Murray se encontrou com os detetives da polícia de Los Angeles, e contou que ele estava dando todos os dias doses de Propofol a mais de dois meses no horário noturno para ajudar MJ a dormir.

MJ disse para o Dr. Murray umas 05 horas antes de morrer que ele precisava dormir e eles concordaram que o Propofol seria a solução.

Dr. Murray disse que deu para o MJ 25 miligramas de Propofol, mas isso só iria fazê-lo dormir por alguns minutos.

Os promotores dizem que foi administrado muito mais Propofol.

Dr. Murray explicou à polícia, que ele foi ao banheiro para urinar, voltou dois minutos mais tarde e descobriu que MJ não estava respirando.

Ministério Público chamou esta situação de “abandono”, deixar um paciente sozinho é abandono médico.

O promotor disse que o Dr. Murray estava ao telefone durante 45 minutos depois de dar a MJ o Propofol.

Conrad Murray agiu com negligência grosseira e não estava interessado no bem estar de MJ .. .Ele estava trabalhando para ganhar $ 150.000 por mês.

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Prince nervoso por testemunhar!

O filho mais velho de Michael Jackson, Prince Jackson considerada uma testemunha ocular da terrível cena acorrida no quarto onde seu pai morreu, disse que não quer testemunhar no julgamento Conrad Murray, mas ele disse à família que ele irá fazer o que for necessário para obter justiça para seu pai.



Fontes próximas de Prince contaram ao TMZ… “O Prince, 14 anos, está “nervoso” e preocupado, se ele é for chamado para depor, pois ele poderá ficar confuso e ‘bagunçar’”.

As informações que o TMZ tem é que se o Ministério Público chamar o Prince para depor,Katherine Jackson irá pedir para seus advogados acompanhar com cuidado seu depoimento dentro do tribunal.

O Juiz Michael Pastor certamente irá proibir que a mídia fique com uma câmera encima de Prince, mas é improvável que o juiz deixe o tribunal vazio sem ninguém por perto.

Como já divulgado anteriormente, o Prince está na lista de testemunhas de acusação do médico, desde que o Dr. Murray o chamou para ir até o quarto para a ajuda durante a emergência. Quando o príncipe chegou, ele começou a chorar.

O julgamento começa hoje e o TMZ estará acompanhando tudo.

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Médico de Michael vai a julgamento nos EUA em 27/09/11

Começa nesta quarta-feira (27) nos Estados Unidos o julgamento do médico que estava com Michael Jackson no momento em que o astro morreu aos 50 anos.




Dois anos e três meses depois, Conrad Murray vai para o banco dos réus em um tribunal de Los Angeles. O julgamento começa nesta terça-feira (27) às 8h45 na Califórnia, 12h45 pelo horário de Brasília.

O ex-médico particular de Michael Jackson é acusado de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, por dar vários calmantes ao cantor na madrugada do dia 25 de junho de 2009.

12 jurados já foram escolhidos, sete homens e cinco mulheres. Seis declararam que eram fãs de Michael Jackson. De acordo com o juiz, o julgamento vai durar, aproximadamente, cinco semanas. Portanto, a sentença de Conrad Murray sai no fim de outubro. Será absolvido ou condenado pela morte de Michael Jackson.

E o que vai definir o veredicto é basicamente a resposta para uma pergunta: o médico deu uma super dose do fortíssimo anestésico Propofol ao rei do pop? Conrad Murray admite que aplicou 25mg do medicamento, mas uma quantidade muito maior foi encontrada no corpo do cantor durante a autópsia.

A estratégia da defesa do médico é dizer que Michael Jackson provocou a própria morte.

“É possível uma pessoa injetar droga nela mesma? Sim”, afirmou o advogado de Conrad Murray.

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Jermaine: “Michael Jackson estava fazendo a obra de deus"

O irmão do rei do Pop, Michael Jackson, Jermaine Jackson, divulgou em seu Twitter um link com a sua mais recente entrevista sobre seu novo livro, “You Are Not Alone”.



Jermaine Jackson escreveu através do Twitter: “Michael estava fazendo a obra de Deus através da música e música “Ouça”. Tell Me More ‘ @ nprbooks http://n.pr/o4yM4g 17 mins # youarenotalonemichael”.

Quando você clica no link, você poderá ler as citações completa, como: “Ele era puro Ele era real, e ele se importava E quando você olhava em seus olhos, você poderia dizer que este é um bom, e grande ser humano É o que eu quero que as pessoas se lembrem dele… como .. um ser humano Sim, ele teve um sucesso incrível, e Deus sabia abençoá-lo com o sucesso, porque ele sabia que ele iria dar ao povo. Ele estava fazendo a obra de Deus através de sua música e suas canções.”

Outro irmão de Michael Jackson, La Toya Jackson também lançou um livro, “Starting Over“, e que também tem sido um sucesso. O livro também descreve tudo o que tem ocorrido nos últimos dois anos.

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Prince Jackson foi entrevistado na premiação do Bambi Awards 2011



Entrevistadora: Obrigado pela sua visita Prince Michael Jackson! É ótimo tê-lo aqui. É bom ver que você está seguro. Você já tinha tido a oportunidade de conhecer a cidada e qual sua impressão?

Prince: Eu cheguei a Berlim e eu espero ficar aqui mais um tempo para fazer as visitas. Lembro-me de ter visitado Berlim em 2002 com meu pai. Eu amo Berlim. A Alemanha é um grande país. Mas infelizmente não vou ter tempo para fazer alguns passeios turísticos.

Entrevistadora: Talvez na próxima vez. Você se lembra que esteve na Alemanha com seu pai. Você se lembra disso?

Prince: Eu me lembro de quando ele recebeu o prêmio Bambi. Ele sempre quis brincar com o prêmio, porque ela ele brilhava muito. Mas ele não deixou eu fazer isto porque este prêmio foi muito importante para ele, ele sentiu muito, porque foi um reconhecimento ao seu trabalho na caridade.

Entrevistadora: Seu pai tinha um coração enorme e era conhecido por sua imensa obra de caridade.

Prince: Ele tinha apenas uma voz para mudar o mundo. Meu pai levantou a voz através de sua música, em canções como “We Are the World” e “Heal The World”. Canções que fazem as pessoas cuidar do nosso planeta.

Entrevistadora: Isso mesmo. Estamos tão honrados que você está aqui esta noite e você apoia o nosso trabalho. Você nos trouxemos algo especial, muito especial.

Prince: Eu trouxe este livro que foi escrito pela minha avó, ela autografou. E eu também autografei agora. E fizemos com as palavras escritas das músicas do meu pai “Bad”, “Smooth Criminal” e “Billie Jean”.

Entrevistadora: Wow! É incrível! Estas são as letras originais escritas por Michael Jackson para a música “Bad”, “Smooth Criminal” e “Billie Jean”. [...] É realmente incrível! Obrigado!

Prince: Foi um prazer!

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Prince Jackson coloca em leilão manuscrito de “Bad”

Prince Jackson, o filho mais velho de Michael Jackson, apresentou em Berlim no dia de hoje, 23/09/11, o texto original de “Bad”, escrito à mão por seu pai e peça principal de um leilão com fins beneficentes realizado pela Bambi Foundation, na capital alemã em 10 de novembro.


Prince Jackson, de 14 anos, doará a quantia arrecadada pelo original de “Bad”, escrito em 1987, a organizações de ajuda à infância, indicaram fontes da instituição.
O rei do pop, que morreu em 2009 aos 50 anos, tinha participado de outras obras beneficentes dessa fundação, que além do texto original de “Bad” vai colocar à venda outras peças de famosos, como uma jaqueta do cantor Justin Bieber e uma luva do ex-goleiro da seleção alemã Jens Lehmann.



À festa da Bambi, que neste ano chega a sua 10º edição, irão 800 convidados, em sua maioria rostos conhecidos da vida pública alemã.

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Conheça os jurados para julgamento da morte de Michael Jackson

O TMZ conseguiu as características de cada jurado que foi selecionado para o julgamento do caso de homicídio culposo do Dr. Conrad Murray no morte de Michael Jackson.



Vamos a eles:

Jurado # 127 – Mexicana Americanizado do sexo feminino, 54 anos, gerente de propriedade, ela tem uma filha que foi usuária de álcool e drogas há 5 anos atrás, e ela acha que pessoas famosas como, por exemplo, Paris Hilton, Britney Speas e Lindsay Lohan são tratadas de forma diferente em tribunal. Ela amava a música de MJ desde pequena

Jurado # 145 - do sexo masculino, branco, 45 anos , sócio de uma empresa de consultoria de gestão, a esposa é enfermeira pediátrica de um hospital, já foi jurado por duas vezes antes (homicídio e casos de estupro), assistiu a “This is It” na Netflix.

Jurado # 61 – do sexo feminino, branca, 57 anos, desempregada, trabalhou no passado na Cruz Vermelha, divorciada, escuta a NPR, acompanhou o caso de OJ Simpson, seu irmão mais novo usa drogas, e já foi jurada por 05 vezes.

Jurado # 48 – masculino, branco, 54 anos, o professor universitário de animação e arte, criou personagens para filmes da Disney, acompanhou o caso de OJ Simpson, condenado por DUI, acha que celebridades não são tratados da mesma forma pela polícia e pode mudar as regras. É fã de Michael Jackson.

Jurado # 44 – cubana / mexicana, branca, assistiu History Channel, Pawn Stars, Sons of Anarchy e Modern Family, ouve Howard Stern, tem membros da família com dependência em álcool, já foi jurado de ações civéis, fã de Michael Jackson, especialmente Thriller.

Jurado # 49 - do sexo feminino, branca, 43, chefe de comunicações de uma empresa de marketing internacional, assistiu NCIS e Hawaii 5-0, gosto de motocross / canal de velocidade, trabalhou na área marketing médico, já foi jurado em caso criminal envolvendo incesto em um abuso sexual infantil, não acha que os policiais são mais tolerantes com as celebridades.

Jurado # 100 – branca, 48 anos, paralegal por 30 anos, assistiu Big Brother, Survivor, Amazing Raice, acompanhou o julgamento do caso de Casey Anthony, o irmão é um EMT, acha que as pessoas ricas e famosas são tratadas de forma diferente no sistema judicial.

Jurado # 52 – masculino, mexicano, 51 anos, trabalha de entregador na UPS, relógios Law and Ordem, a mulher é assistente em um consultório médico, fã de Michael Jackson.Jurado # 99 – masculino, espanhol, 42 anos, motorista de perua escolar, o pai era viciado em álcool, e o pai morreu por abusar do, já foi jurado antes, é fã de Michael Jackson.

Jurado # 38 – feminino, espanhola, 36 anos , representante de atendimento ao cliente, tem processo de concordata, ouve a Ryan Seacrest na rádio, viu o julgamento de Casey Anthony porque envolvia uma criança, o ex-chefe era um médico, o pai além de ausente era alcoólatra e foi baleando em um drive em 1993, é fã de Michael Jackson.

Júri # 128 – do sexo masculino, afro-americanos, 54 anos, diretor técnico de TV, tem um primo que é juiz e outro primo que é advogado, seu pai morreu de alcoolismo, já foi jurado em 03 casos, amava o Jackson 5 quando pequeno e agora gosta Jay-Z.

Jurado # 108 - do sexo masculino, 32 anos, vendedor de livros, assistiu So You Think You Can Dance, Project Runway, namora, nos U.S. Army National Guard, avós assistiram AA, irmão recetemente adquiriu DUI, já caiu do cavalo uma vez, já foi jurado uma vez em uma caso civil, estuda para ser ator, é fã de Michael Jackson.

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Médico de Michael Jackson agiu como culpado

O Ministério Público que está cuidando do caso de homicídio culposo na morte de Michael Jackson quer que o júri veja as evidências de que as autoridades tentaram, em vão, entrar em contato com o Dr. Conrad Murray, para descobrir como Michael Jackson morreu, mas houve recusa por parte do médico em não cooperar e isto é uma evidência de culpa.



Os promotores dizem que tanto a Polícia e como legista do Tribunal tentou em 04(quatro) ocasiões distintas, 30 de junho de 2009 e 21 de julho de 2009, entrar em contato com Murray, mas ele nunca retornou a chamada.

Os promotores acreditam que isto mostra uma consciência de culpa e querem mostrar esta prova para os jurados.

O juiz não se pronunciou sobre a solicitação.

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Black Eyes Peas irá participar do Tributo a Michael Jackson

Os Black Eyed Peas vão participar no concerto de homenagem a Michael Jackson a realizar no Estádio Millenium, em Cardiff, País de Gales, no próximo dia 8 de Outubro.



Segundo a BBC News, o anúncio foi feito por Will.i.am, que disse que o tributo será “uma noite especial a nível pessoal”, confessando que a música de Michael Jackson foi uma “inspiração” constante durante toda a sua vida e carreira.

“Quando tinha seis ou sete anos vivia em Los Angeles e foi nessa altura que o Michael lançou o ‘Thriller’, e todos os seus primeiros êxitos, mesmo ali ao lado. Eu não o conhecia, mas adorava-o enquanto fã”, contou Will.i.am.

“Há cerca de quatro anos, quando os Black Eyed Peas já eram conhecidos, recebi um telefonema dele e nunca irei esquecer esse momento. Tive o enorme privilégio de trabalhar com ele e de conhecê-lo e à sua família.”

Os Black Eyed Peas juntam-se assim às actuações já confirmadas de Christina Aguilera, Cee Lo Green, Jennifer Hudson, Jamie Foxx, Leona Lewis, Ne-Yo e os JLS. Beyoncé também irá participar no concerto de tributo a Michael Jackson através de um vídeo.

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Katherine diz que Paris dorme com a jaqueta de Michael

Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson, disse durante uma entrevista ao tabloide “Daily Mail” que Paris Jackson, filha do cantor, dorme com uma das jaquetas do pai.




“Ela pegou um travesseiro e uma de suas jaquetas e disse: ‘Eu não quero que a jaqueta seja lavada. Eu quero algo que tenha o cheiro dele. Ele a vestiu e tem o cheiro dele, e não quero que o cheiro saia”, conta Katherine sobre Paris.

Ela conta ainda que Paris tem pôsteres do pai nas paredes do quarto.

“Contratei um decorador quando eles se mudaram para cá, e ele tirou as fotos, mas ela colocou tudo de novo. ‘Eu quero o papai pendurado nas paredes’, disse. Eu não sei como ela lida isso, mas faz”, falou.

A guardiã dos herdeiros de Michael Jackson diz que é difícil perder um filho, mas diz que um dia feliz para ela é quando Paris e Prince chegam felizes depois da escola, e que Prince é um ótimo estudante.

“Eles serão todos como o pai, especialmente Paris”, diz.

De acordo com Katherine, Prince, filho mais velho do rei do pop, tentou ser mais forte do que os outros após a morte do pai.

“Ele quer ser um homem. Não quer que as pessoas vejam o que há por dentro. Mas durante o funeral, ele colocou a mão em meu ombro e começou a chorar”, contou ela ao tabloide.

Sobre o filho, Katherine Jackson fala que não sente o filho próximo a ela, e que ele está dormindo e não sabe o que está acontecendo. Mas diz que é uma pessoa espiritual, e sente que encontrará o filho novamente.

“Ele era um filho muito bom. As pessoas tentaram envenenar o mundo contra ele. Toda essa história de molestamento, era tudo uma mentira”, afirmou.

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Prince Jackson usa roupa igual a do pai



Prince Jackson, filho mais velho do cantor Michael Jackson, apresentou em Berlim, na sexta-feira, 23, os manuscritos de "Bad", uma das composições de maior sucesso de Michael. No evento, surpreendeu ao aparecer trajando um look igual ao que o pai costumava usar. No dia 10 de novembro, a Bambi Foundation realiza na capital alemã o leilão que terá entre um dos itens mais disputado esses manuscritos de Michael.



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Novo comercial da Pepsi terá Michael Jackson

Pepsi lançará um novo comercial televisivo intitulado “Ícones da Música” hoje à noite, 21/09/11, durante a estréia da FOX, o X Factor.



O spot televisivo celebra a história da Pepsi na música, com ícones globais como Michael Jackson, Britney Spears, Kanye West, Ray Charles e Mariah Carey. “Ícones da música” captura a essência da Pepsi e busca o X FACTOR para a próxima estrela da música pop.

O novo comercial possui o slogan: “Onde há Pepsi, há música” e convida os fãs do X FACTOR para voltar a viver momentos icônicos da Pepsi, com Michael Jackson na introdução da nova “Geração Pepsi”, Britney Spears dançando nos telhados de “A Alegria da Pepsi” e Ray Charles tocando no piano a melodia de “You Got the Right One, Baby, Uh Huh”.

“A Pepsi sempre foi o centro de música e cultura pop e é conhecido por apresentar os melhores talentos em suas campanhas”, disse Frank Cooper, Diretor de Marketing da Global Consumer Engagement PepsiCo. “Estamos confiantes de que a próxima estrela da música pop surgirá na nossa parceria com o X FACTOR”.

O comercial “Music Icons” apresenta um remix exclusivo da Pepsi-a canção, “Esta noite é a Noite”, de Outasight, um artista que assinou á pouco com a Warner Bros Records de , Nova York.

“Nós escolhemos a canção ‘Esta noite é a Noite’, porque capta perfeitamente o espírito da música de hoje”, disse Simon Lowden, Diretor de Marketing da PepsiCo. “Este comercial é sobre a conexão atemporal entre Pepsi e a música pop icônica e também sobre celebrar a nossa parceria com o X Factor. Agora estamos mais animadso do que nunca de fazer a pergunta: quem é o próximo?”, continuou ele.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Jermaine diz que julgamento não vai trazer Mj de volta

Jermaine Jackson explica sua crítica contra tributo

Testemunha chave reaparece para julgamemento

A testemunha desaparecida para o julgamento de homicídio culposo do médico Michael Jackson foi encontrada neste final de semana e estará disponível para depor, de acordo com informações divulgadas pelo procurador nesta segunda-feira, 16/09/11.



O Farmacêutico Tim Lopez testemunhou na audiência preliminar em janeiro/2010 revelando que ele vendeu mais de 15 litros do anestésico cirúrgico propofol e enviou para o apartamento da namorada do Dr. Conrad Murray sobre os três meses antes da morte de Michael Jackson.

O Legista do Tribunal de Los Angeles determinou que Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009, como uma overdose de propofol combinado com outros medicamentos.

O Vice-promotor David Walgren disse ao tribunal na semana passada que acreditava que Tim Lopez, o proprietário de uma farmácia em Las Vegas, havia se mudado para a Tailândia.

Uma audiência foi marcada para segunda-feira no Tribunal Superior de Los Angeles com o juiz Michael Pastor que poderá decidir se os promotores poderão contar com a transcrição do depoimento do Tim Lopez feito anteriormente. A resolução desse e de vários outros temas feitos serão resolvidos nesta audiência.

“Bem, eu gostaria de acreditar que eu sou responsável, em alguma medida, mas temos excelente conselho.” Pastor disse nesta segunda-feira.

A defesa do médico anunciou que vão desistir de sua lista de testemunhas do Texas, pois existe um médico que visitou o laboratório do legista em Los Angeles, mas os promotores se opuseram a seu testemunho, chamando-o de irrelevante.

Michael Pastor adiou o pedido da promotoria para excluir o depoimento da maquiadora de Michael Jackson, Karen Faye, pois a defesa quer que ela repita as declarações que ela deu em entrevista sobre o estado de saúde de Michael antes de ele morrer durante os ensaios.

A promotoria disse ao juiz, em audiência na última quinta-feira passada, 15/09/que o depoimento da Faye baseou-se no que ela ouviu falar pelos outros e não nas suas próprias lembranças.

A próxima audiência está marcada para tarde de quarta-feira, 21/09/11, quando os advogados de cada lado irão oferecer “sua justa causa” sobre os jurados, com base nas respostas às perguntas escritas.

Advogados vão analisar e escolher na próxima sexta-feira, 23/09/11, quem serão os 18 jurados potenciais para assistir o julgamento.

O julgamento, que será televisionado, está agendado para o 27 de setembro e de acordo com o juiz os trabalhos irão até mais ou menos 28 de outubro.

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Médico de Michael Jackson diz que cantor bebeu anestésico

A defesa de Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, vai alegar no tribunal, na próxima semana, que o cantor era tão viciado em Propofol que sabia injetá-lo sozinho, e que pode ter bebido altas doses de Propofol antes de morrer, o que explicaria a autópsia ter encontrado o anestésico no estômago do cantor. As informações são do jornal DAily Mirror.



“A equipe do doutor Conrad Murray não consegue entender como o Propofol entrou em seu estômago”, disse uma fonte à publicação. “Não faz sentido, a menos que Michael tenha bebido. Isso vai mostrar ao mundo o quão viciado ele era”, completou.

Enquanto isso, uma testemunha importante no caso mudou-se para a Tailândia sem informar as autoridades. O farmacêutico Tim Lopez disse na época da morte que, pouco antes do corpo de Michael ter sido encontrado, ele enviou uma grande quantidade do anestésico para Conrad Murray.

O julgamento está marcado para começar na próxima segunda-feira (26). Se condenado, o médico do Rei do Pop pode pegar até quatro anos de prisão.

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Jermaine Jackson diz que seu pai os manteve longe das gangues

Jermaine Jackson é só elogios para seu pai Joe Jackson por ter mantido ele e seus irmãos longe das gangues e da prisão.



Jermaine disse: “Nós tínhamos talento, mas cru e foi nosso pai que nos cultivou e nos mostrou como alcançar a grandeza e tomamos a direção e trabalhamos duro”.

“As crianças vinham até nossa casa e perguntavam se poderíamos brincar, e a resposta era… ‘Não, nós temos um show para talentos’… E o que você já sabe, nós estamos participando dos testes com Berry Gordy para Motown.”

“Nós crescemos rodeados de gangues, drogas e tudo mais… Meu pai estava tentando manter sua família unida, porque muitos dos nossos amigos, hoje, eles estão mortos ou estão na prisão. Foi porque ninguém realmente cuidou deles, por isso a disciplina é o amor.”

As maiores críticas sobre a forma de Joe Jackson disciplinar seus filhos surgiram após os comentários dos Michael Jackson ao dizer que cresceu com medo do seu pai.

Jermaine insiste em dizer que Michael era muito pequeno para entender: “Ele era pequeno e não entendia muito”.

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Filho de Michael Jackson dará evidências chaves no julgamento

O filho de Michael Jackson, Prince Jackson será uma das testemunhas de acusação contra o médico Dr. Conrad Murray no julgamento de homicídio do Rei do Pop.



O Gabinete da Promotoria de Los Angeles confirmou que o filho de 14 anos de Michael Jackson irá dar “evidências-chave” contra o cardiologista Dr. Conrad Murray.

Uma fonte da família revelou: “Tanto a promotoria quanto seus familiares acreditam que as evidências de Prince Michael serão cruciais para o processo contra o Dr. Murray e que poderá até colocar por água abaixo sua defesa. Isto vai ser uma grande provação para o menino, mas ele é um menino corajoso e ele está pronto.”

A equipe de defesa do médico disse que eles irão provar que Michael Jackson não morreu de uma dose regular do anestésico propofol administrada pelo Dr. Murray.

Eles afirmam que Michael sofreu uma overdose fatal depois tomar um “complemento” de drogas ilícitas que ele mantinha escondido em seu quarto principal.

Prince Jackson, filho mais velho de Michael provavelmente prestará seu depoimento no início do mês de outubro.

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Jermaine Jackson fala do comportamento de Michael Jackson

O cantor Michael Jackson, que morreu em 2009 por intoxicação de Propofol, era conhecido também por levar um estilo de vida excêntrico. O seu irmão Jermaine Jackson diz que não há nada de estranho no seu comportamento, apesar de MJ tornar a sua casa num parque temático e travar amizade com um macaco chamado Bubbles



“Os animais são adoráveis”, disse Jermaine. “Qual é a diferença entre um cão e um macaco? Eu criei um tigre, criei um leão. No meu 17º aniversário recebi uma cobra. O Michael tinha ratos. As pessoas adoram animais, as pessoas vivem em quintas”.

“Não é nada realmente excêntrico. Em tempos vivi ao pé do Dean Martin quando ele ainda era vivo, e ele tinha um urso numa jaula. Há pessoas que adoram animais, é para isso que servem os zoos”, comentou o irmão do Rei da pop.

“O Michael adorava a história O Livro da Selva, e se fomos capazes de conseguir estas coisas, então conseguimos, porque é o mais perto que podemos estar de Deus. Estes são os animais de Deus”, afirmou Jermaine Jackson.

A questão das máscaras que Michael obrigava os filhos a usar em público também foi abordada, em declarações à BBC Radio 5.

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Irmão afirma que Michael Jackson morreu por cobiça e poder

O cantor Michael Jakson foi levado à morte por uma mistura de cobiça, poder e dinheiro em seu entorno, afirmou o irmão do rei do pop Jermaine Jackson.



O irmão de MJ disse ainda que o médico particular do artista era cardiologista e não anestesista, assim não tinha poder para receitar o anestésico cuja overdose matou o cantor.

Jermaine Jackson, que fez as declarações pouco antes do início do julgamento por homicídio do médico Conrad Murray, disse que a equipe do irmão não cuidou dele e que Michael Jackson foi estimulado a participar de uma lucrativa série de shows com a saúde, física e mental, abalada.

“Por quê ninguém nos chamou, a mim ou Jackie, Tito ou Marlon para dizer ‘venham cá, seu irmão não está agindo normalmente’. Se tivessem nos ligado, hoje ele estaria vivo. Nós o teríamos levado ao hospital”, disse em entrevista ao canal CNN.

Ao ser questionado sobre os motivos que impediram a equipe de levar o cantor a um hospital, foi taxativo: “porque queriam que o show continuasse, apenas por isto, esta é uma história de cobiça, poder e dinheiro”.

Murray comparecerá ao tribunal no dia 27 de setembro para o julgamento por homicídio culposo pela morte de Michael Jackson, em junho de 2009, por uma overdose de propofol, anestésico receitado para permitir o sono do rei do pop.

Jermaine Jackson afirmou que os advogados do médico tentarão apresentar o irmão como um viciado. Também negou que Michael obrigasse Murray a receitar mais propofol.

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Testemunha chave desaparece após testemunhar contra médico

Um farmacêutico que testemunhou que tinha enviado grandes quantidades de Propofol para o Dr. Conrad Murray nas semanas que antecederam a morte de Michael Jackson desapareceu sem deixar vestígios, de acordo com os promotores.



Segundo os promotores, Tim Lopez – farmacêutico Applied Pharmacy Services em Las Vegas – misteriosamente se mudou para a Tailândia e não foi mais encontrado.

Os promotores querem que o juiz deixem eles utilizarem o depoimento de Tim Lopez feito na preliminar de janeiro/2010 quando ele afirmou que o Dr. Murray ordenou o envio de grandes quantidades de Propofol, com início em 06 de abril de 2009.

Duas audiências foram definidas para a próxima semana para decidir se o depoimento será autorizado.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Bilhetes para o concerto geram grande polémica



Os bilhetes para o concerto de homenagem a Michael Jackson, organizado pela família, estão a gerar enorme polémica entre os admiradores do cantor que não aceitam a actual promoção para dinamizar as vendas, noticiou, ontem, a Reuters.
Os bilhetes foram postos à venda no início de Agosto, mas ao contrário do que se esperava a procura não foi grande e por isso agora é possível comprar dois pelo preço de um, uma promoção que os que já tinham comprado não gostaram.
“A partir do momento em que os preços dos bilhetes baixam, acho que as pessoas que já os tinham comprado deviam ser reembolsadas. Se nada for feito, vão começar a tomar medidas legais. É fantástico que os preços tenham baixado, mas deviam ter informado primeiro os que já os tinham. Sou um grande fã de Michael Jackson e estou chocado com isto”, salienta uma mensagem deixada por uma admiradora na página do concerto no Facebook. Desde o anúncio da promoção, no domingo, as reclamações têm-se multiplicado, existindo já grupos nas redes sociais contra a realização do concerto, marcado, para 8 de Outubro, no Millennium Stadium em Cardiff, no País de Gales.
A Global Live Events, responsável pelo espectáculo, garantiu que vai reembolsar o dinheiro a todos os que se sintam lesados.
Num comunicado publicado no site Michael Jackson Fan Fest, os responsáveis anunciaram que o reembolso é feito automaticamente, “só têm de esperar 14 dias para o dinheiro chegar às contas”.
“Na compra de um bilhete, recebe-se outro grátis. O que é isto, um supermercado?”, questiona uma admiradora do “rei da pop” na sua página no Facebook.
Este é apenas mais um episódio polémico sobre a organização e realização do concerto de homenagem ao Rei da Pop, que morreu em 2009. Em Agosto, um grupo de 35 clubes de fãs de Michael Jackson manifestou-se contra o concerto, exigindo o seu cancelamento, por existirem demasiados problemas, que impediam o seu êxito.


Na altura, o grupo queixou-se da disparidade no preço dos bilhetes, entre 62 e 329 euros, e alegou “falta de clareza” quanto às instituições de caridade que vão beneficiar das verbas do concerto. Christina Aguilera, Leona Lewis, Jackson Brothers e Craig David são alguns dos artistas que participam no espectáculo “Michael Forever: The Tribute Concert”, que conta com o apoio da mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, e dos irmãos do cantor, La Toya, Tito, Jackie e Marlon.
Os irmãos Jermaine e Randy Jackson já se manifestaram contra o espectáculo, alegando que se realiza na mesma altura do julgamento do médico Conrad Murray, acusado de homicídio involuntário do cantor. Janet Jackson, pelos mesmos motivos, também não participa no concerto.

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Rumor: Michael Jackson devia estar no WTC no ataque do 11/SET

O falecido cantor Michael Jackson era para ter estado no World Trade Center em Nova Iorque no dia do atentado, em que as Torres Gémeas foram alvo de aviões comerciais desviados a 11 de Setembro de 2001




A revelação foi feita pelo irmão do «Rei da Pop», Jermaine Jackson, na apresentação do seu livro «You Are Not Alone: Michael, Through a Brother´s Eyes» [«Não estás só: O Michael, pelos olhos de um irmão», em tradução literal].

Jermaine explica que o cantor adormeceu muitas vezes em dias em que tinha reuniões cedo, uma das quais podia ter sido fatal.

«A minha mãe tinha estado acordada com ele até às quatro da manhã, e ele simplesmente adormeceu, perdeu os seus encontros, o que foi bestial», afirmou o irmão.

MJ estava na altura em Nova Iorque para protagonizar dois concertos em Madison Square, que tinham decorrido no fim-de-semana anterior ao ataque terrorista.

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Co-executores de Michael Jackson planejam dar U$ 30 milhões



Os executores do espólio de Michael Jackson dizem que vão repassar $ 30 milhões para o Fundo da Família Jackson em benefício da mãe do cantor, seus três filhos e instituições de caridade, sob os termos do testamento de Jackson.

Em documentos apresentados terça-feira, os executores, afirmam que a propriedade tem gerado mais de US $ 310 milhões, o que lhes permitiram pagar dezenas de reivindicações aos devedores e refinanciar empréstimos a taxas de juros mais baixas.

O Estate está pedindo permissão ao tribunal para vender a casa da família em Encino, Califórnia, e encontrar uma nova residência para Katherine e as crianças. Na época da morte de Michael Jackson o valor estimado da casa era de $4,150,000 milhões de dólares.

A família tem vivido temporáriamente em Calabasas enquanto a propriedade de Encino estava sendo reformada.

Uma audiência para a aprovação do juiz ao plano está marcada para 28 de setembro.

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Jamie Foxx será anfitrião de show em tributo a Michael

Jamie Foxx foi escolhido para ser o anfitrião do show em tributo a Michael Jackson que vai acontecer no País de Gales, em outubro.




O porta-voz de Foxx disse, nesta segunda-feira (12/09/11), que o ator vencedor do Oscar por “Ray” apresentará o show “Michael Forever – The Tribute Concert”. O evento está agendado para acontecer no dia 8 de outubro em Cardiff, no País de Gales.

Christina Aguilera, Smokey Robinson e Cee Lo Green estão entre os nomes que participarão do show. A apresentação não está ligada ao espólio de Michael Jackson, mas a mãe do cantor, Katherine, e outros membros de sua família devem comparecer.

Os organizadores tiveram que cancelar o convite para a banda Kiss no mês passado, após fãs e o próprio espólio de Jackson terem notado que o baixista e vocalista Gene Simmons já havia feito críticas pesadas ao cantor pop em anos anteriores.

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