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domingo, 27 de junho de 2010

Fã oferece sexo para visitar túmulo de Michael Jackson

Segundo o segurança do cemitério em que o cantor está enterrado, uma mulher chegou a oferecer favores sexuais para que ele mostrasse onde Michael está enterrado.

Vinte e cinco de junho de 2009. Foi uma quinta-feira infernal em um dos melhores hospitais do mundo, o da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Nesse dia, um dos 45 leitos da emergência foi ocupado por um paciente superilustre: Michael Jackson. A pediatra carioca, que dá aulas e atende na universidade, Karin Nielsen, foi afetada diretamente pelo caos.

“No dia em que Michael Jackson estava no prédio central houve um tumulto porque o alarme de incêndio soou no prédio. E todos foram evacuados – pacientes, médicos, enfermeiros, desceram pela escada e a praça se encheu de pessoas. Os bombeiros estavam aqui também, e vários carros de imprensa. Ninguém sabia o que tava acontecendo. O alarme de incêndio soou, era um incêndio, né? Então saiu todo mundo aqui, os helicópteros… Mas aí tinha música ambiente do Michael Jackson tocando e a imprensa e algumas pessoas chorando. Foi quando nós nos demos conta do que estava acontecendo. Não havia incêndio nenhum. foi um alarme falso”, lembra ela.

Até hoje não se sabe o motivo de o alarme ter tocado. Já sobre as razões que levaram à morte de Michael Jackson, aí sim, há muitas pistas.

O acusado é Conrad Murray, contratado por R$ 250 mil por mês para ser o médico pessoal do cantor. Drama que pode destruir a carreira de Murray, que mantém o registro médico e continua trabalhando, começou à 1h30 do dia da morte. Dessa hora até as 7h30, Murray aplicou em Jackson três tipos de calmantes poderosos, em cinco doses.

Mas ele não dormia. E, às 10h, implorou por um anestésico geral — o propofol. O médico disse à polícia que deu 25 miligramas e foi ao banheiro. Quando voltou, Jackson não respirava mais.

Faltavam só oito dias para Michael Jackson viajar a Londres, onde começaria sua nova turnê. Em entrevista ao correspondente Roberto Kovalick, em Tóquio, o coreógrafo de Michael confirma que o artista vinha tendo dificuldades para dormir e ligava no meio da noite entusiasmado com grandes ideias. Disse também que Michael Jackson estava em boa forma e pronto para subir no palco.

Pesa contra o médico Murray a acusação de homicídio sem intenção. Pena máxima de quatro anos de cadeia.

Falamos por telefone com a porta-voz do médico. Segundo ela, Murray nega veementemente ter receitado ou administrado algo que pudesse matar o artista. “Michael era um amigo querido”, ela diz. “O doutor sente uma saudade profunda dele”.

Os fãs também sentem. Em frente à mansão onde ele vivia, não param de passar turistas. Apareceu até um Michael Jackson cover, do distante Sri Lanka.

E não é só na casa que os admiradores prestam homenagem. Esta semana, quando se completa um ano da morte de Michael Jackson, o foco principal das atenções dos fãs deve se voltar para o cemitério Forest Lawn, onde foi enterrado o corpo do cantor. É um cemitério do tipo parque, os portões ficam abertos praticamente o dia inteiro, não há nenhum tipo de controle. Os carros e as pessoas entram e saem livremente.

Entre milhares de lápides no gramado, uma construção imponente domina a paisagem: o mausoléu onde está enterrado o corpo de Michael Jackson. Por algumas horas, todo dia, as portas do mausoléu são abertas. Nós entramos, com uma pequena câmera amadora.

Vimos de perto os corredores com as gavetas dos mortos. Um vitral reproduz a Última Ceia, de Leonardo da Vinci. Algumas áreas são abertas. Outras, bloqueadas, em uma delas fica o túmulo de Michael.

Sem gravar entrevista, um segurança revelou que recentemente Lisa Marie Presley, filha de Elvis e que foi casada com Michael, esteve no cemitério deixando flores. Mesma sorte não teve a enfermeira Debbie Row, mãe biológica de dois dos filhos de Michael. A família não revelou a ela onde ele está enterrado. O vigilante relatou também que chegam fãs do mundo todo, principalmente mulheres. De acordo com ele, uma delas chegou a lhe oferecer favores sexuais se mostrasse onde Michael está enterrado. Ele disse que recusou.

O cemitério é de gente ilustre e rica.

Só para os três filhos, Michael deixou R$ 265 milhões. Hoje, os restos mortais do rei supremo do pop repousam no cemitério. Mas a arte dele sobrevive — guardada no coração dos fãs.

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