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quinta-feira, 24 de junho de 2010

morte de Michael Jackson tornou sua obra ainda mais lucrativa

Depois de uma extraordinária carreira musical de mais de 40 anos, o poder de renascimento artístico de Michael Jackson estava em dúvida quando a morte o surpreendeu em 25 de junho de 2009: um ano depois, as vendas de sua obra somaram em 12 meses mais de um bilhão de dólares.
Nos últimos anos de sua vida, a situação financeira do cantor era caótica, com seu rancho de Neverland a ponto de ser hipotecado e ele vivia cercado de dívidas que rondavam 500 milhões de dólares.
"Pode ser ofensivo dizer isso, mas é a triste verdade: Michael Jackson pode valer mais morto do que vivo", sentenciou a revista Billboard, especializada em música, num balanço das vendas descomunais de todos os produtos relacionados com a voz, a imagem e deslumbrantes danças do Rei do Pop.
As canções "Say, say, say", "Billie Jean", "I'll be there" ou "Bad" fora redescobertas pelos jovens, que se precipitaram a comprar coleções inteiras de Jackson, o músico que deixou de luto fãs em todo o planeta no ano passado.
A curiosidade das pessoas que não viveram a Jacksonmania dos anos 80 e 90 rendeu nesses 12 meses sem Michael Jackson e as vendas de sua obra alcançaram 429 milhões de dólares.
Outro passo financeiramente bem sucedido foi vender as gravações dos ensaios de Jackson quando ele se preparava no Staples Center de Los Angeles para a turnê de 50 shows que estrearia em Londres, em 13 de julho passado.
O estúdio Sony Pictures comprou essas gravações por 60 milhões de dólares e, em 28 de outubro, multidões foram ao cinema ver "Michael Jackson: This Is It".
Segundo o site especializado em bilheterias, o Boxofficemojo.com, este documentário figura como o filme de um show que mais arrecadou na história do cinema.
Depois das entradas, vieram a vendas de DVD do mesmo documentário, e mais lucros pelos direito de transmissão do material na televisão, e assim o fundo de Michael Jackson somou mais 392 milhões de dólares.
Outros milhões vieram com o lançamento de edições especiais de sua música, cerca de 130 milhões de dólares, assim como com um acordo assinado com a Sony Music (31 milhões de dólares) para lançar dez álbuns do cantor até 2017 e, inclusive, 35 milhões de dólares pela licença e a turnê que nunca chegou a realizar.
Em menos de 12 meses da morte do cantor, a fortuna de Michael Jackson gerou lucros de 1.017 bilhão de dólares, segundo cálculos da Billboard citando os estúdios de música, cinema e a corporação AEG encarregada de organizar a volta do artista.
"Até o dia de hoje há um interesse por Elvis. E creio que haverá um interesse durável por Michael. É nosso trabalho continuar apresentando Michael às novas gerações", afirmou John Branca, um dos representantes do patrimônio do músico junto a John McClain, quando ambos assinaram o acordo com a Sony Music em março passado.

Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com/viewtopic.php?f=10&t=1550

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