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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Joe Jackson e Leonard Rowe acusam empresários

Há pouco mais de um ano, Michael Jackson, o rei do pop, morreu em circunstâncias estranhas. Sua autópsia provou que havia um excesso de substâncias químicas em seu organismo, o que teria provocado a sua morte.

Assim como aconteceu com Elvis Presley, diversas teorias da conspiração surgiram. A dívida exorbitante que o cantor deixou gerou especulações de que ele teria forjado a própria morte para não pagá-la. Ou então ele teria sido assassinado.



Esta última é a hipótese que Joe Jackson, pai do astro, e Leonard Rowe, produtor musical que trabalhou com o Jackson Five, defendem no livro “O Que Aconteceu a Michael Jackson”.

Rowe assina o volume, no qual conta como entrou para o ramo da música, conheceu a família Jackson, tornou-se amigo de Michael, foi chamado para participar da turnê que o cantor faria em Londres e como os empresários e a gravadora manipularam e causaram a morte do astro.

A relação do autor com a família começou em 1979, quando ele foi conversar com Joe para produzir os shows do Jackson Five. O grupo havia desaparecido das paradas de sucesso nos últimos cinco anos. Era o início da parceria que culminou com o lançamento e sucesso de “Off the Wall”, o primeiro disco solo de Michael.

Com uma história de tanto tempo juntos, não é de se estranhar que em 2009 o músico o tenha chamado para representá-lo novamente. Segundo Rowe, foi a partir de então que começaram os problemas. Ele analisou os contratos e tudo que tinha relação com os shows na O2 Arena. Estes documentos, todos anexados no livro, mostram como Michael Jackson tornou-se um escravo do entretenimento.

Após o anúncio da morte do rei do pop, o produtor achou estranha a calma com que a empresa AEG, produtora que tinha os acordos com o músico para a turnê, recebeu as notícias.

“Eles se recusaram a olhar para qualquer outra pessoa além do Dr. Conrad Murray para tentar descobrir a causa da morte de Michael. Eu perguntei para eles [os investigadores]: ‘Não é estranho não haver nenhuma demonstração de raiva vinda de Randy Philips? Especialmente se você considerar o fato de a empresa dele, a AEG, estar pagando ao Dr. Murray a quantia exorbitante de US$ 150 mil por mês para ficar de olho na saúde de Michael?’”.

Rowe lembra, também, que a AEG possuía a apólice de seguro de vida de Jackson, o que, em caso de morte, pagaria milhões à empresa. Circunstâncias anteriores ao fatídico dia levam o produtor a questionar os interesses de Randy Phillips, dono da AEG.
<”Michael, assim como muitos outros artistas, não gostava que seus ensaios fossem filmados. Isso é fácil compreender. Os artistas têm medo de que esses filmes possam ser duplicados e vendidos sem a permissão nem controle deles. Quando está ensaiando, o artista está com outra mentalidade, de um jeito que normalmente não quer mostrar para o público. Ele pode falar algo que não queria que o público ouça e fazer coisas que não queira que o público veja ou fique sabendo. Michael foi convencido a permitir a filmagem de seus ensaios dois dias antes da sua morte. Por quê? Era por que um filme estava sendo planejado para depois do seu falecimento? Sinceramente acho que essa era a razão. Enquanto o Michael viveu, o maior desejo dele era estrelar num filme. Ele me disse que os poderosos da indústria não o deixavam fazer isso. Não é incrível que cinco meses depois da sua morte ele tenha o seu desejo concedido? Isso aconteceu num momento em que as pessoas que não eram da sua família estavam controlando os lucros das suas realizações”.

Aos poucos, Rowe vai revelando as pessoas que participaram destes estranhos eventos que colaboram para sua teoria de assassinato. Por todos os documentos, inclusive uma possível falsificação do testamento, a que teve acesso, ele conclui que Jackson valia mais morto do que vivo para a produtora.

A cada novo capítulo, o autor tenta provar que a overdose de remédios que causou a morte do astro foi totalmente proposital. Inclusive em meio a ficha cataligráfica, há um aviso de que parte do lucro das vendas será revertido para um fundo cujo objetivo é investigar a história e condenar os culpados. Além disso, ele pede que qualquer um que tenha informações relevantes entre em contato com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e denuncie.

“O que Realmente Aconteceu a Michael Jackson”
Autor: Leonard Rowe
Editora: Mundo Editorial
Páginas: 336
Quanto: R$ 37,32 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Fonte: Mj_Speechless

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