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terça-feira, 23 de março de 2010

Katherine quer Murray seja acusado de homicidio de 2º grau



Katherine Jackson está furiosa com novas alegações onde o médico de seu filho estava mais preocupado a esconder a droga que salvar a vida do Rei da Pop .

Katherine Jackson, de 79 anos, está exigindo uma carga atualizada de assassinato em segundo grau, disse o seu advogado ao jornal Daily News, depois de um relatório que afirma que Dr. Conrad CPR Murray interrompeu CPR para ocultar provas de drogas dos paramédicos.

"Mrs. Jackson nunca duvidou de que este homem assassinou seu filho, e estas novas revelações, se forem verdade, significa que precisamos de encargos adicionais para ajustar a gravidade de seus crimes", disse o advogado Adam Streisand.

"As ações alegadas sugerem que o Dr. Murray abandonou seus deveres como um médico ou um ser humano comum para salvar a si próprio ao invés de seu paciente."

Murray, de 57 anos, se declarou culpado de homicídio involuntário. Ele admite que deu ao cantor o propofol como anestésico poderoso sonífero, mas nega ter feito algo para o matar. O juiz determinou a morte de Jackson um homicídio causado por uma overdose de sedativos propofol e outros.

Quanto aos pedidos de condenação vieram com o depoimento de Alberto Alvarez, o empregado Jackson, que correu para ajudar Murray ás 12:17 do dia 25 de junho e viu o rei do pop deitado numa cama com os braços estendidos e os seus olhos e boca aberta.

Alvarez disse aos investigadores quando ele entrou no quarto que viu um anexo IV na perna de Jackson.

Segundo a Associated Press, os filhos de Michael Jackson, Prince e Paris, entraram no quarto e choraram enquanto observavam o Dr. Murray realizar o boca-a-boca.

De acordo com Alvarez, o Dr. Murray levou vários tubos e disse Alvarez para colocá-los num saco plástico, em seguida, disse a Alvarez para colocar o saco plástico num saco de lona. Alvarez também disse que Dr. Murray lhe disse para remover o IV, que continha uma substância branca leitosa (Propofol tem esta qualidade) e colocar tambem num saco de lona.

Alvarez não disse para onde os sacos foram.

Mas, para o advogado de Murray, Ed Chernoff, a declaração de Alvarez é "contraditória".

"Essa declaração foi dada mais de dois meses depois da morte de Michael Jackson e é contraditória em relação a uma declaração que ele deu à polícia no dia seguinte ao dia em que o sr. Jackson foi levado ao hospital", afirma Chernoff em uma nota divulgada no site de seu escritório de advocacia.

"Além disto, a declaração não bate com muitas das provas encontradas no local", acrescentou.

Chernoff continua sua declaração afirmando que espera mais vazamentos de informações como este.

"Pedimos ao público que guarde seu julgamento até depois que as testemunhas sejam colocadas sob juramento e submetidas aos rigores dos interrogatórios durante audiência. Temos confiança de que o julgamento vai esclarecer a verdade."



Contudo, o Procurador geral da Califórnia, Jerry Brown pediu ao tribunal a suspensão da licença médica de Murray no estado pendente do resultado do processo criminal.

Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com/viewforum.php?f=10

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