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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Making Of: "Black or White"



ÁLBUM: Dangerous
NOME: Black Or White
DIREÇÃO: John Landis
ANO: 1991
PRODUTOR: Reid Shane
COMPANHIAS PRODUTORAS: Apogee & Propaganda Films
PROTAGONISTAS: Michael Jackson, Macaulay Culkin, George Wendt & Peggy Lipton
COREOGRAFIA: Vincent Paterson & Michael Jackson
DIRETORES DE FOTOGRAFIA: Mac Ahlberg, Stephen Ramsey & Rolf Kesterman
SETS DE GRAVAÇÃO: Culver Studios – Culver City – Califórnia, Vasquez Rocks Natural Area – Califórnia, Santa Clarita – Califórnia.
CUSTO DE PRODUÇÃO: US$ 4.000.000

Michael Jackson estava decidido que seu álbum "Dangerous" deveria ser sua obra maestra. Foram trabalhadas mais de 50 canções das quais 14 entraram no tracklist. A capa do disco necessitava estar de acordo com as circunstâncias e foi encomendada ao desenhista Mark Ryden. Num total de 10 milhões de dólares foram destinados para a gravação do disco e outros 4 milhões estavam reservados para a produção do short film de "Black Or White".

John Landis, o diretor do vídeo "Thriller", foi novamente eleito por Jackson para levar adiante este novo projeto que incluía a participação de Macaulay Culkin, a estrela infantil dessa época. Dentre as gravações incluem-se cenas em Sun Valley, simulando um autopista onde Michael Jackson dança com uma mulher hindu, enquanto que 50 veículos e caminhões circulam a cerca deles em grande velocidade. Em todas estas tomadas foram utilizados condutores profissionais a fim de dar segurança às cenas.

Alguns seguimentos, como a dança com cossacos russos foi gravada novamente, uma vez que Michael não estava de acordo com o combinado para a cena. Para esta foi montado em Culver Studios, Califórnia, um enorme cenário que se assemelhava a Praça Vermelha de Moscou. Outra cena foi gravada na área natural de Vasquez Rocks onde 50 cavalos foram utilizados, enquanto Jackson dançava junto a grupo que personificava uma tribo indígena dos Estados Unidos.

Mas além da dança e do cenário, foi preparada uma atração extra e única: o morphing (metamorfose) que incluía 15 transformações de pessoas de distintas nacionalidades e Michael Jackson ao final se transformando em uma pantera negra. Pacific Data Images foi a empresa encarregada da tecnologia de computação que anteriormente foi utilizada no filme o Exterminador do Futuro 2. Segundo a lenda, o clipe estreou em trinta países com uma audiência que superava os 500 milhões de telespectadores.

Logo veio a polêmica em uma das cenas mais conhecidas que apresenta Michael Jackson ao final de seu vídeo dançando e depois destruindo um carro com inscrições que alguns consideraram racistas. Tudo serviu para que se convertesse em um dos clipes mais populares da história da música.

Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com/viewtopic.php?f=15&t=818

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