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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Exposição de quadros inspirados em Michael em Navarra



Quando o Rei do Pop teve seu último suspiro, muitos corações ficaram partidos. Como o de Amaya Labiaga, artista nascida em Madri, que ao saber da notícia da morte de Michael Jackson, expressou a tristeza que sentia através de um quadro. “Impactou-me muito sua morte pelo inesperado, me causou uma grande emoção. Admirava-o muito como artista, é um ícone do século XX e é difícil que alguém se iguale”.



“Deu-me muita angústia e, como eu pinto meus sentimentos, saiu um quadro”, explica.

Depois dessa primeira obra, voltou a recordar toda sua música, em especial ao vídeo Thriller (“não acredito que se consiga a voltar a fazer um vídeo assim, que te deixa extremamente encantada”, assegura). Também viu seu filme This is it e seguiu fazendo seus quadros. Pode-se contemplar quinze deles na exposição “Homenagem a Michael Jackson”, que começou sexta-feira na galeria Orizuru e vai até o dia 30 de abril.



Ocorreu a Amaya Labiaga retratar as canções mais emblemáticas do artista em seus quadros, e assim criou a série Michael, cinco óleos em Lino Goya que refletem Thriller, Bad, Billie Jean, Black or White ou The Legend. “"Michael Jackson gosta de usar glitter, lantejoulas ... e outra série que eu criei é Icons, com quatro fotos em uma moldura que levam strass e refletem sua personalidade. No final, ele tinha o poder e extravagância compensados por tudo o que ele já tinha passado. No palco, ele parecia feliz ", opina a artista.



Amaya sempre foi uma mulher muito espiritual, se sente em paz quando entra em catedrais ou igrejas antigas. Por isso, essa faceta mais mística está presente na exposição. “Queria refletir o espírito de Michael retirado de seu corpo, porque ele lutou muito para fugir de seus traumas infantis que lhe amargaram a infância. Realizei um quadro muito pessoal que sou incapaz de vender, mas fiz outro parecido sobre sua alma”, aponta.



Quem passar perto da galeria Orizuru poderá ver que não há apenas figuração na obra desta artista autodidata: “Evitei colocar as mãos ou o rosto de Michael Jackson, mudou tantas vezes...durante sua vida sempre foi branco/negro ou negro/branco, foi sua obsessão, como refletia sua canção”, comenta.



Ainda que Amaya utilizou técnicas mistas nesta exposição, umas das modalidades favoritas é “el pastel”: “Eu gosto muito de usar as mãos, mesclar a pintura com os dedos é a melhor forma de expressar e preciso do contato direto com a pintura para transmitir o que quero”, concluiu a autora deste tributo artístico ao Rei do Pop.



Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com/viewtopic.php?f=10&t=1115

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