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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Eles viram Michael Jackson em Barcelona



«Fumos, luzes, explosões em pleno palco, num instante marcava presença, noutro Michael Jackson desaparecia para reaparecer noutro lado.
Passámos o concerto de boca aberta, era como que um espectáculo de ilusionismo, inacreditável, só visto!». É com estas palavras que António Pereira descreve a encenação em Barcelona, mais concretamente no estádio Camp Nou, num dos muitos concertos da digressão Bad World Tour, em 1988.

“A princípio, olhávamos e não se via nada, um fundo negro cobria a estrutura principal do palco, não conseguíamos perceber a dimensão daquilo, mas a antecipação era muita e em simultâneo, com a queda do pano, os músicos começam a debitar um som fantástico com uma qualidade excepcional, é então que entra o homem a cantar e a dançar como só ele sabia”, acrescenta.

Naquele ano, António Pereira e Daniel Baptista, ambos na casa dos 20, foram de vacaciones num antigo Renault 5, para o país de nuestros hermanos, numa época em que não era muito usual sair de carro para o estrangeiro, sobretudo, de férias. Viajaram por Espanha durante o mês de Agosto e presenciaram um concerto em Madrid de Bruce Springsteen, uma outra lenda viva. Mas havia outro grande concerto agendado para Barcelona na semana seguinte, “Foi uma coincidência, estávamos de férias e pensámos, porque não?” E assim foram e não se arrependeram!

Daniel estava curioso para confirmar se o artista e o espectáculo corresponderiam ao que era anunciado, “algo nunca antes visto”. E um verdadeiro espectáculo de dança e passos, com um impressionante jogo de luzes e efeitos deslumbrantes, não só correspondeu, como superou as expectativas iniciais. “90 minutos, sem encores, com direito no final a fogo de artificio no topo das bancadas. Um concerto memorável, sem dúvida”, conta Daniel Baptista, hoje enfermeiro na Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros.

“Um verdadeiro espectáculo de dança e passos, com um impressionante jogo de luzes e efeitos deslumbrantes”

Antes deste célebre concerto em Barcelona, Daniel, mesmo não sendo fã, gostava de ouvir as músicas do Rei da Pop e da maneira como ele se apresentava a dançar com uma coreografia nunca antes vista, nos vídeos de musica da MTV, uma estação assolada pelo fenómeno. “Era diferente, cativava as pessoas”, acrescenta.

Já António “não gostava do Michael Jackson, mas tinha curiosidade em assistir ao espectáculo, pois já na altura se falava que era um dos melhores do mundo”, descreve este funcionário da EDP e empresário do ramo informático na cidade de Bragança.

Num concerto que contou com a real presença de Juan Carlos de Espanha e família, os dois brigantinos afirmam ter sido “talvez” o maior evento a que já tiveram o privilégio de assistir

Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com/viewtopic.php?f=49&t=1190&p=7458#p7458

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