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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Os fãs não param!...

Capa de "Hollywood Tonight" Revelada


Esta sera a capa do single "Hollywood Tonight"

"Behind The Mask" será single nos EUA


Segundo a Sony Music, "Behind the Mask" será o proximo single nos EUA:

"Nas proximas semanas, a propriedade de Michael Jackson e a Sony Music, lançarão "Hollywood Tonight" e "Behind the Mask" do album que atingiu sucesso global, Michael."
""Behind the mask" será lançada como single para as rádios em paises como Estados Unidos, Canada, Japão e França. "Hollywood Tonight" será o single que será lançado nas radios do restante mundo e os videosclipes das duas musicas serao lançados mundialmente". Cada afiliada da Sony Music disponibilizará mais informações".

Fonte: Arquivo MJ

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Filhos de Michael Jackson querem seguir a carreira do pai

Em entrevista a um programa de TV, Paris revelou que vai fazer teste para uma peça de teatro.


Os três filhos de Michael Jackson pretendem seguir carreira artística. Em entrevista ao programa "Good Morning America", Blanket, Paris e Prince demonstraram a vontade de trilhando os mesmos passos do rei do pop. "Queremos continuar com o que meu pai estava fazendo", disse Prince. "Vou fazer teste para uma peça na semana que vem", completou Paris.

Ainda na entrevista, Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson, disse que os netos "se adaptaram muito bem" à vida sem o pai.

Fonte: EGO

MichaelJackson rende mais de 226 milhões

Herança O espólio de Michael Jackson já facturou mais de 226 milhões de euros desde que o cantor morreu, em 25 de Junho de 2009. Números que, segundo avança a agência Reuters, se explicam pela quantidade de discos vendidos, pelo filme This Is It e pelo merchandising.
Um pouco mais de metade desse valor - 116 milhões de euros - já foi usado para pagar dívidas que o cantor tinha e que ascendiam a mais de 292 milhões de euros.
Os beneficiários da herança são os filhos de Jackson - Prince Michael I, de 14 anos, Paris, de 13, e Prince Michael II, de 9 -, a mãe do cantor, Katherine Jackson, e várias entidades de solidariedade.
Por curiosidade, recorde-se que foram pagos mais de 600 mil euros ao cemitério onde Michael Jackson foi enterrado, em Forest Lawn de Glendale, Los Angeles.

Fonte: dn.pt

Filhos de Michael Jackson fazem doação de US$ 10 mil dólares

No início desta semana, Prince, Paris e Blanket entreram um cheque de US$ 10.000,00 para a L.A. Housing Corporation - um grupo que oferece abrigo para famílias desabrigadas. Fontes dizem que Michael Jackson costumava levar seus filhos para serem voluntários do grupo e seria sua instituição favorita.

Para ver as fotos, clique AQUI



A informação é que o dinheiro veio do site da avó Katherine Jackson, biz memorabilia.

Os filhos de Michael Jackson fizeram a doação em nome da sua Fundação Heal the World. Todos os três fazem parte do grupo Youth Board of Advisors desde o ano passado.

Fonte: TMZ

Entrevista da Katherine Jackson e dos filhos de Michael Jackson

Os filhos mais velhos de Michael Jackson parecem que vão continuar seguindo os passos do pai no mundo artístico, mas eles estão de olho nos filmes e na atuação.

No programa “Good Morning América” apresentado por Robin Roberts que entrevistou com exclusividade Katherine Jackson, a avó das crianças, e os próprios filhos de Michael Jackson: Prince Michael, 14, Paris, 12, e Blanket, 9.



As crianças abriram o jogo sobre suas vidas e planos para o futuro em entrevista que foi ao ar no dia 25/02/11.

“Eu estou olhando para várias oportunidades dentro do show business. Principalmente para produzir”, disse Prince Michael ao apresentador Roberts e ele acrescentou que seu interesse em produzir filme foi favorecido por ter seu pai famoso.

A mãe de Michael Jackson, Katherine, disse ao Roberts, que seu filho fazia aulas de cinema com o Prince. “Nós tínhamos um professor da universidade UCLA que vinha em nossa casa e fazíamos aula de cinema lá” disse Prince. “E quando nós estávamos na Irlanda, nos filmamos um monte de filmes com o professor, também. “

Paris quer ser atriz. “Estou pensando em uma audição para um jogo na próxima semana”, disse ela.

As crianças ficam treinando a criatividade em casa. “Paris se veste de garçonete ou de quaisquer outras coisas e fazem pequenos filmes”, disse a avó.

Katherine Jackson disse que os netos a confortam, porque eles estão fazendo o que seu pai desejaria.

Desde que a estrela do pop morreu, a Katherine tem cuidado de seus filhos. Apesar do tempo que passou, ela ainda sente profundamente a perda de seu filho. “Não à sequer uma hora do dia que eu não penso no meu filho. É tão difícil”, disse ela. “As dificuldades que ele enfrentou durante toda sua vida – incluindo alegações de que ele molestou sexualmente crianças” – ainda pesam na mente de Katherine. “Meu filho só queria ajudar as crianças, e nunca prejudica-los”, disse ela.

Fonte: Abc News

Busto de Michael Jackson em arame

Arames de cerca de galinheiro viraram arte nas mãos do artista queniano Ivan Lovatt, que transformou o material em bustos Michael Jackson e outros artistas

Geração Moonwalk 2011

Geração Moonwalk, o concerto de homenagem ao Rei do Pop está de volta no próximo 25 de Junho no Zenith de Paris. Mais de 20 cantores, músicos e bailarinos vão recebê-lo esta noite, que também conta com a participação ao vivo de Jermaine Jackson e dos vencedores da mostra “Em busca do novo Michael Jackson".


A cappella Multitrack by Benito

“Hollywood Tonight” de Michael Jackson terá mulheres bonitas

Mesmo sepultado, Michael Jackson ainda chama um monte de mulheres bonitas, espremidas em saias muito curtas para a filmagem do clipe da música “Hollywood Tonight” esta semana.

Para ver mais fotos, clique AQUI



TMZ conseguiu algumas fotos do set de “Hollywood Tonight “ que aconteceu dentro da boate Colony.

Como já relatado anteriormente, as mulheres se juntaram a um grupo de bailarinos algumas noites atrás para executar a rotina em Hollywood Blvd.

fONTE: tmz

Filhos de Michael Jackson são entrevistados pelo Good Morning America

A matriarca da família Jackson atualmente cria os três filhos do Rei do Pop e tem comparecido com pontualidade às audiências do processo contra Conrad Murray. “Tem sido um período difícil para mim desde que perdi meu filho. Quando estou no tribunal não posso evitar olhar pra esse homem. Eu vou porque quero ao meu filho… sinto que tenho que estar ali. Exatamente igual quando lhe acusaram de abuso sexual, eu estive lá todos os dias”.

Atualmente o Espólio está processando Howard Mann, Katherine deu sua opinião sobre o caso: “Enquanto o Espólio está processando a Howard Mann, sinto que ao mesmo tempo processam a mim, pois eu autorizei o livro”.

Sobre os netos, Kate disse: “Os filhos de Michael são boas crianças, e ele os criou cheio de amor e compreensão. Não me custa nada estar com eles, porque sabem como foram criados pelo seu pai e são muito respeitadores. Michael não os deixaria entrar no mundo dos espetáculos tão jovens, como Paris que quer ser atriz… não creio que Michael desejasse isso. Ele dizia que não teve infância, queria ser mais… brincar mais”, contou.

Rancho Neverland ajuda crianças com câncer por um dia



Em 26 de Fevereiro, a magia do Rancho Neverland de Michael Jackson será revivido a fim de beneficiar um grupo de crianças carentes do centro da cidade a quem Jackson provavelmente teria ajudado se ele ainda estivesse vivo.

No sábado, a Disneyland será conhecido como “Neverland”, com um grupo de 30 crianças do Boys & Girls Club of East Los Angeles, que nunca foram a um parque temático e não tinha esperanças de ir, até agora.

“Este é um dos grupos a que Michael Jackson dava suporte. Ele teria trazido estes miúdos ao seu parque de diversões em Neverland se ele estivesse aqui”, disse o artista David Ilan, cujo “Michael Jackson Retrato Tributo” é um dos patrocinadores do evento de caridade, graças a uma doação de um doador anônimo.

O evento está sendo organizado pelo produtor executivo indicado ao Emmy, Jerry Biederman, que é o co-fundador com Ilan da maior homenagem do mundo a Michael Jackson, e Anna Araújo, Diretora Profissional oficial do Boys & Girls Club of East Los Angeles. É co-patrocinado e produzido por Rosee Entertainment.

“Porque Neverland não é mais”, disse Biederman, “estamos virando Disneyland em Neverland de Michael, nem que seja apenas por um dia.”

Neverland foi a famosa casa de Michael Jackson no Condado de Santa Barbara, Califórnia, desde 1988 até 2005. Inspirado por seu amor à Disneyland, e um desejo de reinventar a sua infância perdida, Jackson construiu um impressionante parque de diversões mundialmente famoso, jardim zoológico e teatro na sua extensa propriedade, que ele compartilhou com inúmeras crianças carentes e doentes. Neverland abriu suas portas regularmente para ônibus cheios de crianças de várias instituições de caridade para experimentar um dia de admiração e de esperança.

Após a sua chegada, os jovens convidados eram recebidos por Allan Scanlan, conhecido como “Big Al”. Enquanto ele estava originalmente contratado para cuidar da segurança do passeio e da manutenção, ele logo se tornou responsável por supervisionar a área e as inúmeras atracções, assim como a hospedagem das celebridades convidadas e os muitos milhares de crianças. Durante seus 15 anos no rancho Neverland, Michael Jackson desenvolveu uma estreita amizade pessoal com o Big Al.

Big Al Scanlan, que é um apoiante de Michael Jackson Retrato Tribute – juntamente com celebridades participantes como Diana Ross, George Lopez, Larry King, Gladys Knight, Adam Lambert e membros da família Jackson – irá saudar as crianças na entrada para a Disneylândia , tal como ele costumava receber as crianças, às portas de Neverland.

“O Parque de Diversões, juntamente com o resto de Neverland, foi construído para trazer um dia mágico, uma alegria cheia de memórias na vida de todas as crianças doentes e menos afortunados, que visitou Neverland”, disse Scanlan. “O impacto que um dia em Neverland tinha sobre as crianças de cidades do interior e crianças que estavam lidando com uma doença fatal era inacreditável. Representar o Sr. Jackson e ajudar a tornar o seu sonho realidade para essas crianças, será parte desse dia mágico e na memória destas crianças irá permanecer que foi uma bênção. “

Em 2006, Neverland foi fechado. Um porta-voz afirmou Jackson escolheu não viver lá desde o tumulto legal do ano anterior, de que Jackson não foi considerado culpado, e o circo legal no município que se seguiu.

“Lamento dizer que mesmo com todas as fotos e filmes do rancho, não há uma maneira de uma pessoa poder descrever como era um dia em Neverland”, disse Scanlan. “É algo que tem de ser experimentado.”

Big Al Scanlan detém a esperança que um dia Neverland seja reaberto como um lugar de peregrinação para os milhões de fãs de Jackson, similar a Graceland que se tornou num destino para os fãs de Elvis Presley. Ele queria que Neverland fosse uma atracção turística somente se a propriedade fosse partilhada com caridades para crianças, como Jackson fez em seus dias de glória.

Mas, por agora, Neverland será transportado para a Disneylândia, mesmo que apenas em espírito.

Fonte: newspressreleased

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Filmagens do Clipe "Hollywood Tonight"

Gravações do clipe da música “Hollywood Tonight"

O fantasma de Michael Jackson roubou a cena de “Rock of Ages” na noite passada em Hollywood.



Fontes contaram para o TMZ que a Sony atualmente filma dois vídeos em Hollywood para as músicas de Michael Jackson – O vídeo acima é para a música “Hollywood Tonight “.

Cerca de 60 bailarinos participaram das gravações enfrente ao Teatro Pantages.

PARA VER O VIDEO CLIQUE AQUI

Céline Dion prestará homenagem a Michael Jackson

Convidada do platô da famosa Oprah, na última quarta-feira, Céline Dion revelou alguns detalhes do seu próximo espetáculo que terá lugar no próximo 15 de Março em Caesars Palace de Las Vegas.




Ela também declarou: “Eu estou de volta a Las Vegas por três anos e para um novo espetáculo, incluindo um medley em homenagem a Michael Jackson…”

Fonte:Newspressrelease

Filhos falam sobre o pai o tempo todo

Irmão do cantor revelou que os sobrinhos querem entrar no ramo do entretenimento.



Jackie Jackson afirmou em recente entrevista à revista “People” que os sobrinhos falam do pai o tempo todo. “Eles falam do pai 24 horas por dia. Eles têm fotos do pai espalhadas pelo quarto e pedem para eu contar histórias sobre ele“, disse.

Jackie também contou que os meninos pretendem trabalhar no ramo de entretenimento. Prince quer ser diretor enquanto Paris que ser atriz.

Fonte: Ego Noticias.

Propaganda do álbum Michael em Seul, Coreia

Moonwalker irá ter nova versão

Michael Jackson continua a movimentar os meios de entretenimento mesmo após quase dois anos de sua morte. Considerado um clássico do universo dos games, o jogo ”Moonwalker” irá ganhar uma nova roupagem para a atual geração de consoles.



A empresa responsável pelo remake das primeiras aventuras do Rei do Pop nos meios eletrônicos é a Ubisoft, também responsável pelo recente ”Michael Jackson The Experience”, lançado para as mais diversas plataformas e jogos portáteis.

Lançado em 1991 pela Sega, ”Moonwalker” era inspirado no filme homônimo protagonizado pelo cantor. A história mostrava o astro em sua roupa branca de gângster andando por diversos lugares – incluindo o bar que deu origem ao famoso videoclipe da música ”Smooth Criminal” – e combatendo os inimigos atrás de crianças sequestradas por criminosos. O game também é conhecido pelas coreografias ‘mortais” feitas por Michael.

Ainda não há data de lançamento da nova versão do jogo.

Fonte: Newspressrelease

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sobre "Behind the Mask"



"Behind the Mask" será o terceiro single do album "Michael".
Esta nova música é uma escolha do artista. Na verdade, Michael Jackson gravou a faixa em meados dos anos 80.

"Behind The Mask" contém um exemplo da música "Behind The Mask", originalmente gravada pela banda Yellow Magic Orchestra, um grupo de electro-pop da banda japonesa formada em 1978. Nós consideramos o grupo como pioneiros da música pop-eletrônica. Sua música continua também a ser usada e remixada por artistas contemporâneos.

Quando Michael Jackson descobriu a música "Behind The Mask" do grupo Yellow Magic Orchestra, ele pediu permissão ao seu autor, Ryiuchi Sakamoto, para fazer sua própria versão e escrever as letras. Sakamoto imediatamente aceitou. Michael Jackson criou esta versão que foi recentemente concluída, para efeitos do álbum "Michael", de John McClain, o compositor de vários sucessos de Janet Jackson e amigo do rei do pop.

O álbum "Michael" é o primeiro album póstumo. Este álbum não é um trabalho como o que realmente deixou publicar Michael Jackson, com muitas imperfeições, que rapidamente criou polêmica. Mas após a transmissão da canção "Breaking News", primeiro single escolhido pela família de Michael Jackson e a Sony Music anunciando a chegada do álbum "Michael", então, respeitou a escolha de Michael Jackson para a seleção do primeiro single oficial de "Hold My Hand" e é apresentado em "Behind The Mask", toda a energia de Michael Jackson expressa na década de 80.

"Behind The Mask" é um título de fogo, funky, curto, fabulosamente Michael. Com este novo single do álbum "Michael, fãs de Michael Jackson se reunem numa canção a mais autêntica. O prazer de ver Michael Jackson, uma vez mais o sentimento mais forte.

Prêmio Nobel de 2009 homenageou Michael Jackson



11 de fevereiro de 1998 – “A notícia era que Michael Jackson foi nomeado para o PRÉMIO NOBEL DA PAZ 1998 – Michael estava entre 130 candidatos juntamente com o Papa João Paulo II e o presidente dos EUA Bill Clinton. Michael não ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1998, mas já foi uma honra enorme ele ser nomeado! “

10 de outubro, 2003 – “Michael Jackson também estava entre os 165 indicados para receber o prestigioso prêmio NOBEL DA PAZ 2003. hirin Ebadi foi reivindicado para o Nobel da Paz 2003.

2007 – 2010 – Um grande esforço foi feito por um grupos de fãs para incentivar .a nomeação de Michael Jackson para o Prêmio Nobel da Paz. Depois de 25 de junho de 2009, o público estava mais aberto a apoiar esta ideia, tendo finalmente começado a perceber as quantidades extraordinárias do trabalho de caridade e humanitário de Michael fez ao mundo, e seus contínuos esforços para unir a humanidade em paz, cruzando todas as fronteiras, as raças, religiões e política.

Michael sabia que para curar o mundo, devemos primeiro compreender que nós somos o mundo, e ele nunca parou de tentar despertar a todos nós esta verdade. Infelizmente, tanto desta linda mensagem de amor foi ofuscado pela mídia sensacionalista e uma “cultura da celebridade” que se deleita em derrubar aqueles que uma vez ajudou a elevar ao estrelato. No entanto, aqueles que amaram Michael sempre soube.

A informação sempre esteve lá para aqueles que se importou o suficiente para buscá-la, e felizmente fiz milhões. No final, o Prêmio Nobel da Paz não é dada a título póstumo, por isso, Michael não era elegível para o prêmio de 2009 ou 2010. Sua mensagem, contudo, continua vivo em nossos corações e através de nossas ações. “Estamos aqui para mudar o mundo!”

Fonte_ Newspressrelease

Filhos de MJ nao acreditavam que Murray tivesse matado seu pai

Os filhos de Michael Jackson se recusavam a acreditar que o pai delas havia morrido de um ataque do coração – porque MJ costumava falar que o Dr. Murray era o melhor médico da face da Terra …




A ex-babá de MJ, Grace Rwaramba, falou com os investigadores da polícia de Los Angeles meses depois que Michael Jackson havia morrido e explicou como Murray tornou-se uma pessoa “regularmente” presente em torno da casa quando o cantor morava em Las Vegas. Ele aparecia na casa pelo menos duas vezes por semana.

Grace contou aos investigadores que Michael sempre se gabava de Murray na frente das crianças – e é por isso que depois que ele morreu, os filhos diziam: “Não há nenhuma maneira de que papai pudesse ter morrido de um ataque cardíaco porque o Dr. Murray é o melhor médico de todo o mundo”.

Grace também disse que Michael conheceu Murray através de um membro da equipe de segurança dele e explicou que MJ sentiu que poderia confiar em Murray, porque o segurança alegou que ele tinha algum tipo de influência sobre o documento misterioso.

Grace não disse nenhuma explicação sobre a influência misteriosa.

E aqui está outra bomba – Grace disse que durante uma viagem em família para a Flórida, as crianças ligaram para o 911 quando descobriram MJ “desmaiado” em seu quarto de hotel. Não está claro quando ocorreu o incidente.

Fonte: Newspressrelease

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dr. Conrad Murray diz: “Eu não sou culpado”



Dr. Conrad Murray estava em Los Angeles na noite passada ensaiando as quatro palavras mágicas que ele e sua equipe de defesa vão proferir várias vezes no julgamento que começará em breve de homicídio culposo na morte de Michael Jackson … “Eu não sou culpado.”

Fonte: TMZ

Marsha Ambrosius relembra Michael Jackson

Não são muitos artistas que se podem gabar de ter colaborado com a lenda musical, antes mesmo de terem molhado os seus pés na música, mas entre eles não está Marsha Ambrosius. Há dez anos, a cantora inglesa trabalhou ao lado de Michael Jackson para criar Butterflies, um single de sucesso do álbum Invincible do Rei do Pop, e tem boas recordações da experiências, para a vida inteira.



A ex-membro de Floetry desempenhou um papel fundamental na evolução da música, mas estava apenas feliz por fazer parte do processo. “O registro original, foi produzido e escrito por mim,” diz Marsha a Rap-Up.com. “Harris Andre co-produziu comigo.” Eu trabalhei com Michael Jackson na gravação aqui em Nova York em Março de 2001. Uau, 10 anos mais tarde, meu álbum estaria sendo lançado. Eu calculei isso. É uma loucura.”

Como sinal de agradecimento ao ícone pop, mais tarde Marsha ofereceu uma versão remixada de “Butterflies” na sua estreia a solo do LP ” Late Nights & Early Mornings”. A cantora de 33 anos de idade é grata pelas memórias, mesmo anos mais tarde.

“Tive a oportunidade de trabalhar com o melhor que já fez isso, no planeta Terra, e ponto final, é apenas uma bênção,” compartilhou ela. “Para mim, é simplesmente prestar a minha homenagem. Para quem não sabe, eu trabalhei com ele, mas eu sabia quem ele era fora da música. Eu o conheci como um pai, como um amigo. Respeito- o muito e quero agradecer-lhe por ele ter feito algo por mim tão cedo em minha carreira, coisa que eu nunca esperava.Quando cheguei na indústria, tinha entre 20 e 21, era muito cedo para me assumir como empresária e ter Michael Jackson como um dos primeiros artistas a trabalhar com você como produtor e escritor, Eu só penso que isso foi uma bênção.”

Embora o público conhecesse Jackson por ser reservado e de fala mansa em entrevistas, por trás das portas do estúdio ele não era nada disso. “Michael Jackson era um brincalhão”, revela Marsha. “Ele era muito engraçado. E sua risada só te fazia rir. Quando estávamos no estúdio, seu engenheiro continuava a chamar-me de uma bezerra a cantar. E [Michael] disse ao engenheiro, “Você sabe que uma bezerra é uma vaca, que é uma vaca.” Eu nunca vou esquecer isso. Então, eu vou ser sempre a bezerra de Michael Jackson cantando “.

O álbum de estreia de Marsha Ambrosius’ “Late Nights & Early Mornings” chega às lojas em 01 de Março, com o singles “Hope She Cheats on You (With a Basketball Player)” e “Far Away.”

Fonte: rap-up

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Michael Jackson ganhou US$ 310 milhões desde sua morte

A propriedade de Michael Jackson já fez mais de 310 milhões dólares desde a morte de Michael Jackson que ocorreu em 2009, de acordo com documentos legais obtidos pelo site TMZ.



TMZ obteve acesso ao primeiro balanço arquivado dos executores de MJ mostrando exatamente quanto dinheiro Michael devia quando ele faleceu em 25 de junho de 2009 e quanto o imobiliário fez desde então e os números são surpreendentes.

Segundo os documentos, MJ tinha mais de US $ 400 milhões em dívidas diversas, quando ele morreu, mas a propriedade já fez mais de 310 milhões dólares desde então.

Documentos mostram que os excecutores já gastaram cerca de $ 159 mil para pagar as dívidas diversas, impostos e outras despesas, tais como o fornecimento de “pensão continua para a Sra. Katherine Jackson e os filhos de Michael Jackson como estipulado”.

A propriedade também pagou para a Katherine fazer “melhorias substanciais” na propriedade da família em Havenhurst, a famosa casa em Encino, Califórnia.

Executores também desembolsaram dinheiro para “pagar o showfuneral e o enterro.”

Além dos US $ 400 milhões em dívidas – de propriedade de MJ tinha US $ 40 milhões em passivos para a promotora de shows AEG decorrentes da turnê “This Is It” que MJ estava ensaiando quando ele morreu.

Os documentos mostram que a propriedade recebeu pedidos de pagamento de mais de 65 credores, algumas dívidas provenientes de taxas de juros ”extremamente alta”.

Os executores MJ admitem que a propriedade ainda enfrenta várias ações judiciais em vários países.

Os executores também alegam ter “reconstituído o sucesso e melhorado a imagem de Michael Jackson,” desde que foram habilitadas para executar o imobiliário.

Fonte: TMZ

Céline Dion cantará “Smile” no Óscar

A cantora Celine Dion soltará o vozeirão para cantar a música ‘Smile’ durante o Oscar, que acontece no dia 27 deste mês, em Hollywood.



De acordo com o E!, Celine confirmou presença esta semana e fará sua sexta performance nos palcos da premiação.

A última vez que se apresentou no Oscar, há cinco anos atrás, ela cantou ‘I Knew I Loved You’, em uma homenagem ao lendário compositor italiano Ennio Morricone.

Após o evento, Dion voltará a Las Vegas para seu novo show no Caesars Palace, que estréia dia 16 de março.

Fonte:Newspressrelease

Eventual conflito de interesse atrasa novo advogado para o Dr. Conrad Murray

O juiz adiou a decisão sobre permitir que um novo advogado se junte à equipe de defesa de Conrad Murray, até que ele possa determinar se existe um conflito de interesses.



O advogado, Nareg Gourjian, tinha trabalhado na defesa de Michael Jackson no caso de abuso sexual de crianças.

Murray, que é acusado de homicídio culposo na morte de Michael Jackson, quer Gourjian para substituir, Joseph Lowque que deixou a equipe de defesa no início deste mês.

Gourjian ex-sócio da empresa de advocacia, liderada pelo advogado Mark Geragos que levantou a possibilidade de conflito de interesse antes da audiência de terça-feira com o juiz Michael Pastor de Los Angeles County Superior Court.

“Nós temos um grande respeito pelo o Sr. Gourjian, mas é nosso dever divulgar a sua participação em nossa representação Geragos e Geragos no passado para o Sr. Jackson”, disse o advogado Pat Harris.

A empresa Geragos representou Jackson, por dois anos a partir de 2003, quando ele foi acusado de abuso sexual infantil. Jackson substituiu Geragos com Thomas Mesereau em 2004, dizendo que ele queria um advogado que pudesse dedicar-se em tempo integral ao seu caso.

Geragos também defendeu Scott Peterson, que foi acusado de assassinar a esposa, na mesma época.

Gourjian disse ao juiz que não estava “envolvido em nada” no caso de Jackson, porque ele era “um advogado novo em folha” e estava ocupado trabalhando no caso do assassinato de Scott Peterson, no momento.

A decisão recai sobre se o que Gourjian trabalhou para Jackson, estava “substancialmente relacionada” ao processo atual e se o seu trabalho para a defesa exigiria uma tentativa de Gourjian, desacreditar o seu antigo cliente, direta ou indiretamente, disse Pastor.

O juiz adiou a decisão até que mais dados sejam fornecidos por Geragos e isto é uma resposta do advogado do espólio de Michael Jackson.

Mark Geragos será convidado a comparecer na próxima audiência, em 24 de Fevereiro, disse o juiz.

Murray também é representado pelo advogado Ed Chernoff Houston e Michael J. Flanagan de Los Angeles.

A defesa pediu um julgamento rápido na acusação do mês passado, o julgamento começa no final de Março. A seleção do júri está agora definida para 24 de Março.

Fonte: CNN

Janet Jackson diz que não podia chamar Joe Jackson de pai



Janet Jackson fez revelações de como era sua relação com Joe Jackson na infância, em entrevista ao apresentador Piers Morgan, do canal CNN. A irmã de Michael Jackson acredita que o pai só queria o bem para os filhos, mesmo sendo agressivo. “Ele só queria o melhor para nós, mas isso não significa que era o certo“.


Janet revelou que lembra ter levado um soco de Joe quando era menina, uma vez que estava saindo da banheira. “Não sei se merecia“, falou. A cantora afirmou que além depois desse incidente, o pai nunca mais a agrediu fisicamente, mas que sempre teve que lhe chamar pelo primeiro nome. “Uma vez o chamei de pai e fui repreendida. Ele me obrigava a chamá-lo de Joseph“.

Questionada se tinha alguma mágoa em relação a ele, Janet disse que não mas que a relação deles é instável. Ela afirma que os dois não tem nenhuma proximidade. “Não nos falamos muito“.

A cantora também descreveu o irmão famoso, morto em junho de 2009, como uma pessoa doce, gentil, incrivelmente inteligente e que amava muito o próximo. “Ele sabia quem ele era“, finalizou.

Michael Jackson não foi o primeiro a morrer sob os cuidados do médico



O astro da música pop Michael Jackson não teria sido o primeiro paciente do cardiologista Conrad Murray a morrer sob suspeita de erro médico. O americano Gerard White teria denunciado Murray pela morte de seu pai, que sofria de problemas cardíacos.

White declarou ao site de celebridades TMZ, o mesmo que noticiou em primeira mão a morte do rei do pop em 2009, que culpa o médico e traçou paralelos entre o caso de seu pai e do cantor. O americano contou a investigadores que, no caso de Michael Jackson, o médico se comportou da mesma forma com que agiu com a sua família: “Ele não quis comentar a morte de meu pai e se esquivou de todas as tentativas de contato.”Os representantes do médico negaram as acusações.

Fonte: Veja

Ubisoft vendeu 10 milhões de jogos de dança

A Ubisoft revelou no seu relatório do último trimestre os dados do volume de vendas dos seus jogos de dança.



A Ubisoft tem no seu portefólio os jogos, Just Dance 1 e 2, Michael Jackson: The Experience, Dance on Broadway e Just Dance Kids.

No último trimestre, terminado em 31 de Dezembro de 2010, todos estes jogos em conjunto chegaram às 10 milhões de unidades vendidas.

Just Dance 2, que foi lançado em Outubro 2010, vendeu no período a nível mundial, 5 milhões de unidades.

Já Michael Jackson: The Experience, chegou aos 2 milhões de unidades vendidas, aglomerando as versões, Wii, DS e PSP.

Fonte MJ_Speechless

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Dr. Conrad Murray mantém sua licença em Nevada

Dr. Conrad Murray continua com sorte em Las Vegas, pois de acordo com o TMZ ele pode continuar clinicando em Nevada.



Fontes do Nevada State Board of Medical Examiners disseram: “Atualmente a lei de Nevada não nos permitem suspender a licença dele só porque um juiz determinou.”

A licença da Califórnia foi recentemente suspensa, como a condição de liberdade sob fiança, no caso de homicídio culposo.

O Conselho Regional de Medicina do Texas ainda não divulgou sua decisão sobre a licença do Dr. Conrad Murray

Fonte: MJ_Speechless

Conrad Murray contrata novo advogado


O Dr.Conrad Murray, cujo julgamento por homicídio culposo começa no próximo mês, contratou um novo advogado para a sua equipe.O advogado de Los Angeles, Nareg Gourijan vai auxiliar os advogados Ed Chernoff e J. Michael Flanagan na defesa de Murray.Um documento apresentado na Suprema Corte de Los Angeles, na última segunda-feira, afirma que Gourijan vai substituir Joseph Low, que está deixando a equipe de defesa de Murray.

Gourijan é um ex-sócio de Mark Geragos, um advogado conhecido por casos criminais de grande repercussão. Ele ajudou Geragos nestes casos, incluindo a acusação de violência doméstica contra Chris Brown e o julgamento de Scott Peterson, que foi considerado culpado pelo assassinato de sua mulher.

Gourijan atualmente representa Joe Finley, um participante do programa “America’s Got Talent” cuja esposa foi encontrada morta no ano passado, num hotel de Los Angeles.

Murray foi acusado de matar Michael Jackson em Junho de 2009 com uma overdose do anestésico propofol.Os advogados de defesa e acusação vão se encontrar na terça-feira para discutir moções e outras questões para a preparação da seleção do júri em 24 de Março.O juiz Michael Pastor determinou na semana passada que o julgamento pode ser televisionado.

Fonte: MJ_Speechless

Pai de Michael Jackson investe em parque bilionário

Complexo hoteleiro e de entretenimento Happyland é avaliado em 2 bilhões de dólares



Joe Jackson, o pai do rei do pop, Michael Jackon, é agora investidor de um complexo hoteleiro e de entretenimento no sul do Vietnã avaliado em 2 bilhões de dólares, o Happyland. Nesta segunda-feira, durante a cerimônia que marcou o início das obras, ele lembrou o filho diante das câmeras, dizendo que Michael “viveu para fazer as pessoas felizes” e que ele estava “orgulhoso por poder manter isto, fazendo os vietnamitas mais felizes“.


O hotel no Vietnã será construído em uma área de 15 hectares e terá 1.000 quartos, de acordo com o jornal digital local VnExpress. Happyland terá um parque aquático, estúdios cinematográficos, vias fluviais, teatros e restaurantes.

Durante a cerimônia, o vice-primeiro-ministro vietnamita, Nguyen Thien Nhan, afirmou que Happyland será “o maior projeto turístico do sul do país e do Sudeste Asiático“. As autoridades do Vietnã preveem que Happyland abra as portas em 2014 e receba por ano 14 milhões de visitantes – 3 milhões deles estrangeiros.

Não é a primeira vez que Joe Jackson, de 82 anos, usa o nome do filho em seus empreendimentos: no final de 2010, ele veio ao Brasil para lançar um livro sobre Michael. Alguns dos críticos da conduta do patriarca Jackson acusam-no de explorar a imagem do astro para alavancar seus negócios.

Fonte: MJ_speechless

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Michael não ganha Grammys!

Os resultados ja estao expostos no site dos Grammys.com
Lamentamos informar que na categoria "Best Male Pop Vocal Performance", categoria em que Michael era nomeado, o vencedor foi Bruno Mars...

Achamo-nos no direito de comentar a falta de credibilidade dos Grammys, uma vez que começou a ser trasmitida ás 23h (brasil) e 1h da manha (portugal), quando o evento começou antes! Achamo-nos tambem no direito de dizer que nos sentimos injustiçados pelo facto de a categoria "Best Male Pop Vocal Performance", sendo uma das mais importantes, ter sido anunciado o vencedor pela lista de Nomeados do site!...

Em momento algum retiramos o mérito a Bruno Mars, mas todos os fãs de Michael Jackson, sabem que o verdadeiro vencedor é e sempre será Michael Jackson!...

Videoclipe ao Vivo (Veja, Outubro 1993)



Revista Veja, 6 de outubro de 1993.
Por Virginia Leite, em Tenerife.

Com pirotecnia e muito profissionalismo, Michael Jackson surpreende do início ao fim

Dez e quinze da noite de domingo 26 em Tenerife, nas Ilhas Canárias, Espanha. Os acordes de Carmina Burana, a peça clássica de Carl Orff, anunciam para 50.000 pessoas comprimidas no Porto de Santa Cruz que o espetáculo vai começar. Saudado por uma tempestade de fogos de artifício, Michael Jackson aparece de repente, dando um salto de mais de 1 metro de altura e caindo sobre o palco vazio. Ouve-se um "Oh!" de uma platéia maravilhada. Parece mágica, e é mesmo. O truque foi concebido nos escritórios de um grande especialista na matéria, o americano David Copperfield, que assina os efeitos especiais do espetáculo. Distraídos pelos fogos de artifício e pelos jogos de luz, os espectadores não enxergam os movimentos de um pequeno alçapão montado embaixo do palco, de onde Michael Jackson é projetado como se fosse uma fatia de pão de fôrma saindo de uma torradeira elétrica.

A aparição triunfal do astro é uma amostra do que vai ocorrer nas duas horas seguintes. Dangerous reúne as canções de maior sucesso da carreira de Michael e tem uma coreografia eletrizante, mas o que faz dele um espetáculo inesquecível é a parafernália eletrônica, os efeitos de luz, os lasers e os vídeos. Esses ingredientes são essenciais para o sucesso do show, que, no ano passado, viajou pelos Estados Unidos e pela Europa e agora excursiona pela Ásia e América do Sul. Desde 1992 Michael Jackson repete o mesmo show em todos os lugares. Suas apresentações no Brasil estão programadas para ser milimetricamente iguais às de Tenerife, Londres, Moscou ou Taipé.

A produção de Dangerous é uma extravagância à altura das esquisitices do ídolo. O palco tem 77 metros de largura por 28 de profundidade e a altura de um prédio de seis andares. Ele começa a ser montado sete dias antes do show, demora cinco para ficar pronto e envolve o trabalho de aproximadamente 100 homens. No Brasil, a empresa britânica Edwin Shirley Staging, responsável pelo palco, vai apenas supervisionar as obras, mas não usará suas 125 toneladas de aço na montagem porque o transporte ficaria muito caro. Uma firma brasileira será encarregada da estrutura metálica do palco onde Michael dará piruetas e mostrará que também é um excelente bailarino.

AR ABOBALHADO - A equipe de produção, uma intrépida trupe de 147 homens, chega dois dias antes do espetáculo. São produtores, coordenadores, gerentes de palco, técnicos e engenheiros de luz, som e laser, que dispõem de um dia e meio para instalar 440 toneladas de equipamento transportadas por dois aviões russos de carga Antonov, os maiores do mundo. A equipe contrata mão-de-obra local - cerca de 100 pessoas - para auxiliá-la na produção. Todo esse aparato sem o carisma, a voz e o requebro do superastro não lotaria estádios de futebol ao redor do mundo. Mas com certeza ele não conseguiria arrastar multidões se estivesse apresentando-se num palco minúsculo, sentado num banquinho com um microfone na mão.

Michael Jackson é um exímio produtor de automistérios e mantém sua vida privada em segredo, o que faz de seus shows a grande oportunidade que os fãs têm para chegar mais perto. O sonho da platéia mais fanática é conquistar seus quinze segundos de proximidade com o cantor magricela, sexo e cor indefinidos, madeixas caindo sobre o rosto. A cada show uma candidata tira a sorte grande. Quando canta a balada romântica She's Out of My Life, Michael Jackson chama uma espectadora para o palco e os dois dançam juntinhos. A bancária alemã Uta Arnold, de 18 anos, foi uma das primeiras a chegar ao cais de Tenerife para garantir um lugar perto do palco na esperança de ser a escolhida. "Eu o amo", garante a bancária, ar abobalhado. Uta viajou mais de 2 000 quilômetris para ver o cantor a menos de 5 metros de distância - atrás de uma grade de proteção e de uma equipe de leões-de-chácara. Na esperança de um contato direto, chegou a dormir na porta do hotel em que Michael Jackson estava hospedado, um cinco estrelas onde reservou uma suíte com 150 metros quadrados, piscina particular e diária de 600 dólares. Em vão.

A grande premiada, em Tenerife, foi a inglesa Denise Pfeiffer, de 23 anos, que segue "Michael", como ela diz, com orgulhosa intimidade, pelo mundo todo e já assistiu a 76 shows em cinco anos. Pfeiffer é tão assídua que acabou reconhecida por assessores do cantor e convidada para tirar uma foto atrás do palco. Secretária, já investiu 10 000 dólares - o preço de um automóvel de segunda linha - nas suas andanças. Surpreso com tamanha fidelidade, Michael Jackson se fez de modesto e perguntou se ela não estava enjoada. Ouviu uma jura eterna: "Eu nunca poderia ficar cansada de você, Michael". Até o ídolo fez cara de espanto. Trata-se, afinal, de um profissional de seu próprio sucesso.

"Ele é um perfeccionista", observa o assessor de imprensa Bob Jones, que o acompanha há duas décadas. No show, Michael faz uma homenagem ao passado interpretando canções antigas como I'll Be There. Em alguns momentos, enquanto canta o Medley de la Tamla Motown, os dois telões de 12 metros por 6 mostram imagens dele e dos irmãos com cabelo black power na época dos Jackson Five. São telas de cristal líquido, uma espécie de televisão gigante de alta definição em que a imagem é controlada por computadores. Através delas, o público acompanha clipes e tem a chance de descobrir detalhes do espetáculo invisíveis a olho nu - são imagens captadas por três câmeras, instaladas no palco e na platéia. Uma diretora de vídeo, que fica numa salinha atrás do palco, controla o que é exibido e grava um vídeo que é entregue ao cantor no final de cada apresentação. Como uma pessoa que está sempre se submetendo ao mesmo teste, Michael Jackson assiste a todos os espetáculos à procura de erros.

"Quando alguma coisa não sai do jeito que ele gosta, manda um recado para quem errou corrigir-se", revela Jones. A mania de perfeição o leva a exigir uma precisão quase matemática dos profissionais que trabalham com ele e a controlar o tempo de duração das músicas por computador. Isso garante ao público o conforto de assistir a um espetáculo que começa na hora marcada. Em Tenerife, o atraso, se é que pode ser chamado assim, foi de apenas quinze minutos. Mas também dá certa artificialidade ao show. Dangerous já foi criticado por parecer uma sucessão de videoclipes ao vivo. É uma observação acertada, mesmo quando se reconhece que nenhum outro artista já conseguiu estrelar clipes tão imaginativos, capazes de exibi-lo ora num beco escuro de Nova York, ora requebrando no Egito dos faraós. "Michael pediu que eu fizesse roupas parecidas com as dos vídeos", conta o estilista Michael Bush, que também o ajuda a se trocar durante o show, muitas vezes no próprio palco. "Os desenhos são os mesmos, apenas mais chamativos."


TOM FAMILIAR - Ao cantar Thriller, Michael Jackson promove a coroação do estilo espetáculo-clipe. Num único número, ele reúne os grandes efeitos de truques de palco em disponibilidade no mercado. Lasers coloridos riscam o palco e o céu fazendo desenhos geométricos, as luzes se movem banhando o cantor, que se transforma num lobisomem, e os dançarinos vestidos de zumbis. Na torre de mixagem, alguns metros à frente do palco, o diretor de iluminação Merle Maclaine opera os três tipos diferentes de luzes: as convencionais, que apenas mudam de cor; as vary lights, que se movem; e as telescans, mais brilhantes e potentes, que têm um espelho que se move e reflete a luz. Também fica na torre o operador dos lasers, Scott Cunningham, que criou os desenhos de formas geométricas, ondas e feixe de raios para a turnê. Scott opera três lasers, dois vermelhos e um verde e azul.

De 140 caixas de som, saem os primeiros acordes de Black or White, outro sucesso estrondoso. Os espectadores assistem ao clipe com o miniastro de Hollywood Macaulay Culkin infernizando a vida do pai com músicas no máximo volume. Para o público, o som de 300 000 watts de potência é controlado da torre de mixagem. Os músicos têm um sistema de som de retorno exclusivo, comandado de uma sala à direita do palco. A energia necessária para suprir todos esses gastos com luz, som e lasers vem de quatro geradores que poderiam fornecer eletricidade para uma cidade de até 40 000 habitantes.

Pelo menos em Tenerife, as acusações de que Michael Jackson teria abusado sexualmente do menino Jordan Chandler, de 13 anos, não diminuíram o tom familiar do espetáculo. Concebido antes do escândalo, Dangerous se destina a oferecer atrações para agradar a pais e filhos: 301 explosões pirotécnicas, mágicas que fazem Michael aparecer e desaparecer e se inclinar em ângulos impossíveis, banho de luzes e raios laser. Quem resiste? Quem não tem medo de se arrepender de não ter ido? O diretor de hotel Manolo Tarife levou a esposa, Tina, os filhos Ancor, 12 anos, e Yurena, 10, as sobrinhas Guaciara, 16, e Laura, 4, e a mãe delas, Lita. "A família toda é fã dele", diz Manolo. Um de seus filhos passa os dias tentando imitar as piruetas de Michael Jackson, e a sobrinha Guaciara não tira seus discos da vitrola. E as acusações de abuso sexual? "São mentiras", indigna-se Lita. "O pai do menino está querendo tirar dinheiro de Michael."

PERIGOSO DEMAIS - O próprio Michael Jackson tem feito o possível para dar razão a fãs como ela. Faz questão de um toque infantil na decoração do seu camarim - em Tenerife, ele era enfeitado com balões de gás do Mickey, de unicórnios e cachorrinhos -, recebe convidados mirins antes do show e visita zoológicos, orfanatos e hospitais. Muitas dessas aparições relâmpagos nada têm de atividade beneficente, a não ser para seu próprio bolso. Quando desembarca num local e descobre que a sobra de ingressos é grande, Michael Jackson arruma um jeito de fazer um passeio de surpresa para causar sensação e atrair a curiosidade dos menos interessados. Em Jerusalém, esteve no Muro das Lamentações. Em Moscou, andou pela Praça Vermelha. Em Cingapura, confraternizou com soldados do Exército. "É tiro e queda", observa uma produtora. "Até a hora do show, os últimos ingressos já foram vendidos."

O médico particular, David Forecast, o acompanha por toda parte. A desidratação que teve em Bangcoc, primeira apresentação da segunda etapa da turnê, já é coisa do passado. Michael fez outros doze shows depois de Bangcoc e não teve mais nada. Forecast prepara uma solução glicosada para ser tomada durante o show e o examina após cada apresentação para se certificar de que está em forma. O médico recomendou que Michael não fizesse dois shows seguidos para evitar o desgaste físico. "Ele perde 3 a 4 quilos nas duas horas em cena. Precisa de tempo para se recuperar", explica.

O final do show de Tenerife foi com a melosa Heal The World, canção que leva o nome da fundação para crianças carentes que Michael Jackson mantém. Nas telas, imagens de crianças de todo o mundo e uma mensagem de paz e solidariedade. No palco, vinte meninos e meninas trajando roupas típicas das Canárias ficam de mãos dadas ao redor de um globo terrestre inflável - em cada cidade por onde passa, Michael convida de vinte a 25 crianças para participar do espetáculo. O final é piegas demais para um show tão arrojado. Mas não era para ser assim. Na primeira etapa da turnê, o final era tão surpreendente como o início. Michael Jackson vestia uma jaqueta e ao som de Rocket Man saía voando por cima do palco e sua imagem aparecia nos telões rumo à Lua. O dublê do megastar se machucou e o truque teve de ser cortado. Era perigoso demais.


Fonte: Arquivo MJ

Por Trás das Câmeras com Sandrine Orabona



Huffington Post, 19 de novembro de 2009
Trey Borzillieri

Claramente, This Is It de Michael Jackson tem vida própria. Eu assisti ao filme às 10h30 e me surpreendi. Eu estava esperando que o cinema estivesse vazio ainda tão cedo. Estava lotado. Eu também esperava que a platéia começasse a dançar nos corredores. Não foi o caso.

Minhas expectativas estavam totalmente furadas. Alguns minutos depois do início deste inacreditável filme, lágrimas derramaram dos meus olhos e começaram a se espalhar pelo meu rosto. Eu deixei o saco de pipocas já pela metade de lado e meus guardanapos se transformaram em lenços.

Eu sei que não estou sozinho quando digo que Michael Jackson esteve ausente da minha vida... uma vida da qual ele fez parte há muitos anos atrás.

No documentário This Is It, ele está de volta! Uou! Da primeira música do filme, Wanna Be Startin' Something, o talento, emoção e amor de Michael Jackson te atingem, não importa qual seja sua idade. Então, vem o turbilhão de emoções acompanhadas pelo curso da música... passado, presente e o fato de você o assistir pela última vez. Guardanapos se transformam em lenços novamente. Enquanto eu tirava as lágrimas do meu rosto, chocado e envergonhado, eu levantei minha cabeça para dar uma olhada no restante no platéia. Parecia que todos estavam tendo uma experiência parecida com a minha. Ninguém pode evitar de assistir este filme com choque e admiração. É quase como se nós tivéssemos sidos destinados a ter esta obra final de Michael Jackson.

This Is It é agora o documentário de maior bilheteria na história. Atrás das câmeras, capturando esses momentos reveladores, especiais e finais com Michael Jackson estava a cinegrafista Sandrine Orabona. Ela é uma pequena documentarista em comparação à escala épica que o filme representa agora em todos os níveis. Enquanto o mundo divide estes momentos com Michael neste extraordinário documentário, se pode apenas imaginar o que deve ter sido estar há apenas dois metros de distância do Mágico em ação! Por favor, nos conte Sandrine.

TB: Eu acabei de assistir This Is It.

SO: E o que você achou?

TB: Eu fiquei maravilhado. Achei que só iria assistir a negócios. Então o filme me pegou e eu fiquei um desastre.

SO: Um desastre tipo chorando?

TB: Eu comecei a chorar e chorar e chorar.

SO: Você sabe quantas pessoas já disseram isso pra mim?

TB: Tipo na primeira música...

SO: Wanna Be Startin' Something.

TB: Sim, sim, quero dizer, eu não estava esperando nada naquilo. Eu acho que foi uma combinação da vida dele, o que ele representou na minha vida, seu talento e o fim de tudo isto.

SO: Eu estou tão feliz por ter sido uma documentarista nele e por apenas ter estado em sua presença. Eu acho que o que o diretor, Kenny Ortega, foi capaz de fazer foi destilar a emoção que todos nós sentíamos quando estávamos lá durante os ensaios. Todos da equipe foram maravilhosos em suas funções. Nós nos sentíamos tão abençoados e felizes por estarmos no projeto e estar em volta a este homem por conta de tudo o que ele representa, por ele ser maravilhoso como músico, como artista e apenas estar no mesmo lugar que ele enquanto ele ensaiava e dançava. Acompanhar seu processo todos os dias, eu chegava em casa e ficava tipo "Eu não acredito que sou parte disto, eu não acredito no que vivi hoje". E todo mundo sentiu isso. Meu amigo Chucky, usando a jaqueta verde, ele é um coreógrafo vencedor do Emmy. Ele ganhou um Emmy por coreografar os filmes do High School Musical com o Kenny Ortega. Ele deixou um projeto grande para fazer um teste como dançarino sem garantias de que ele seria um dos dançarinos. Ele conseguiu o emprego e todo dia ele olhava pra mim e dizia, "Eu não acredito que estou vivendo isso". Agora, esse é um cara que não é apenas um dançarino, mas ele é um coreógrafo vencedor do Emmy, então não foi um sentimento exclusivo de algumas pessoas, todos sabiam o quão maravilhosa essa experiência era. Eu acho que ela foi realmente captada no filme.

TB: Sim ela foi. Você descreveu o que me pegou tão forte no filme... todo mundo se sentindo tão feliz por estar lá e apreciando tanto isso. Do mesmo modo, era como um flashback para alguém que esteve ausente de sua vida musical, ausente de ser a pessoa que nós conhecemos em termos de performance e...

SO: Você quer dizer em relação ao retorno dele?

TB: Bem, este era o começo do retorno dele, então ele estava ausente dos palcos por um longo tempo e o filme deixa você conhecê-lo novamente, faz você apreciar o talento dele novamente e aí, no fundo da sua mente, você sabe que ele se foi... e isso se torna um soco enorme para a platéia que não pode fazer nada além de se deixar afetar quando assiste ao filme.

SO: É realmente uma obra poderosa, por conta de tudo o que você disse. E eu acho que foi realmente importante o Kenny escolher mostrar a experiência que vivíamos no momento, o filme não foca o fato dele ter falecido porque já é compreendido. Eu acho que o poder dele é tirado da experiência que vivemos e por se concentrar nela, as pessoas podem se apegar essencialmente ao que vivemos [durante os ensaios]. Um amigo meu me disse, "Eu senti como se tivesse um assento na primeira fileira para esta experiência". E eu respondi: "Isto é porque eu tive". Eu estava lá. Se você sente, sentado em sua poltrona, que Michael Jackson está cantando Billie Jean há dois metros de distância é porque ele de fato cantou Billie Jean há dois metros de distância de mim. Se você sente aquele poder emanando da tela, você pode imaginar o que eu senti no palco quando aquilo estava acontecendo. E você pode ver isto também... tem um bom número de pessoas lá, eu ligo a câmera e tem tipo umas quinze pessoas da equipe e dançarinos no chão assistindo e eles não podem acreditar no que estão vendo. Aquilo foi a experiência.

TB: Você pode descrever o que sentiu naquele momento?

SO: É exatamente o que você fala na experiência de ir assistir ao filme. É como se geneticamente todos tivéssemos Michael Jackson dentro de nós. De uma maneira ou outra por conta do modo que crescemos com ele. Nós escutamos a sua música e percebemos que gênio este homem era. E também nós [a equipe trabalhando no projeto] somos todos profissionais e apreciamos isso ainda mais como dançarinos, músicos, como documentarista nós entendemos ainda mais este lado. E então, de repente, tudo isso vêm à sua cabeça e você pensa: "Eu estou assistindo um cara que eu já vi na TV, que eu gostei a uma distância, fazendo o que ele faz de melhor há dois metros de mim." E eu tenho esta equipe atrás de mim se sentindo da mesma forma e a única razão pela qual eu não podia dançar como eles era porque eu estava segurando a câmera. Tantas vezes eu me peguei dançando enquanto filmava. O baixo de Thriller simplesmente te pega.

TB: Um momento muito legal foi quando ele fez vocalmente uma coisa da guitarra no ensaio de Wanna Be Startin' Something para mostrar como deveria ser feito. Ele fez o som da guitarra tão bem e por tanto tempo que realmente parecia o som de uma guitarra de verdade.

SO: Assistir a um processo de um artista assim... eu estava maravilhada. Para lendas como Michael Jackson ou Martin Scorcese, apenas estar em volta do processo deles e absorver como uma esponja é um aprendizado. Assistir essa gente trabalhando é como uma dádiva.

TB: Algum comentário sobre o processo a que você assistiu enquanto filmava?

SO: Todo mundo que estava no show, como Kenny Ortega, Michael Bearden, Travis Payne e Michael Bush. São todas pessoas que estiveram com Michael por um longo tempo e também são grandes artistas em seu próprio mérito. Há um tipo de gíria criativa que eles preferem usar do que todos aqueles jargões técnicos. Tipo, quando Michael diz, "faça soar como se você estivesse se arrastando para fora da cama". Imediatamente evoca uma reação emocional e você pode então traduzí-la à música que você está fazendo e eu achei realmente que era um método maravilhoso de transmitir aquela emoção.

TB: Ele tinha dias ruins?

SO: Não. Por causa do alto nível de energia que todo mundo compartilhava, eu mesma não tinha meus dias ruins. O que você vê era o que acontecia todos os dias nos ensaios. Todo mundo estava realmente concentrado em criar este show maravilhoso.

TB: Algo também que me veio à cabeça... as mãos dele. Elas simplesmente saíam da tela, como mãos de um mágico; estavam em todo lugar.

SO: Eu estava tão concentrada na minha pequena tela [da câmera] que eu nunca percebi isto mas algumas pessoas já mencionaram pra mim.

TB: Uma das minhas partes favoritas do filme foi quando ele começa a trabalhar em Human Nature, a criatividade e a espontaneidade daquilo tudo.

SO: É disto que estou falando. Esse é o tipo de criatividade que inundava o palco todo. Foi um espaço muito criativo para todos os envolvidos. Todos os músicos eram excelentes.

TB: Todo mundo estava concentrado e pronto para fazer seu melhor.

SO: Bem, você não ia conseguir esse tipo de emprego sem isto. Todo mundo estava incrivelmente feliz por fazer parte daquilo. Agradecidos.

TB: Eu estava esperando que as pessoas dançassem no cinema, mas eu poderia até escutar grilos. Parecia que a platéia estava em choque, emocionada e agradecida por poder assistir.

SO: Pessoas diferentes têm experiências diferentes; eu acho que depende da platéia. Eu já o assisti algumas vezes e todas elas foram muito diferentes. Com a equipe foi como reviver toda a experiência. Eu já assisti com uma platéia que dançou e também com uma como você descreveu. Eu vejo coisas novas toda vez que o assisto.

TB: O filme é importante, graças a Deus que vocês estavam lá para filmar do contrário talvez nunca mais tivéssemos algo assim com Michael Jackson.

SO: Foi uma das coisas que o fez tão importante pra mim na época. O fato de que eu pessoalmente nunca havia visto algo do gênero. Eu nunca havia visto este lado de Michael Jackson. Até hoje eu continuo tratando o filme como um incrível presente. Eu acho que muitas pessoas se sentem assim agora, após assistirem ao documentário.

TB: Uma pergunta aleatória - ele usava uma camiseta com o Popeye apostando em um certo momento.

SO: Esta foi de Michael Bush. É a incrível arte de Michael Bush.

TB: Era figurino dos ensaios? Ou roupas do dia-a-dia dele?

SO: Michael Bush vestia Michael Jackson. Sempre.

TB: Como que todo mundo lidou com a notícia de seu falecimento?

SO: Foi uma dia muito difícil. Eu estava lá, na verdade, filmando no momento e quase derrubei a câmera. Eu estava filmando de joelhos e fiquei tão chocada e emocionada que disse, "Ok, eu acho que vou desmaiar". Mas eu não podia porque eu tinha de filmar. O modo que posso descrever isto é... o mundo todo estava de luto naquele dia, imagine como foi então no palco dos ensaios. É muito difícil lembrar disso. Eu sinto como se fosse uma experiência extracorpórea.

TB: Você foi fã dele quando crescia?

SO: Quem não foi? Mas eu devo dizer que sou ainda mais agora depois de ter feito isto e observá-lo como profissional.

TB: Quem é você?

SO: Uma documentarista, mais especificamente uma documentarista musical. Uma documentarista, cinegrafista e editora.

TB: Mal posso esperar para ver seus próximos projetos. Obrigado.



Traduzido por Bruno Couto Pórpora.


Fonte: Arquivo MJ

Grammy 2011, acontece hoje

É chegado o grande dia para o mundo da música. Depois de muito esperar, o público pode acompanhar neste domingo (13/02/11) a 53ª edição do Grammy 2011, um dos principais eventos do ramo. O Famosidades está ligadinho nas apostas e mostra para você agora quem deve fazer barulho no evento, que acontece no Staples Center, em Los Angeles, Estados Unidos. No Brasil, o canal pago TNT vai exibir a premiação às 23 horas.


Canal 77 da TVA

Em Portugal, os Grammys serão transmitidos em directo a partir da 1:00, nos seguintes canais:

Canal 62 da ZON


Canal 69 da ZON

Transmissão ao vivo: http://www.grammy.com/

A propriedade de Michael Jackson, regista novo material

Os administradores da herança de Michael Jackson registraram em Abril de 2010, junto aos órgãos responsáveis pela proteção dos direitos autoriais, um novo material intitulado de “If You’ve Got It Bring It”.



A parte mais interessante é que o registro foi apresentado para Optimum Productions Inc., que é a produtora de vídeos de Michael Jackson. Isso significa que, este novo material pode ter imagens inéditas dele.

Optimum Productions Inc., produziu: “Michael Jackson: The Legend Continues” (1988), “Bad” (1987), “The Making of ‘Thriller’” (1983), “Thriller” (1983).

As novas músicas incluem:

“For The World”, um título trabalhado com Theron Feemster em 2009 em Los Angeles.

“All In Your Name” trabalhou com Barry Gibb em 2003. Em sua casa em Miami.

“2010 Beatbox” e “Shut Up And Dance” trabalharam em 2009 com Eric Kirkland e Prince Michael Durham

Fonte: MJ_Speechless

Parabens Prince Jackson

Hoje Prince Jackson completa 14 anos!!

Os nossos parabens

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pormenores da Capa "Michael"

o Legado


Para os beLIEver um sinal no labio inferior de Michael: ALIVE


Bubbles




Peter Pan


as mulheres da sua vida: Katherine Jackson, LIz Taylor, Brooke Shields, Lisa Marie, Princesa Diana, Lisa Minellii, Janet Jackson, e Naomi Campbell


O Ratinho Ben

Michael Jackson: Dançarinos oferecem uma nova versão de Dangerous

Quarta-feira, 26 Janeiro foi o 12º aniversário do Carnival, uma apresentação de coreógrafos do mundo em Hollywood e Travis Payne foi o convidado de honra da noite. Sua assistente, Stacy Walker convidou para a ocasião os dançarinos de “This Is It” e propôs uma performance de “Dangerous”, na companhia dos bailarinos de Michael Jackson para apresentar a prestação que todos nós conhecemos e que já havia ocorrido no American Music Awards ou durante o MTV Video Music Awards.

Há 15 anos, o astro Michael Jackson parava o Dona Marta



Há exatamente 15 anos Michael Jackson (1958-2009) pisou pela primeira vez no Morro Santa Marta, em Botafogo, para gravar cenas do clipe de They don’t care about us (Eles não ligam para nós), com direção de Spike Lee.

O vídeo acabou virando um ícone de um novo mundo pop integrado à realidade. Longe de retratar a pobreza do local, Michael preferiu ressaltar a vista privilegiada do alto do morro e também fez questão que moradores da comunidade Santa Marta (que vive em paz, hoje, depois da instalação de uma UPP – a primeira do país) ajudassem na produção do clipe. Quem não lembra da famosa frase de abertura, em português? “Michael, eles não ligam pra gente!”.

“Fora Michael Jackson!”

Os dias que antecederam a gravação foram muito movimentados nos bastidores. Na época, a gravação recebeu duras críticas de Ronaldo Cezar Coelho, Secretário Estadual de Indústria, Comércio e Turismo do RJ, alegando a divulgação única e exclusivamente da pobreza carioca com o clipe. A preocupação com essa espetacularização da miséria devia-se também às aspirações do Rio de Janeiro de ser a cidade sede das Olimpíadas de 2004 (que acabou realizada em Atenas, na Grécia).

Até mesmo Pelé, que em 1996 era o ministro extraordinário dos Esportes, declarou-se contrário à gravação do clipe: “Falta ao cantor dar mais exemplo em sua vida pessoal“. Em entrevista ao Jornal do Brasil, Pelé se mostrou contrariado com a escolha pela favela carioca: “Por que eles só querem mostrar a nossa pobreza? Por que eles não mostram nossas praias, a Amazônia e o Pão de Açúcar?”, questionou.

No entanto, o prefeito César Maia defendia a gravação. As declarações conflituosas dos políticos levaram Spike Lee a debochar do caso: o cineasta americano afirmou que as pressões visando à proibição da gravação faziam o país parecer “uma república de bananas“. Michael, que na época enfrentava acusações de pedofilia, chegou a declarar ter desistido da viagem. Mas voltou atrás e fez história.

Luz, câmera, ação!

Naquele mês, a comunidade Santa Marta (localizada no morro Dona Marta, em Botafogo, zona sul carioca) atravessava um surto de conjuntivite. A maioria dos cerca de quatro mil moradores não possuía saneamento básico em seus barracos, com esgoto correndo a céu aberto. Não bastasse isso, ainda convivia com a violência dos conflitos entre polícia e tráfico de drogas.

A filmagem foi autorizada pelo líder do tráfico de drogas no morro, e um dos chefes do Comando Vermelho, Márcio Amaro de Oliveira, o “Marcinho VP” – que despertou o interesse do jornalista Caco Barcelos, que escreveu a sua biografia Abusado – O Dono do Morro Dona Marta. VP foi morto, na prisão, em 2003, aos 33 anos. Reza a lenda que negociação entre VP e a produção foi realizada diretamente com Spike Lee. Hoje, o pessoal do morro desconversa sobre isso.

A presença da imprensa foi proibida e a polícia também não permaneceu no interior da favela, ficando a segurança de Michael por conta dos próprios moradores. Das 180 pessoas destacadas para proteger o cantor, 40 eram de Santa Marta, e teriam recebido entre R$20 e R$50 (o salário mínimo na época era R$100). Segundo os jornais da época, o tráfico teria dado “apoio logístico“. O Jornal do Brasil deu a seguinte manchete: “Traficante coproduziu clipe“.

Michael foi simpático e interagiu com os populares entre vielas, e especialmente da laje onde se passa a maior parte do vídeo. Mesmo debaixo de seu guarda-sol, não se furtou a distribuir apertos de mão, fotos e abraços. Sorridente, deixou a melhor das imagens para o povo do septuagenário morro Dona Marta. Dona Senira, 50 anos de idade, estava no dia da gravação, e se impressionou com o fascínio que o cantor exercia nas crianças: “Ele tinha alguma coisa que mexia com as crianças. Foi um corre-corre danado atrás dele“, conta.

Making-of

A gravação foi um divisor de águas para a visibilidade da favela, conta o comerciante Luiz Paulo, de 42 anos. No dia da visita, Luiz e um grupo de amigos filmaram passo a passo os bastidores de They Don’t Care About Us. As raras imagens são vendidas até hoje, em DVD, por R$ 10. Com making-of e cenas exclusivas da chegada de helicóptero do cantor, o comerciante vai capitalizando: “Sempre tem turista comprando“, comemora.

A estudante Karina nasceu em Santa Marta 15 anos atrás, na mesma época da visita do cantor. Sincera, diz timidamente que não é fã, mas gosta de “algumas músicas dele“. Conta ainda que “o respeito ao Michael Jackson é geral”, embora, de fato, o funk prevaleça como trilha sonora local, competindo principalmente com o gênero gospel.

Espaço Michael Jackson

A rápida passagem de Michael no Dona Marta deu a visibilidade que faltava ao morro. Além de ser palco frequentemente para eventos esportivos e diversos projetos sociais, o local vem sendo usado atualmente como locação de filmes, séries e novelas. Hoje, a laje que se transformou no Espaço Michael Jackson é parada obrigatória para quem visita o Dona Marta – destoando um pouco do resto da paisagem. Foi inaugurado no dia 26 de junho de 2010 -, um dia depois do primeiro aniversário de falecimento do artista.

Fixada na mesma laje em que gravou o clipe, há uma estátua esculpida pelo cartunista carioca Ique, além de um grande painel de mosaico feito pelo artista plástico pernambucano Romero Britto. A estátua, feita em bronze, é a principal atração do local. Ique define sua obra de 180 quilos e 1,80m (mesma altura de Michael) como uma “cariscultura “.

Muitas mudanças

Quem viu Santa Marta apenas no clipe They Don’t Care About Us provavelmente ficará surpreso ao ver as mudanças positivas ocorridas nos últimos 15 anos. Há fluxo diário de turistas, que agora circulam livremente, sem se preocupar com as balas perdidas de outrora. Inclui-se aqui a nova categoria de “turistas na própria cidade” que, com a implantação da UPP, redescontem o Rio de Janeiro sem medo. O local é tranquilo, com moradores atenciosos aos visitantes: não é difícil encontrar receptividade e boas histórias.

A história de Santa Marta mudou de vez no dia 19 de dezembro de 2008, com a ocupação da primeira Unidade de Polícia Pacificadora. A UPP do estado do Rio de Janeiro deu ao morro dias visivelmente mais tranquilos. 123 policiais agora cuidam da segurança de cerca de dez mil moradores ao longo da área de 54.692 metros quadrados.

Fonte: MJ_Speechless

Dr. Bernard Luskin fala sobre julgamento televisionado

Dr. Bernard Luskin, reitor da Touro University Worldwide alerta sobre os perigos do excesso de publicidade do julgamento do médico de Michael Jackson.




Dr. Bernard Luskin, psicólogo de mídia e terapeuta familiar, alerta que a transmissão ao vivo do julgamento do médico de Jackson, Conrad Murray, pode provocar uma quebra de confiança entre pacientes e seus médicos, especialmente entre as pessoas mais jovens com extrema sensibilidade à mídia e com desconfiança das figuras de autoridade.


“O papel e a imagem do médico na sociedade serão danificados por este julgamento”, explica Luskin. “Numa era de desconfiança das figuras de autoridade, como polícia, políticos e clero, a confiança entre famílias e médicos poderia também ficar estremecida. O sistema legal americano e a mídia precisam compreender como a publicidade desses julgamentos pode prejudicar principalmente a confiança das pessoas. As famílias precisam ficar preparadas para dar expressão e conversar sobre “em quem se pode confiar“.

Dr. Bernard Luskin teve carreiras ilustres no comércio, entretenimento, educação e psicologia. Ele cunhou o termo “Media Psychology“. University Business Magazine selecionou Luskin como alguém que teve excepcional carreira na educação e na vida corporativa. Ele é um terapeuta licenciado, com formação em negócios e Doutorado da UCLA em Educação, Psicologia e Tecnologia.

Luskin foi presidente e CEO da divisão da fortuna 50 e 500 grandes empresas, incluindo a Philips Interactive Media, Educação Philips e publicação de referência e Internacional Jones , incluindo Mind Extensão Universitária, TV, Conhecimento e Educação Jones Networks. Ele também foi presidente e CEO de quatro faculdades e universidades.

Fonte: MJ_Speechless

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Algumas Fotos





Kenny Ortega fala para a MoviesOnline (MoviesOnline, Outubro 2009)



MoviesOnline, outubro de 2009

A MoviesOnline sentou para conversar com o produtor/diretor Kenny Ortega sobre seu novo filme, o altamente esperado This Is It de Michael Jackson. O filme oferece aos fãs de Jackson e amantes da música do mundo todo um olhar raro aos bastidores do artista enquanto ele criava e ensaiava para os seus shows esgotados que teriam acontecido no começo do último verão na O2 Arena, em Londres.

As platéias terão um vislumbre privado e privilegiado de Jackson como ele nunca foi visto antes. Em um rápido resumo, This Is It é a última documentação de Michael Jackson em ação, captando o cantor, dançarino, cineasta, arquiteto, gênio creativo, e grande artista em trabalho enquanto ele e seus colaboradores atingem suas metas para Londres, o O2 e a história.

Chamado de O Maestro de 1 Bilhão de Dólares pela Daily Variety, Kenny Ortega conquistou os longa-metragens, televisão, palco, shows e gigantescos eventos ao vivo como as Olimpíadas com igual excelência. Como diretor e parceiro criativo de Michael Jackson em This Is It assim como nas últimas turnês de Jackson,Dangertous e HIStory, Ortega tem sido amigo e colaborador de Michael Jackson por cerca de 20 anos.

O vencedor de vários prêmios Emmy dirigiu e visualizou a franquia de um bilhão de dólares da Disney, High School Musical, tanta para a televisão como para o cinema. Ortega dirigiu a Best Of Both Worlds Tour de Hannah Montana/Miley Cyrus com participação dos Jonas Bros. Ele também dirigiu com grande aclamação as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas de 2002 em Salt Lake City, Utah.

Kenny Ortega é uma pessoa fabulosa e nós estamos agradecidos por seu tempo. Aqui está o que ele tinha para nos contar sobre seu novo filme e sua histórica colaboração com Michael Jackson.

Q: Você tem dormido?

KO: Sabe, eu não tenho dormido nada nos últimos meses. Não tenho. Durante os ensaios, eu trabalhava até bem tarde e então nós fizemos o memorial e então começamos o filme e no filme eram 14 horas por dia, sete dias por semana, toda semana desde que nós começamos até nós o entregarmos. Nós acabamos de voltar de 10 dias na estrada começando em Chicago com a Oprah e aqui de volta para a estréia. Tem sido um verdadeiro redemoinho. Tipo o vento de ontem à noite, eu pensava "nada de novo pra mim."

Q: Sincronizar na pós foi um pesadelo?

KO: Não um pesadelo. Felizmente, tudo estava sendo gravado. Tínhamos nossos caras no monitor. Você sabe, quando Michael está falando, quando ele diz, 'Eu não estou tentando ser difícil. Eu percebo que vocês estão fazendo seu trabalho mas eu estou tendo um problema. É como se alguém me apunhalasse no ouvido.' Ele está falando com os caras dos monitores que estavam lá filmando tudo. Mas nem tudo foi gravado onde tínhamos sistemas diferentes. Algumas coisas estavam apenas em duas faixas então não tínhamos como trazer a voz de Michael para fora o quanto gostaríamos. Nós fizemos nosso melhor e em alguns momentos a gravação estava tão boa quanto se tivesse sido feita num estúdio onde você possa mexer e mixar, então pudemos ter uma variação melhor. Mas tudo o que você ouve estava acontecendo bem ali. É a banda de Michael tocando toda a música. Não são discos. Ele queria como nos discos e deixou aquilo bem claro, mas aqueles eram seus cantores cantando ao vivo. Era a banda dele tocando ao vivo. Era o Michael ali, obviamente. Se alguém precisa esclarecer isto de vez, digo, você o viu ali. Ele apenas começaria a improvisar e a cantar do nada e, de repente, a banda começava e dava início ao ensaio. Isso é o quão orgânico o processo foi para nós.

Q: Ele já havia cantado antes canções do Jackson 5 como adulto?

KO: Ah, sim. Desde que eu comecei a trabalhar com ele, o que foi nas turnês Dangerous e HIStory, e muitos shows de apresentação única que fizemos, na Coréia e na Alemanha, muitos lugares, JFK Stadium em D.C., Michael adorava pagar tributo a estes anos, às canções e aos seus irmãos acima de tudo.

Q: A crueza do material acentua o fato de que ele não foi feito com a intenção de ser exibido.

KO: Não foi, não foi. Mas também, nós tínhamos três rolos de filmagens com os quais trabalhamos. Você viu os grandes filmes que incorporamos na forma de contar a história. Eram 10 curta-metragens que Michael e eu desenvolvemos e produzidos juntos que incorporamos no show. Então estes foram feitos com a intenção de ser parte do show. Estes foram feitos para o show ao vivo e finalmente, quando filmássemos o show ao vivo em Londres - o que aconteceria -, eles fariam parte do filme. E também tínhamos o material de bastidores, entrevistas, o making of, porque Michael tinha a intenção de filmar os shows em Londres, então ele queria ter uns bastidores legais para poder agregar a isto. É daí que você tem os dançarinos e os membros da banda dando declarações. E então você tem o que eu chamo de filmagem miraculosa que é a filmagem que nós usamos. Era uma ferramenta para, nós filmar os ensaios para que pudéssemos a qualquer momento voltar e olhar para alguma coisa e dizer, 'Porque nós não abrimos isto musicalmente ou você sabe o que nós deveríamos fazer aqui com as luzes? Ou porque não trazer os dançarinos neste momento?' Nos ofereceu a oportunidade de meio que olhar de longe e ser capaz de fazer ajustes criativos. Nós fazemos isso desde que começamos a trabalhar juntos. Nós não ligamos sempre as câmeras e haviam apenas dois cinegrafistas, às vezes um. Você pode imaginar a complicação de tentar contar uma história e montar este filme. Havia momentos onde eu estava no chão, me contorcendo e gritando porque nós não desenhamos isto para ser filmado como cinema. Nós nunca planejamos isto. Não havia roteiro. Eu não disse, 'E agora vá para o close-up e podemos fazer mais uma tomada daquela?' Nunca aconteceu nada disso.

Q: Algum número musical foi deixado de fora por não ter sido filmado?

KO: Mmhmm, sim, sim. No dia em que Michael morreu, nós o estávamos esperando para ensaiar o final de Dirty Diana, onde ele entrava nesta ilusão e, na frente dos seus olhos, subia e fumaça e ele aparecia do outro lado do palco na grua, voando pela platéia para começar Beat It. Ele estava muito empolgado com isso. Na noite anterior, ele disse para mim que estava muito feliz. Ele viu o sonho se tornar realidade no palco. A única coisa que ele queria que eu dissesse a qualquer um da equipe criativa era, 'Eu os amo. Todo mundo está fazendo um grande trabalho. Eu amo você, Kenny. Te vejo amanhã. Obrigado'. Ele foi embora e estávamos revigorados. Nós voltamos no dia seguinte e estávamos todos no palco, muito animados trabalhando com a equipe de ilusionistas, com os nosso técnicos. Tínhamos a nossa dançarina aerealista, Danielle, no palco e Tony Testa, um dos nosso coreógrafos associados, fazia stand-in pro Michael. Nós estávamos deixando tudo pronto para ele chegar e começar a ensaiar o que seria um dos dias favoritos dele, porque ele amava ilusão. Quando nós descobrimos, tudo parou.

Q: O seu passado com Abracadabra ajudou a reinventar Thriller?

KO: Não prejudicou. Não prejudicou, mas também veio do meu passado em amar o Thriller do Michael Jackson e de ser um grande fã de todo o seu trabalho em curta-metragens. Mas foi uma das primeiras idéias sobre as quais Michael e eu conversamos, que era criar uma experiência em 3-D na arena para os fãs. É claro, as pessoas falaram, "O que?" A tecnologia, eles estavam correndo para terminá-la. Nós tínhamos o primeiro telão de 3D em HD e nós que estávamos criando estes filmes. Haviam pessoas que nem tinham certeza se iria funcionar. Quando nós testamos pela primeira vez o 3D no telão na arena, foi de arrepiar. E então planejamos outras coisas porque Michael teve várias idéias. Nós tínhamos o Michael Curry que fez o design de O Rei Leão, e foi um dos designers do nosso cenário e das marionetes. Nós tínhamos personagens gigantes com iluminação que desceriam do teto e voariam pela cabeça das pessoas. Michael estava tão animado com tudo isso. Ele gostava de chamar isto de experiência 4-D. Então, você iria ter um filme em 3-D, o elenco no palco e então fumaça saindo do lado do palco até a platéia e todos estes elementos surgindo perto das pessoas, que estariam usando os óculos 3-D.

Q: Você quis adicionar alguma coisa que refletisse o fundo emocional?

KO: Sabe, o único motivo pelo qual eu não fiz isto foi porque eu não queria ninguém dizendo que nós forjamos alguma coisa. Nós não forjamos. Não há absolutamente nada neste filme que não foi criado a partir do momento em que Michael anunciou que ia fazer os shows até o dia em que Michael morreu. Nós não queríamos tocar nisto. Foi como eu o nomei, uma documentação final e segrada e se nós voltássemos para filmar a banda ou qualquer outra coisa, então nós damos a chance para as pessoas chegarem e dizerem, "Não foi assim que realmente aconteceu. Eles tentaram pintar de forma diferente." No entanto, no DVD, há um número tremendo, eu diria, três ou quatro horas de informação que não está no filme, que vem também daquela fonte, mas agora também com informações de depois daquele momento. Então para os extras nós voltamos e conversamos sobre a experiência de trabalhar com Michael e nós completamos algumas idéias que Michael abençoou e assinou e que não tivemos tempo de terminar no momento em que Michael morreu. Então você vai ter uma noção ainda maior de como seria tudo e poderá entender os detalhes de todos os elementos que planejávamos para o show.

Q: Como você acha que Michael gostaria de ser lembrado como um artista e como uma pessoa?

KO: Eu acho que as pessoas estavam dizendo ontem à noite. Elas ecoaram tudo o que eu senti no meu coração. As pessoas vinham pra mim e diziam, 'Nós não conseguimos. Nós não conseguimos conforto na CNN. Nós não tivemos a chance de dizer adeus apropriadamente na CNN'. Não querendo dizer que eles foram irresponsáveis. Era apenas a informação que não estava lá e as pessoas diziam que não apenas nós temos a chance destes momentos finais com Michael o artista, mas também acabamos conhecendo-o melhor do que nunca como um homem. Você passa a realmente apreciar sua bondade e gentileza e sua generosidade e o espírito de colaboração maravilhoso que ele tinha e o modo como ele trabalhava com as pessoas, nunca querendo ofender ninguém. Meu Deus, se ele pensasse que havia envergonhado alguém, aquilo acabava com ele. É por isto que você sempre vê ele, ainda nos momentos mais frustrantes, ele diria, 'Com o amor. É por isso que nós ensaiamos' porque ele apreciava tanto todos nós. Ele disse para mim, 'Kenny, saia e vá encontrar os melhores artistas do mundo. Convide-os a virem e a se juntar à nossa jornada e então vamos inspirá-los a irem a lugares que eles nunca foram antes.' Então Michael sabia quem estava na frente dele e ele tinha a maior admiração e respeito por todo mundo. Mesmo que ele tivesse uma pequena briga ou desentendimento com alguém, ele nunca queria que chegasse ao ponto da pessoa acabar pensando que ele não se importava com ela ou não a respeitava.

Q: Ele não deveria ter feito musicais?

KO: Sim, nós íamos fazer uns dois filmes. Antes mesmo de sabermos que iríamos fazer This Is It, Michael e eu estávamos no estágio inicial em conversações para fazer um musical de Legs Diamond e um longa-metragem 3-D de Thriller. Michael não planejava se aposentar do show business. Ele não ia se aposentar. Entretanto, isto é o que ele chamava de sua cortina final para turnês ao vivo. O que ele pensava era que ele ia fazer os 50 shows em Londres e então ele disse pra mim, 'Se der certo e eu ainda me sentir bem e ainda tiver a energia, eu amaria ir para a África. Eu amaria ir para a Índia. Eu amaria ir para o Japão.' Travis (Payne) e eu vimos isto. Michael pretendia sair com seus filhos e ver todo o resto do mundo, dividir a experiência com eles, conhecer os fãs, dar mais uma grande reverência e então ele queria desligar da tomada a idéia de se apresentar ao vivo porque ele me disse, 'Eu não quero estar por aí me apresentando quando eu não posso mais fazer com a integridade com a qual eu sou conhecido. Entretanto, vamos fazer filmes e grandes álbuns e desenvolver projetos juntos.' Então ele estava animado para tanto mais. Ele tinha tanta coisa dentro de si ainda.

Q: O que você descobriu sobre Michael e si mesmo e a amizade de vocês fazendo isto?

KO: Bem, você sabe, Michael me deu tanta confiança. Desde o momento em que começamos, é como se ele tivesse jogado argila no meio da mesa e dissesse, "Coloque suas mãos com as minhas nela." Ele amava criar comigo. Amava. Ele amava lutar com idéias. O que estivesse fixado na parede no dia seguinte, nós nem nos lembrávamos mais de quem havia sido a idéia. Nós não ligávamos. Era uma parceria tão grande. Era tão fácil, tão livre de ego, e era tão fiel ao modo de contar a história. Michael já havia há uns dois anos sido entretido por tantas pessoas com idéias e ele me ligava de vez em quando, nós íamos jantar, conversávamos no telefone. Ele vinha me visitar no set e dizia, 'Não há nada que tenha propósito o suficiente para que eu queria sair e fazer', se referindo aos shows ao vivo. Ele dizia, 'Continue pensando'. Eu estava fazendo meus filmes e de repente eu recebi esta ligação, depois de dois anos de conversas sobre a possibilidade de fazermos alguma coisa ao vivo, e ele disse, 'Kenny, este é o momento (this is it).' Eu juro, foi o que ele disse. 'Este é o momento'. Então durante a conversa, ele disse tipo umas cinco vezes e eu ri e disse, 'Você deveria chamá-la de turnê This Is It porque você não pára de dizer.' O que aconteceu foi que quando nos juntamos logo depois disto, antes de qualquer idéia conceitual, ele começou a me falar sobre as razões pelas quais ele queria sair e fazer o show. Aqui está o porque precisamos fazer isto e agora vamos criar o show que dá valor a estas razões. É isso que eu vou levar comigo. A compreensão dele de responsabilidade, que não era o suficiente apenas sair e fazer porque ele podia. Tinha de ser importante. Tinha de ter uma razão, "raison d'etre" como o Gene Kelly costumava dizer pra mim o tempo todo. Qual a razão que existe para me inspirar para acordar todo os dias e querer vestir meu figurino e subir no palco e ser Michael Jackson.

Q: Como você responde ao site This Is Not It? Você vai tomar ações legais?

KO: Não irei. Quero dizer, o modo que eu vejo é que eles são fãs. Todo mundo está lidando com a perda. Há alguns fãs aí que estão apenas procurando algo para apontar, para apontar a razão a qual não temos mais o Michael, culpar alguém. Tudo o que eu quero dizer é que Michael não viveu assim. Este não é o espírito de Michael Jackson. Michael não presumia. Havia um número horrososo de pessoas que presumiam sobre Michael Jackson. Elas criavam histórias e especulavam e até o perseguiam e o desmoralizavam. Eu só queria dizer a qualquer um, se você não sabe do que está falando, se você não estava lá, se você não tem a informação, não coloque esta informação - não coloque. Não faça isso. Assista ao filme. Olhe o filme. O filme fala por si só. É Michael. É o Michael falando, Michael fazendo, Michael dividindo. É bem honesto, cru e desprotegido. Aquele Michael queria estar ali. Ele estava fazendo isto. Isto o nutria. O envigorava. O excitava. Ele queria fazer isto mais do que qualquer coisa exceto por passar tempo com seus filhos. Isto é o que ele queria fazer.

Q: Como você procura artistas para participar?

KO: Colaboradores e pessoas que não tenham medo de entrar em uma jornada que vai mexer com suas cabeças e que estão menos preocupadas sobre uma idéia ser delas e mais preocupadas em serem parte de um time que chega a algo especial.

Q: O que está acontecendo no mundo do High School Musical?

KO: Eu não vou fazer o High School Musical 4, mas eu ouvi que talvez eles façam com um novo elenco.

Q: O que aconteceu com todos os cenários?

KO: Tudo está aguardando. Alguns são espetaculares. De alguma forma, talvez no futuro, nós possamos usá-los para alguma idéia. Eu não sei. Eu apenas espero que não acabem ficando guardado atrás de portas trancadas.

This Is It abre nos cinemas no dia 28 de outubro.

Fonte: MJ_Speechless